Neste contexto, a SoftwareOne, fornecedora global de soluções de software e cloud, partilhou as cinco decisões que as empresas portuguesas devem fechar ainda em 2026 para evitar entrar no próximo ano com prioridades críticas por resolver.
Tome nota:
1. Decidir onde a complexidade começa a pesar demasiado
A fase de experimentação com inteligência artificial está a dar lugar a uma nova exigência: provar resultados. Muitas organizações já testaram ferramentas de IA generativa, lançaram projectos-piloto ou disponibilizaram assistentes de produtividade às suas equipas. O próximo passo é mais complexo: escolher os casos de uso que justificam investimento, perceber quais podem ser escalados e estabelecer métricas concretas de impacto no negócio.
2. Arrumar a casa tecnológica
À medida que cresce a complexidade tecnológica, torna-se mais difícil perceber onde está realmente o valor e onde começam os desperdícios. Recursos subutilizados, licenças redundantes e aplicações sobrepostas podem transformar-se rapidamente em custos difíceis de detectar, mas cada vez mais relevantes para o orçamento de IT.
3. Resolver o problema dos dados antes de escalar a IA
A corrida à inteligência artificial voltou a expor um problema que muitas empresas ainda não resolveram: a falta de uma base de dados preparada para suportar estas tecnologias. Informação dispersa, pouco estruturada ou sem regras claras de acesso limita a capacidade de escalar projectos, automatizar processos e confiar nos resultados.
4. Travar a utilização descontrolada de ferramentas de IA
Aos velhos desafios acrescentam-se novos problemas. A facilidade de acesso a plataformas de inteligência artificial leva a que equipas e colaboradores utilizem soluções externas sem aprovação formal, introduzindo informação corporativa em ferramentas que não foram avaliadas pelos departamentos de IT ou segurança.
À medida que estas soluções entram no trabalho diário, torna-se essencial definir regras claras sobre que plataformas podem ser usadas, com que informação e em que contextos, equilibrando segurança, controlo e capacidade de inovação.
5. Modernizar com critério, não por impulso
Modernizar não significa transformar tudo. O desafio está em identificar onde faz sentido investir, consolidar ou substituir tecnologia e que sistemas já deixaram de justificar o custo de manutenção. Para 2027, a prioridade deverá ser alinhar o portefólio tecnológico com as necessidades reais do negócio.















