5 decisões cruciais que as empresas portuguesas não podem adiar para 2027

Com 2027 a bater à porta, chegou a altura em que as empresas portuguesas começam a definir as suas prioridades tecnológicas para o próximo ano.

Margarida Lopes
16 de Setembro 2026 | 12:50
5 decisões cruciais que as empresas portuguesas não podem adiar para 2027

Neste contexto, a SoftwareOne, fornecedora global de soluções de software e cloud, partilhou as cinco decisões que as empresas portuguesas devem fechar ainda em 2026 para evitar entrar no próximo ano com prioridades críticas por resolver.

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Tome nota:

1. Decidir onde a complexidade começa a pesar demasiado
A fase de experimentação com inteligência artificial está a dar lugar a uma nova exigência: provar resultados. Muitas organizações já testaram ferramentas de IA generativa, lançaram projectos-piloto ou disponibilizaram assistentes de produtividade às suas equipas. O próximo passo é mais complexo: escolher os casos de uso que justificam investimento, perceber quais podem ser escalados e estabelecer métricas concretas de impacto no negócio.

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2. Arrumar a casa tecnológica
À medida que cresce a complexidade tecnológica, torna-se mais difícil perceber onde está realmente o valor e onde começam os desperdícios. Recursos subutilizados, licenças redundantes e aplicações sobrepostas podem transformar-se rapidamente em custos difíceis de detectar, mas cada vez mais relevantes para o orçamento de IT.

3. Resolver o problema dos dados antes de escalar a IA
A corrida à inteligência artificial voltou a expor um problema que muitas empresas ainda não resolveram: a falta de uma base de dados preparada para suportar estas tecnologias. Informação dispersa, pouco estruturada ou sem regras claras de acesso limita a capacidade de escalar projectos, automatizar processos e confiar nos resultados.

4. Travar a utilização descontrolada de ferramentas de IA
Aos velhos desafios acrescentam-se novos problemas. A facilidade de acesso a plataformas de inteligência artificial leva a que equipas e colaboradores utilizem soluções externas sem aprovação formal, introduzindo informação corporativa em ferramentas que não foram avaliadas pelos departamentos de IT ou segurança.

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À medida que estas soluções entram no trabalho diário, torna-se essencial definir regras claras sobre que plataformas podem ser usadas, com que informação e em que contextos, equilibrando segurança, controlo e capacidade de inovação.

5. Modernizar com critério, não por impulso
Modernizar não significa transformar tudo. O desafio está em identificar onde faz sentido investir, consolidar ou substituir tecnologia e que sistemas já deixaram de justificar o custo de manutenção. Para 2027, a prioridade deverá ser alinhar o portefólio tecnológico com as necessidades reais do negócio.

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