A área de estudo é determinante no salário futuro. Saiba onde estão as melhores perspectivas de ordenado

Margarida Lopes
2 de Julho 2021 | 08:43

Em média, quem completa o ensino superior tem maior probabilidade de estar empregado e tem salários mais elevados. Em 2018, os jovens entre os 25 e os 34 anos com licenciatura tinham um salário 42% superior aos que ficaram pelo ensino secundário. Os dados são do relatório da Fundação José Neves sobre o acesso ao ensino superior.

 

Também aqueles que terminaram cursos do pós secundário, ou cursos Técnicos Superiores Profissionais, têm ganhos salariais em cerca de 10% face aos do ensino secundário. E as áreas de estudo também são determinantes no salário futuro.

O relatório da Fundação José Neves mostra que os salários médios mais elevados estão nas áreas de Ciências Empresariais, Engenharia e técnicas afins, Informática, Matemática e Estatística e Saúde.

Já as áreas de estudo do ensino superior onde há menor risco de desemprego nos primeiros anos após a formação são Ciências da vida, Engenharia e técnicas afins, Informática, Matemática e Estatística e Saúde.

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O mesmo relatório revela que as áreas onde há menor risco de trabalhar em profissões que exigem qualificações mais baixas são Arquitectura e Construção, Ciências veterinárias, Engenharia e técnicas afins, Informática e Saúde.

Um mesmo curso pode ser organizado de maneiras distintas, consoante as instituições — por exemplo, introduzindo outros conteúdos disciplinares ou adotando práticas pedagógicas inovadoras. Da mesma forma que, por isso, também são diferentes as vantagens dos cursos consoante as instituições. Ou seja, para além de decidir o que estudar, importa igualmente decidir sobre onde estudar.

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