«Alguém disse uma vez que, quando se procuram pessoas para contratar, olha-se para três qualidades: integridade, inteligência e energia. E se não tiver a primeira, as outras duas vão acabar consigo. Pense bem; é verdade. Se contratar alguém sem [integridade], quer mesmo que seja estúpido e preguiçoso.»
Numa economia do conhecimento, a inteligência é fundamental. E a energia alimenta a paixão e a produtividade. Mas a integridade é a base que mantém tudo unido. Sem ela, o talento torna-se perigoso. Os profissionais que trabalham para líderes íntegros sabem que as suas acções são transparentes e o seu julgamento é sólido. Em ambientes colaborativos, os líderes de confiança conquistam rapidamente uma reputação de fiabilidade e responsabilidade, dois aceleradores da confiança da equipa.
Ajudam também a preencher o pipeline de liderança. Os colaboradores que valorizam a integridade influenciam naturalmente os outros, inspiram respeito e definem o tom cultural que pretende que os futuros gestores incorporem.
A fórmula de Buffett é clara: integridade + inteligência + energia = uma grande contratação. Mas a integridade não é apenas a primeira qualidade, é o qualificador. Sem ela, as outras não interessam.
Analise o seu processo de contratação actual. Está a avaliar a integridade com a mesma atenção com que avalia as competências? A melhor contratação não é apenas a mais talentosa; é aquela em quem pode confiar quando ninguém está a ver.














