A empresa deu a opção e 99% dos colaboradores escolheu ficar em teletrabalho (para sempre)

Margarida Lopes
14 de Abril 2021 | 11:40
A empresa deu a opção e 99% dos colaboradores escolheu ficar em teletrabalho (para sempre)

Terminado o período de consultas, 1786 colaboradores da Liberty em Portugal, Espanha, Irlanda e Irlanda do Norte, ou 99,2% do total, aderiram ao novo modelo de trabalho. O novo modelo de organização digital “Liberty Digital Way” foi apresentado aos dois mil colaboradores a 11 de Março pelo CEO da Liberty Seguros no mercado Europeu, Juan Miguel Estallo, sob o slogan “Liberty, Best Place to Be”.

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O novo modelo de organização digital faz parte de um projecto de transformação que a empresa começou a desenvolver e a implementar há dois anos, com o objectivo de se tornar a primeira companhia de seguros 100% digital e baseada na cloud pública na Europa, tendo contado com um investimento de 100 milhões de euros em tecnologia.

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«Estamos muito satisfeitos com a grande adesão que o novo modelo organizacional tem tido junto dos nossos colaboradores e com o progresso que representa no nosso plano estratégico. Após um intenso trabalho para implementar o projeto de transformação digital com todos os nossos stakeholders, sentimo-nos prontos para avançar para uma nova fase de futuro e construir alianças», referiu Juan Miguel Estallo.

Além dos novos serviços da Liberty para clientes, mediadores e parceiros, um dos principais objectivos deste novo ecossistema digital é transformar a cultura organizacional da Liberty. Neste sentido, a empresa, não só procurou responder ao desejo de teletrabalho permanente, expresso por 93% dos colaboradores da empresa durante o confinamento, mas também concebeu um projceto de organização digital que se antecipou aos desafios de futuro.

Com o Liberty Digital Way, a partir de agora todos os colaboradores em Portugal, Espanha, Irlanda e Irlanda do Norte poderão mudar oficialmente o local de residência e começar a trabalhar a partir de qualquer ponto do seu país de origem.

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Os colaboradores que decidiram aderir ao modelo de trabalho remoto vão receber 660 euros brutos por ano para cobrir despesas. Além disso, terão a possibilidade de se dirigirem às instalações da empresa, se necessário, para realizar actividades presenciais, até um máximo de dois dias por semana.

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