A divisão norte-americana da empresa está a investir 100 milhões de dólares este ano fiscal em bónus para os trabalhadores que demonstrem capacidades humanas como adaptabilidade, discernimento e inovação, revelou o Wall Street Journal.
Os colaboradores podem receber pequenos bónus únicos até 500 dólares, enquanto as pessoas e equipas que causem um grande impacto podem embolsar até 25.000 dólares, cinco vezes o limite anterior. Qualquer pessoa na empresa pode recomendar um colega, não havendo um tecto para o valor total que alguém pode receber.
A EY não é a única empresa a recompensar os atributos humanos. A KPMG reformulou o seu programa de estágios em auditoria este Verão para enfatizar o pensamento crítico, e a PwC lançou um currículo baseado na empatia e na criatividade, bem como nas competências em IA.
«Este não é um problema que possa ser resolvido com um curso de formação ou um programa isolado. Será necessária uma mudança radical e sustentável», afirma Ginnie Carlier, directora de talento e cultura da EY Américas.
O sector da IA está a impulsionar um crescimento real na EY, com a receita relacionada com a IA a aumentar 30% em relação ao ano anterior em 2025. A empresa só quer garantir que os humanos que a utilizam ainda sabem como pensar.

















