Desde o seu lançamento, em 2016, a plataforma já recebeu mais de 1,25 milhões de pedidos de clientes, aos quais correspondem mais de 953 mil orçamentos enviados por mais de 70 mil especialistas. Ao longo deste período, foram ainda recolhidas mais de 42 mil avaliações, num universo que abrange atualmente mais de 1.200 áreas de serviços e 24 países.
«Há dez anos, a Fixando nasceu com um objectivo muito concreto: aproximar quem precisa de um serviço de quem tem as competências certas para o realizar. Hoje, os números mostram não só a dimensão que a plataforma alcançou, mas também a profunda transformação que aconteceu na forma como os consumidores procuram serviços e como os profissionais encontram novas oportunidades. A digitalização tornou este processo mais rápido, transparente e acessível», afirma Alice Nunes, directora de novos negócios na Fixando.
A evolução tecnológica tem sido uma das principais áreas de investimento da Fixando. A plataforma tem vindo a desenvolver ferramentas destinadas «a simplificar tanto a experiência dos clientes como a gestão dos negócios dos especialistas».
Entre as funcionalidades mais recentes está a nova versão da App Fixando, que permite aos especialistas gerir e enviar propostas a partir de qualquer lugar, e que conta
actualmente com integração de inteligência artificial. Do lado dos clientes, é também possível publicar pedidos através de formulário ou áudio.
Ao longo da última década, a Fixando passou, assim, de uma plataforma criada para ligar clientes e prestadores de serviços a um ecossistema com mais de 1200 categorias e presença internacional, acompanhando a transformação dos hábitos de consumo e dos próprios negócios dos profissionais.
«Depois de mais de um milhão de pedidos e milhares de histórias construídas através da plataforma, o objectivo mantém-se: aproximar quem precisa de um serviço de quem tem as competências certas para o realizar. Os próximos 10 anos serão marcados pela continuação deste trabalho, com a tecnologia e a inovação a assumirem um papel cada vez mais importante», conclui Alice Nunes.
















