Analistas júnior do Goldman Sachs pedem redução da carga horária semanal

Human Resources
22 de Março 2021 | 09:35
Analistas júnior do Goldman Sachs pedem redução da carga horária semanal

Um grupo de 13 analistas juniores do Goldman Sachs Group Inc. apresentou um conjunto de reclamações, onde denunciaram as semanas de trabalho de 100 horas, a condição mental e física em declínio e fortes probabilidades de abandonar um cargo no banco mais cedo do que previsto, revela o site Fortune.

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As reclamações foram apuradas num inquérito e foram partilhadas com a chefia. Neste sentido, a firma de Wall Street está adoptar novas medidas, incluindo abdicar de alguns negócios para ajudar a diminuir a carga de trabalho.

Wall Street é há muito a indústria preferida daqueles que conseguem tolerar longas horas de trabalho, porém, as queixas de dificuldades em conjugar a vida pessoal com a profissional, devido à elevada carga horária, tem vindo a ganhar mais relevância à medida que os novos gestores e executivos séniores do sector avançam com novos recrutamentos e estratégias de retenção de talento.

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«Reconhecemos que os nossos colaboradores estão muito ocupados, porque os negócios estão fortes e os volumes estão em níveis históricos. Depois de um ano de pandemia COVID-19, as pessoas estão compreensivelmente sobrecarregadas e é por isso que estamos a ouvir suas preocupações e a tomar várias medidas para resolvê-las», disse Nicole Sharp, porta-voz do Goldman Sachs.

Os analistas até sugeriram soluções para o banco, como adoptar um regime de trabalho de 80 horas semanais e evitar alterações de última hora em apresentações para reuniões com clientes.

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