Andreia Gomes, Farfetch: «Procuramos que todos percebam qual o seu papel e sintam inspiração através do seu contributo para os objectivos e missão da empresa»

Human Resources
21 de Julho 2023 | 12:20

A Farfetch ficou em 15.º lugar no Randstad Employer Brand Research. Andreia Gomes, director of Employer Brand and People Commmunications, explica porquê.

 

«Nenhuma estratégia de Employer Branding pode ser estanque. Na Farfetch, desenvolvemos a nossa estratégia, conscientes de que a mudança é algo inerente à vida das pessoas e das empresas e por isso do mercado, seja ele mercado de negócios ou de talento. Esta perspectiva permite-nos manter uma abordagem evolutiva da nossa estratégia, baseada numa escuta activa de um mundo em mudança e de pessoas que estão também elas em diferentes momentos do seu ciclo de vida pessoal e profissional.

Não desenhamos benefícios ou processos sem pensar e alinhar com os nossos valores, a nossa fundação mais forte, e isso permite-nos manter-nos fiéis à nossa essência, independentemente das mudanças às quais também nos vamos adaptando.

Nos últimos anos, o contexto geopolítico e macroeconómico tem vindo a acelerar mudanças no mundo empresarial e nas várias dimensões do trabalho, e a agilidade com que nos adaptamos e com que percebemos o que é importante na vida das nossas pessoas e para a nossa cultura, é fundamental para sermos capazes de continuar a estimular o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Procuramos que todos percebam qual o seu papel e sintam inspiração através do seu contributo para os objectivos e missão da empresa. E depois, damos espaço para que as nossas pessoas, os verdadeiros embaixadores da nossa marca, dando-lhes plataformas para terem uma voz activa e falarem das suas experiências.

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Estimulamos uma cultura aberta, multidireccional, que contribui para uma cultura de proximidade e transparência, e para um sentido de comunidade que faz com que as pessoas se sintam próximas dos líderes da empresa e possam ter espaço para questionar e contribuir. E é desta discussão saudável que nasce uma estratégia flexível, que tem em conta que, na maior parte das vezes, “one size doesn’t fit all” e que se adapta de forma ágil a um mundo que muda permanentemente.»

 

O testemunho foi publicado na edição de Junho (nº.150) da Human Resources, nas bancas.

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