Apenas 9% das empresas mid-cap se sentem preparadas para a globalização

O crescimento além fronteiras faz parte da agenda das entidades de média capitalização. No entanto, mesmo aquelas com negócios internacionalizados de sucesso, mostram algum receio em enfrentar os desafios do mercado global, revela estudo da Amrop e IMD.

79% das empresas dizem mesmo estar a estudar casos de sucesso e fracasso de outras entidades. Enquanto 55% estão a examinar líderes globais, 16% olham para os percursos de globalização de negócios de sucesso e pares regionais. Os restantes 21%, para além não nomearem um modelo, consideram o desenvolvido pela sua empresa único.

A investigação, A Global C-Suite Study, mostra ainda que a liberdade, conectividade e administração executiva são os principais factores que levam as empresas de média capitalização a ganhar clientes e talento no mercado globalizado. Para conciliar consistência e agilidade, as entidades estão focadas em centralizar os processos e descentralizar as decisões.

O estudo, apresentado esta segunda-feira, 13 de Abril, na Culturgest em Lisboa, é o resultado duma análise detalhada do mundo empresarial, baseada em cerca de 100 entrevistas presenciais com os principais decisores e gestores de cada continente.

A Conferência AMROP/IMD contou com a presença de três convidados internacionais – Maury Peiperl, professor da IMD Business School e especialista em Gestão e Liderança, Ulrich Dade, Chairman Amrop Executive Board, e Steffi Gande, Amrop Content & Communications Manager – para apresentar e debater os desafios e oportunidades que a Gestão dos CEO’s enfrentam no século XXI, juntamente com Daniel Traça, director da Faculdade de Economia da Universidade Nova, Manso Neto, presidente da EDP renováveis e Gonçalo Moura Martins, CEO da Mota-Engil.

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