No início do mês, o CEO da Apple, Tim Cook, enviou um memorando a todos os colaboradores dando nota de que o regresso ao escritório ia avançar com pelo menos três dias por semana. A razão foi retomar «a colaboração interpessoal». Só que os colaboradores não gostaram da ideia e alguns, os “Apple Together”, lançaram uma petição a pedir medidas laborais mais flexíveis, avança o Insider.
Na petição, expõem que nos últimos dois anos os funcionários provaram que conseguem fazer um «trabalho excepcional» a partir de casa e alegam que os colaboradores que pedem medidas mais flexíveis têm razões para o fazer, como incapacidades ou responsabilidades de cuidador. Outras podem ser apenas «maior felicidade e produtividade» a trabalhar a partir de casa. Afirmam também que a empresa não teve em consideração as exigências específicas de cada cargo e função, bem como a diversidade individual de cada colaborador. Assim, pedem que as decisões sobre as medidas flexíveis sejam acordadas entre o coordenador responsável e o colaborador, não sendo necessária aprovação superior e bem como obrigatoriedade de disponibilizar informação da esfera privada.
A situação não é nova na Apple. Já em 2021, dezenas de colaboradores haviam escrito uma carta ao CEO a manifestar a sua frustração sobre a posição da empresa relativamente ao trabalho remoto. Na missiva, segundo relatou o The Verge na altura, estava espelhado o sentimento de «não serem ouvidos e muitas vezes activamente ignorados» quando o tema era trabalho remoto.














