Atitude para a felicidade

Na PHC defende-se que a felicidade depende das escolhas de cada um e, por isso, tem um programa para dotar os colaboradores de técnicas para que a sua felicidade dependa de si e não dos outros.

Por Sandra M. Pinto

 

Com três décadas de existência, a PHC tem vindo a crescer, cimentando uma posição de destaque no mercado, alicerçada na qualidade dos serviços que presta. Para Ricardo Parreira, CEO da empresa, este tem «sido um caminho incrível» de crescimento, inovação e reconhecimento, que fez com que uma startup de faculdade se tornasse numa multinacional com mais de 33 mil clientes em 25 países. «Temos um grande orgulho nestes 30 anos, mas o nosso foco é o futuro», sublinha. «Queremos continuar a levar às empresas soluções que resolvam os problemas de gestão e queremos construir o melhor lugar para trabalhar em Portugal.»

Em 2018, a PHC atingiu o TOP 10 dos quatro principais rankings das melhores empresas referenciadas para  se trabalhar em Portugal, reconhecimento que é, acima de tudo, uma consequência do trabalho que tem sido feito para tornar a PHC no melhor local para trabalhar em Portugal e  num dos melhores da Europa. «Queremos que os nossos colaboradores tenham a melhor experiência possível no seu dia-a-dia de trabalho», refere Ricardo Parreira. «Temos uma grande preocupação com as nossas práticas de Recursos Humanos, com a felicidade das pessoas e com as condições de trabalho». O responsável revela que o próximo passo passa pela construção das novas instalações da PHC em Oeiras, que irão alterar o conceito de local de trabalho.

 

My Hapinness
Para a PHC, a felicidade começa, acima de tudo, com uma atitude. «É reconhecer que o meu bem-estar depende das minhas escolhas, trabalhando o autodiscernimento para as tomar», afirma o CEO. «É por isso que falamos muito em atitude para a felicidade, já que esta não pode ser imposta e não depende dos “outros”.» Na PHC trabalha-se esta consciência, dotando-se as pessoas das técnicas e capacidades que permitem remover alguns dos obstáculos, implementando estratégias de Recursos Humanos para a promoção da felicidade dos colaboradores.

Ricardo Parreira explica: «Começamos pela base, que é as pessoas terem condições óptimas no local de trabalho, como luz natural, bom ambiente ou acesso à saúde. Depois temos uma identificação com o propósito da empresa e com a nossa cultura, que é trabalhada de forma profissional sobre os comportamentos que são ou não aceites, sendo que cada pessoa é avaliada pela forma como vive e se identifica com os valores da empresa. Depois, tudo é medido e avaliado, até os níveis de felicidade, para que se possam identificar pontos a melhorar e situações em que um líder pode ter um papel importante. Por fim, temos programas para trabalhar a atitude das pessoas para a felicidade e é aqui que se enquadra o programa My Happiness, mas também programas de liderança, mindfulness, mentoring ou coaching, disponíveis para todosos colaboradores.»

Nascido da consciência de que o ónus da felicidade não pode ser colocado “no outro” e de que depende apenas do indivíduo, o programa My Happiness permite dotar todos os colaboradores da PHC de técnicas que lhes permitam aumentar a felicidade através do autodiscernimento, da postura do corpo, do foco ou da sua forma de expressão. A filosofia deste programa assenta, sobretudo, «na ideia de que a felicidade depende apenas das minhas escolhas e que existem técnicas que podem ser aprendidas para que a minha felicidade dependa de mim e não dos outros».

 

Leia o artigo na íntegra na edição de Setembro da Human Resources, nas bancas.

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