<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" >

<channel>
	<title>Human Resources &#8211; Human Resources</title>
	<atom:link href="https://hrportugal.sapo.pt/author/human-resources/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://hrportugal.sapo.pt</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Apr 2026 16:35:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/03/cropped-favicon-hr-32x32.png</url>
	<title>Human Resources &#8211; Human Resources</title>
	<link>https://hrportugal.sapo.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Como detectar uma mentira? Ex-analista da CIA partilha os seus truques</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/como-detectar-uma-mentira-ex-analista-da-cia-partilha-os-seus-truques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CNBC make it]]></category>
		<category><![CDATA[detectar]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=449377</guid>

					<description><![CDATA[Identificar um mentiroso não é tão fácil ou óbvio como se pensa. No seu trabalho como analista da CIA e agora como CEO do Global Leadership Lab, Rupal Patel, revela como é que realmente se consegue apanhar um.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há uma resposta física ligada à mentira. Algumas pessoas são mais nervosas do que outras. Ou têm um sentido de culpa exacerbado que as leva a comportar-se de formas que só parecem &#8220;culpadas&#8221; quando se sugere que fizeram algo de errado, mesmo quando não o fizeram.</p>
<p>Por isso os testes de polígrafo medem o stress fisiológico — frequência cardíaca, suor, respiração — mas não a falsidade, avança a CNBC Make it. «Aliás, a ansiedade, o medo e o nervosismo podem causar falsos positivos num teste de polígrafo», revela Rupal Patel.</p>
<p>Se os detectores não conseguem detectar mentiras, e &#8220;sinais&#8221; como inquietação ou contacto visual evasivo não revelam muito, como é que realmente se apanha um mentiroso?</p>
<p><strong>Confie, mas verifique</strong></p>
<p>«&#8221;Confiar, mas verificar&#8221; é um grande lema na CIA. Para construir um perfil completo da fiabilidade de alguém, recolhemos informações de diversas fontes e monitorizamos o seu comportamento e fiabilidade ao longo do tempo», aconselha.</p>
<p>Pode fazê-lo tanto no âmbito pessoal como profissional. Reúna informações de amigos, colegas e perfis de redes sociais e comece a construir um perfil.</p>
<p><strong>Pare e avalie</strong></p>
<p>Nem sempre há tempo para verificar a fiabilidade de alguém em múltiplas interacções.</p>
<p>«Por vezes, precisamos de tomar uma decisão rápida. Mesmo sem tempo, ainda pode recolher informações importantes no momento, fazendo a si mesmo estas perguntas:</p>
<ul>
<li>Qual é a pior coisa que me pode acontecer se essa pessoa estiver a mentir? Se tomar a decisão errada, estou disposto a pagar esse preço?</li>
<li>Essa pessoa terá segundas intenções que a beneficiam, à minha custa?</li>
<li>É um especialista qualificado ou tem experiência relevante sobre o tema?</li>
<li>Posso verificar ou refutar objectivamente o que está a dizer?</li>
<li>Está a criar uma falsa sensação de urgência?</li>
</ul>
<p>Esta última pergunta pode ser reveladora. Pouca coisa, ou quase nada, precisa de ser decidida de imediato. Não deixe que a agenda de outra pessoa o obrigue a tomar uma decisão precipitada que não seja do seu interesse.»</p>
<p><strong>Comece devagar</strong></p>
<p>Quando não se consegue determinar se alguém é de confiança, uma estratégia subestimada é ir devagar. Obtenha mais informações experimentando um pouco do que essa pessoa tem para oferecer.</p>
<p>«Por exemplo, pode precisar de um novo fornecedor para a sua empresa. Se ele prometer o mundo, mas não for de confiança e não o conhecer, não feche um grande contrato. Experimente primeiro com um pedido pequeno e veja como as coisas funcionam. Já o fazemos o tempo todo sem nos apercebermos. Em interacções difíceis de interpretar, dar passos mais pequenos pode ajudar a proteger-se.»</p>
<p><strong>Não tenha medo de dizer “não”</strong></p>
<p>Se ainda não tiver a certeza se alguém está a mentir e não puder utilizar as três primeiras estratégias, o melhor a fazer é dizer “não” e seguir em frente. Na dúvida, não diga nada, sugere Rupal Patel.</p>
<p>«Ter um nível básico de confiança é óptimo, mas também não devemos acreditar em mitos sobre como interpretar os outros. Faça perguntas. Analise os dados objectivos. Construa uma imagem ao longo do tempo. E confie, mas verifique.»</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Associação Portuguesa de Anunciantes elege nova direcção</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/associacao-portuguesa-de-anunciantes-elege-nova-direccao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 15:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[APAN]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Burnay]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=449187</guid>

					<description><![CDATA[A Apan - Associação Portuguesa de Anunciantes elegeu os seus novos corpos sociais para o triénio 2026-2029,  Em assembleia geral, a presidência da direcção passa a ser assumida por Teresa Burnay, em representação da Unilever FIMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidência da Assembleia-Geral fica a cargo de Catarina Barradas, da EDP, enquanto o Conselho Fiscal será liderado por Gonçalo Nascimento, em representação da L’Oréal Portugal, avança a APAN em comunicado.</p>
<p>A nova direcção integra ainda representantes de várias empresas, incluindo a Modelo Continente, Banco Santander Totta, IKEA Portugal, Nestlé Portugal, Super Bock Group, Fidelidade, Betclic e McDonald’s Portugal.</p>
<p>A nova liderança da APAN assume funções num contexto de forte mudança, marcado pela fragmentação dos meios de comunicação, pela aceleração da transformação digital e pela crescente regulação das plataformas tecnológicas.</p>
<p>Entre as prioridades estão também a evolução dos modelos de medição e transparência publicitária, bem como a promoção de práticas de comunicação mais éticas, responsáveis e sustentáveis.</p>
<p>«Assumo esta responsabilidade com um profundo sentido de compromisso num momento em que o setor enfrenta mudanças estruturais muito relevantes», afirmou Teresa Burnay, citada em comunicado. A responsável destacou ainda a importância de promover maior transparência, responsabilidade e eficácia na comunicação, bem como de trabalhar em conjunto com agências, meios e plataformas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Best Workplace, GoldEnergy: Uma empresa de pessoas para pessoas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/best-workplace-goldenergy-uma-empresa-de-pessoas-para-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[goldenergy]]></category>
		<category><![CDATA[GPTW]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=445549</guid>

					<description><![CDATA[A Goldenergy volta a destacar-se como Great Place to Work, reflexo de uma cultura assente na transparência, desenvolvimento contínuo e valorização das equipas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A Goldenergy volta a destacar-se como Great Place to Work (7.º lugar), reflexo de uma cultura assente na transparência, desenvolvimento contínuo e valorização das equipas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pelo quinto ano consecutivo, a Goldenergy marca presença no ranking Great Place to Work, consolidando-se também pelo quarto ano no Best Workplace. Mais do que um selo, este reconhecimento externo valida o trabalho diário que a empresa desenvolve internamente, reflectindo uma cultura fundamentada em confiança, proximidade, transparência e entreajuda. Em entrevista à Human Resources, Sofia Neves, People &amp; Culture manager na Goldenergy, afirma que este reconhecimento é um reflexo directo da forma como a empresa cultiva o seu ambiente de trabalho, indo muito além de políticas formais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a responsável, o estudo funciona como uma «ferramenta de diagnóstico contínuo», permitindo evoluir com base em dados reais e feedback dos colaboradores. Além de reforçar o compromisso com a excelência na gestão de pessoas, a presença da empresa nestes rankings evidencia a sua capacidade de se destacar como empregador num «sector competitivo e em transformação».</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pilares de actuação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A actuação da Goldenergy assenta em pilares sólidos, com destaque para a cultura de proximidade, marcada por relações informais, acessibilidade da liderança e um ambiente de confiança. A empresa também se distingue pelo propósito claro, estando comprometida com a energia 100% verde e gerando um impacto real na sociedade. O desenvolvimento contínuo dos colaboradores é outro foco, com oportunidades de formação, mobilidade interna e crescimento profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">O reconhecimento e a valorização do trabalho são praticados de forma consistente, tanto em iniciativas formais quanto informais. A fornecedora de energia promove ainda um ambiente colaborativo, incentivando o espírito de equipa e a entreajuda transversal, aliado a políticas de flexibilidade que respeitam o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">A Goldenergy trabalha a confiança, transparência e proximidade através de uma comunicação aberta e regular entre a liderança e as equipas, garantindo a partilha de informação relevante sobre o negócio e as decisões estratégicas. As lideranças são acessíveis e presentes no dia- -a-dia, promovendo uma cultura de feedback, tanto formal como informal. A empresa incentiva ainda a participação activa dos colaboradores nas decisões que os impactam e mantém estruturas menos hierárquicas e mais colaborativas, reforçando um ambiente de confiança e envolvimento genuíno.</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito às iniciativas de bem-estar, equilíbrio e motivação, Sofia Neves revela que a empresa adopta uma política de flexibilidade nos horários e no modelo de trabalho, incluindo o regime híbrido. A esta prática juntam-se benefícios ajustados às necessidades dos colaboradores e diversas iniciativas de promoção do bem-estar físico e mental. Neste sentido, a organização aposta ainda no desenvolvimento de momentos de equipa e em iniciativas que reforçam o engagement, bem como no reconhecimento de marcos importantes, como aniversários, antiguidade e conquistas profissionais. Tudo isto é sustentado por um ambiente de trabalho positivo e informal, que contribui para o reforço da motivação e do sentido de pertença.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de envolvimento e preparação para a mudança, a empresa mantém numa «comunicação clara sobre mudanças organizacionais», garantindo que as equipas estão informadas e alinhadas com os objectivos estratégicos. O envolvimento dos colaboradores nos processos de transformação é uma prioridade, tal como a aposta numa formação contínua alinhada com as necessidades do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">A organização promove ainda uma cultura de adaptação e aprendizagem permanente, apoiada por lideranças preparadas para gerir contextos de mudança. Nesse sentido, os líderes participam anualmente num programa intensivo de liderança e gestão de pessoas. Paralelamente, a empresa investe na simplificação de processos e na adopção de ferramentas digitais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Formação e desenvolvimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A formação e o desenvolvimento assumem-se como um pilar estratégico na gestão de pessoas, com a aposta em programas estruturados de onboarding, garantindo que cada colaborador inicie o seu percurso profissional com acompanhamento e alinhamento claros. Em paralelo, promove formação técnica e comportamental de forma contínua, reforçando competências essenciais para o desempenho e evolução profissional. Destacam-se as iniciativas de desenvolvimento e liderança, bem como o incentivo à aprendizagem contínua. Esta abordagem permite assegurar um alinhamento consistente entre o desenvolvimento individual e os objectivos estratégicos da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">O feedback é igualmente integrado numa perspectiva de melhoria contínua e de escuta activa. A empresa participa regularmente no estudo Great Place to Work, complementando essa análise com inquéritos internos e momentos estruturados de escuta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além dos instrumentos formais, é promovida uma cultura aberta ao feedback no dia-a-dia, incentivando a partilha entre colaboradores e liderança. Os resultados recolhidos são analisados de forma criteriosa, permitindo identificar áreas de melhoria e definir planos de acção concretos. A par de tudo isso, o processo é acompanhado por uma «comunicação transparente sobre o que foi ouvido e o que será feito», garante a manager.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Propósito e impacto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O envolvimento dos colaboradores em iniciativas alinhadas com a sustentabilidade é uma realidade na Goldenergy, que assegura uma «comunicação clara da missão ligada à energia 100% verde.» A organização promove uma ligação consistente entre o trabalho individual e o impacto colectivo, reforçando a consciência de que cada função contribui para um objectivo maior. O propósito está integrado nas práticas do dia-a-dia, sendo sustentado por um reforço contínuo dos valores da empresa. De acordo com a responsável, este alinhamento reflecte-se também na estratégia de employer branding, caracterizada pela autenticidade, «não apenas no discurso, mas sobretudo na prática.»</p>
<p style="text-align: justify;">Sofia Neves entende que os principais desafios ao nível da atracção e retenção de talento estão relacionados com um mercado cada vez mais competitivo, «especialmente em perfis técnicos e digitais.» Entre os obstáculos identificados, destaca-se a necessidade de equilibrar a competitividade salarial com a sustentabilidade do negócio, assim como responder à crescente expectativa dos colaboradores, nomeadamente em vertentes como a flexibilidade, propósito e desenvolvimento profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante estes desafios, a empresa assume uma proposta de valor «clara e diferenciadora», sustentada por uma cultura forte e consistente. São também promovidas oportunidades de crescimento interno, investimento contínuo em employer branding e uma experiência de colaborador cada vez mais personalizada, reforçando a capacidade de atrair e reter talento de forma sustentada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O caminho para um Great Place to Work</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para a manager, uma das medidas fundamentais para que a Goldenergy continue a evoluir enquanto Great Place to Work passa, em primeiro lugar, por manter a autenticidade da sua cultura à medida que a empresa cresce. Considera também essencial continuar a ouvir activamente os colaboradores e, sobretudo, agir de forma consistente sobre o feedback recolhido, reforçando a confiança e o sentimento de pertença. O investimento na liderança é outro aspecto identificado, reconhecendo que «é sempre o maior driver.» Paralelamente, sublinha a importância de equilibrar performance com bem-estar, assegurando que os resultados são alcançados sem comprometer a saúde e a motivação das equipas. Defende também a necessidade de «evoluir as práticas de people com base em dados», promovendo decisões mais informadas e estratégicas, bem como garantir coerência entre o discurso e a prática.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, a responsável reforça que será determinante continuar a inovar na experiência do colaborador, adaptando-se às novas expectativas e consolidando a posição da organização como uma referência enquanto Great Place to Work.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo foi publicado na edição de Março (nº. 183) da Revista da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>No top 10 das cidades mais atractivas da Europa para nómadas digitais há duas portuguesas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/no-top-10-das-cidades-mais-atractivas-da-europa-para-nomadas-digitais-ha-duas-portuguesas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades mais]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[nómadas digitais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=449274</guid>

					<description><![CDATA[Para descobrir quais os locais que oferecem melhor relação qualidade-preço para trabalhadores remotos, a consultora PlayersTime analisou 35 dos destinos europeus mais visitados em 2024, avaliando alojamento, alimentação, custos e velocidade da internet, transportes públicos e segurança. E há duas cidades portuguesas no ranking.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dados mostram que as duas cidades portuguesas incluídas na análise, nomeadamente Lisboa e Porto, estão ambas entre os 10 destinos mais atractivos para trabalhadores remotos na Europa, ocupando o oitavo e o 10.º lugar, respectivamente, com 122 e 116 pontos num total possível de 175.</p>
<p>Ambas as cidades portuguesas estão também entre as mais baratas do relatório, com despesas mensais a atingir 1569 euros no Porto e 1745 euros em Lisboa.</p>
<p>A liderar está Cracóvia, que obteve 161 pontos, o valor mais elevado do conjunto de dados, revelou a <a href="https://www.playerstime.com/reports/digital-nomads-european-cities/" target="_blank" rel="noopener">PlayersTime</a>.</p>
<p><strong> Veja aqui o r</strong><strong>anking:</strong></p>
<p><strong>1) Cracóvia (Polónia)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 1423,12 euros</p>
<p>Índice de segurança: 75,08</p>
<p>Pontuação: 161</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2) Varsóvia (Polónia)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 1265,26 euros</p>
<p>Índice de segurança: 74,66</p>
<p>Pontuação: 150</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3) Budapeste (Hungria)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 1542,24 euros</p>
<p>Índice de segurança: 66,27</p>
<p>Pontuação: 147</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4) Praga (Chéquia)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 1276,65 euros</p>
<p>Índice de segurança: 75,3</p>
<p>Pontuação: 141</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5) Tallinn (Estónia)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 2627,12 euros</p>
<p>Índice de segurança: 78,42</p>
<p>Pontuação: 137</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6) Madrid (Espanha)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 2169,41 euros</p>
<p>Índice de segurança: 70,91</p>
<p>Pontuação: 130</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7) Sevilha (Espanha)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 1912,62 euros</p>
<p>Índice de segurança: 63,69</p>
<p>Pontuação: 125</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8) Lisboa (Portugal)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 1745,27 euros</p>
<p>Índice de segurança: 67,03</p>
<p>Pontuação: 122</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>9) Dubrovnik (Croácia)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 2270,09</p>
<p>Índice de segurança: 82,23</p>
<p>Pontuação: 119</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10) Porto (Portugal)</strong></p>
<p>Despesas mensais: 1569,29</p>
<p>Índice de segurança: 66,39</p>
<p>Pontuação: 116</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento de competências, saúde mental e felicidade no trabalho: um investimento estratégico no capital humano</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/desenvolvimento-de-competencias-saude-mental-e-felicidade-no-trabalho-um-investimento-estrategico-no-capital-humano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 10:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Liliana Marques]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[O Teu Lugar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=444857</guid>

					<description><![CDATA[Opinião de Liliana Marques, psicóloga clínica, co-fundadora e directora da clínica de psicologia O Teu Lugar (Coimbra)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Liliana Marques, psicóloga clínica, co-fundadora e directora da clínica de psicologia O Teu Lugar, em Coimbra</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As empresas constroem-se entre paredes, procedimentos e números, mas a sua essência reside nas pessoas que lhes dão propósito e direcção. Por trás de cada empresa que cresce na sua dimensão e resultados, existem pessoas que, com o seu trabalho, transformam objectivos em realidade; são as pessoas que moldam a identidade, a cultura, e o futuro de cada empresa.</p>
<p>No mundo organizacional a tendência acompanha outras dimensões da sociedade: as mudanças ocorrem a uma velocidade estonteante, e isso exige uma necessidade de adaptação constante. Pede-se criatividade e inovação, mas não se pode perder o controlo financeiro; querem-se equipas motivadas e proactivas, mas as exigências em várias frentes fazem com que isso nem sempre seja uma prioridade. Os estudos recentes são unânimes quando analisam as relações entre as várias dimensões de produtividade e felicidade no trabalho: trabalhadores satisfeitos e felizes produzem mais. Investir no seu bem-estar é uma relação <em>win-win</em>.</p>
<p>O capital humano constitui um dos recursos mais valiosos de uma organização. A promoção da saúde mental e da felicidade no trabalho pode ser vista como uma condição essencial para que os colaboradores se sintam comprometidos com os objectivos organizacionais e, consequentemente, contribuam para o sucesso e diferenciação das organizações. Considerando que o bem-estar no trabalho envolve três dimensões (o bem-estar psicológico, associado ao prazer ou realização que o sujeito obtém ao realizar aquele trabalho, o bem-estar físico, relacionado com o nível de protecção da segurança/saúde gerados por aquele trabalho, e o bem-estar social, que advém dos relacionamentos que se estabelecem no trabalho (Santos, 2021)), a formação específica e a capacitação de colaboradores pode ser um caminho que compatibiliza a intervenção nestas três dimensões.</p>
<p>Partindo da premissa de que a capacitação do capital humano deve ser planeada de forma estratégica, considerando as necessidades dos colaboradores e o contexto organizacional, é relevante compreender de que forma algumas variáveis podem influenciar o bem-estar, a saúde mental, o envolvimento no trabalho e a produtividade dos colaboradores, bem como o impacto desses factores no desempenho e nos resultados das organizações. Há alguns estudos que demonstram que as iniciativas de desenvolvimento em áreas como inteligência emocional, gestão de <em>stress</em> e competências relacionais contribuem para um aumento do bem-estar psicológico, melhoria do clima organizacional e redução de factores de risco como o <em>burnout.</em></p>
<p>De facto, a par com outras estratégias de intervenção psicológica, a capacitação pode ser uma forma eficaz de investimento na saúde mental dos colaboradores, e isso pode ser um caminho essencial para contrariar a tendência: de acordo com a análise da Ordem dos Psicólogos Portugueses (2022), em Portugal, as perdas de produtividade ligadas à saúde mental eram de cerca de 5,3 mil milhões de euros por ano. O absentismo teve um custo de 1,8 mil milhões de euros, e o presentismo (ou seja, quando os trabalhadores vão trabalhar, mas funcionam abaixo das suas capacidades), teve um custo de 3,5 mil milhões de euros. Não obstante, concluiu-se que dois em cada cinco trabalhadores lidam com problemas de saúde mental; esta tendência pode ser contrariada se investirmos em acções preventivas na saúde mental dos colaboradores. O retorno pode ser de 5€ por cada 1€ investido, e as empresas portuguesas podem acumular uma poupança de cerca de 30% por ano (1,6 mil milhões de euros).</p>
<p>O estudo recente da GoodHabitz com a Markteffect refere dados essenciais: a maioria dos colaboradores portugueses (cerca de 86%) afirma que a felicidade no trabalho afecta o seu bem-estar, e 85% dos mesmos acredita que o desenvolvimento pessoal ajuda a melhorar a felicidade no trabalho. Não obstante, 55% dos inquiridos considera que as oportunidades de desenvolvimento pessoal influenciam o facto de se manterem no trabalho actual. Pensarmos, então, em planos estratégicos de capacitação das pessoas e das equipas (e.g. formação específica e direccionada) parece ser um investimento com retorno; isto pode ter efeitos extraordinários na saúde mental e, consequentemente, na produtividade dos colaboradores.</p>
<p>Em suma, investir capacitação específica dos colaboradores pode ser uma alavanca estratégica para melhorar, simultaneamente, a saúde mental dos colaboradores e a produtividade nas empresas. Quando estas acções são contínuas e integradas na cultura da empresa, os seus efeitos estendem-se ao desempenho, traduzindo-se em menor absentismo, maior <em>engagement </em>e melhores resultados. Podemos olhar para a capacitação dos colaboradores, não apenas como um instrumento de qualificação técnica, mas como uma forma de intervenção na saúde mental e no bem-estar dos colaboradores, que desempenha um papel central na promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, com impacto directo nos resultados das empresas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grécia lidera o ranking europeu dos trabalhadores mais stressados. Que lugar ocupa Portugal?</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/grecia-lidera-o-ranking-europeu-do-stress-no-trabalho-que-lugar-ocupa-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Gallup]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[State of the Global Workplace]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=449231</guid>

					<description><![CDATA[Um estudo da Gallup, que abrangeu 160 países, comparou os níveis de stress na Europa com os do resto do mundo e revela boas e más notícias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="c-article-summary">Além do risco para a retenção, colaboradores stressados ou desmotivados podem também prejudicar a produtividade nas empresas. Segundo o relatório &#8220;State of the Global Workplace&#8221; de 2026 da Gallup, essa perda pode atingir até 9% do PIB mundial, revela o Euronews.</p>
<p>Segundo o relatório da consultora, globalmente, o engagement dos trabalhadores está a diminuir, situando-se em 20% (o valor mais baixo desde2020), com os trabalhadores a sentirem-se menos motivados e empenhados.</p>
<p>Enquanto a Europa regista valores mais baixos de stress, é também a região menos engaged (pelo sexto ano consecutivo), enquanto os EUA e o Canadá registam os valores de engagement mais elevado e, ao mesmo tempo, os mais altos níveis de stress.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-449235 size-full" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/Picture1.png" alt="" width="702" height="570" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/Picture1.png 702w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/Picture1-300x244.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/Picture1-554x450.png 554w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/Picture1-150x122.png 150w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/04/Picture1-600x487.png 600w" sizes="(max-width: 702px) 100vw, 702px" />Geograficamente, os europeus do sul tendem a ser, geralmente, os mais afectados pelo stress, com os gregos (61%), os malteses (57%), os cipriotas (56%), os italianos (51%) e os portugueses (47%) a registarem os níveis mais elevados.</p>
<p>No lado oposto estão os dinamarqueses (19%), os polacos (22%) e os lituanos (23%).</p>
<p>Segundo a Gallup, o perfil dos trabalhadores mais stressados aponta para uma maioria de gestores, com menos de 35 anos e em regimes de trabalho híbridos.</p>
<p>Quando se trata de bem-estar, os dados mostram que os trabalhadores europeus estão muito melhor, com cerca de 49% dos trabalhadores a afirmar estarem a prosperar, em comparação com 34% a nível mundial.</p>
<p>A Finlândia (81%), a Islândia (78%) e a Dinamarca (78%) estão no topo da tabela da felicidade na Europa.</p>
<p>A maioria dos trabalhadores europeus sente-se optimista, com 57% a afirmar que é uma boa altura para encontrar um emprego &#8211; mais do que a média global de 52% &#8211; liderada pelos Países Baixos (86%), enquanto a Eslováquia fecha a tabela com 32%.</p>
<p>A região do mundo menos optimista é o Médio Oriente e o Norte de África (36%), enquanto os asiáticos do Sudeste são os mais confiantes, com 64%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tem perfil de liderança e ambiciona ter uma experiência internacional? A Comissão Europeia tem uma vaga aberta (com salário superior a 18 mil euros + subsídios)</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/tem-perfil-de-lideranca-e-ambiciona-ter-uma-experiencia-internacional-a-comissao-europeia-tem-uma-vaga-aberta-com-salario-superior-a-18-mil-euros-subsidios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:10:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento/Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[comissao europeia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[recrutamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=448877</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão Europeia está a recrutar um director da Direcção-Geral dos Serviços Digitais, para a cidade do Luxemburgo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Actuando sob a supervisão directa do director-geral adjunto, o director da Direcção-Geral dos Serviços Digitais (DIGIT.C) Local de trabalho digital e infraestruturas, será responsável por salvaguardar a qualidade, a relação custo eficácia e a segurança dos serviços de infraestruturas de TIC institucionais.</p>
<p>Entre os requisitos estão:</p>
<ul>
<li>proactividade, capacidades analíticas, definir e elaborar objectivos estratégicos e traduzi-los em propostas de acção concretas;</li>
<li>capacidade para comunicar de forma eficaz com as partes interessadas internas e externas;</li>
<li>ser nacional de um Estado-Membro da União Europeia</li>
<li>licenciatura</li>
<li>15 anos de experiência profissional relevante, cinco dos quais no desempenho de funções de gestão de alto nível</li>
<li>bons conhecimentos de uma língua da União Europeia e conhecimentos de outra</li>
</ul>
<p><strong>Remuneração mensal</strong> indicativa de 18.695,13 euros, mais subsídios.</p>
<p>O prazo para o registo das candidaturas é <strong>12 de Maio, às 12h00, hora de Bruxelas</strong>.</p>
<p>Informações completas e candidaturas <a href="https://commission.europa.eu/get-involved/jobs-european-commission/job-opportunities-commission/apply-management-positions-european-commission/director-digitc-digital-workplace-infrastructure-grade-ad-14-com202610481_en" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sabe tudo o que é considerado acidente de trabalho? E quanto tempo tem para o participar? Esclareça as dúvidas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/sabe-o-que-sao-considerados-acidentes-de-trabalho-descubra-aqui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 07:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lei laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=449135</guid>

					<description><![CDATA[Apesar de alguns sectores de actividade terem riscos mais elevados, os acidentes de trabalho podem acontecer a qualquer momento e em qualquer profissão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Neste sentido, o Ekonomista explica o conceito e os procedimentos a seguir. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acidente de trabalho acontece no contexto da actividade profissional, o que inclui:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>ocorrência no local de trabalho;</li>
<li>ocorrência durante o tempo dedicado à actividade profissional;</li>
<li>trajecto casa-emprego e vice-versa.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>E resulta uma lesão corporal ou doença que causa diminuição da capacidade de trabalho ou de rendimentos do trabalhador, ou mesmo fatal.</p>
<p>Consideram-se acidentes de trabalho todos os sinistros que aconteçam:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>no local e tempo de trabalho, ou seja, durante o período normal em que desempenha as suas funções, o período anterior e posterior dedicado à preparação para a actividade profissional, e também os tempos de pausa obrigatórios;</li>
<li>aquando do percurso de ida e de volta do local onde é prestada a actividade laboral;</li>
<li>no desempenho de quaisquer tarefas não solicitadas pelo empregador, mas que ainda assim possam trazer benefícios económicos para o mesmo;</li>
<li>no local de trabalho e fora deste, na qualidade de representante dos trabalhadores e para exercer o direito de reunião;</li>
<li>durante a participação em formações que decorram no local habitual de trabalho ou fora deste, sempre que a frequência das mesmas seja autorizada pela entidade patronal;</li>
<li>no local onde é realizado o pagamento do salário e durante o tempo que aí necessitar de permanecer para esse efeito;</li>
<li>nos locais onde deve dirigir-se para receber cuidados médicos devido a um acidente de trabalho ocorrido previamente;</li>
<li>na execução de actividades solicitadas ou autorizadas pelo empregador, mesmo que estas decorram fora do local ou tempo de trabalho;</li>
<li>durante o período concedido por lei ao trabalhador para procurar um novo emprego.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p id="h-participacao-eletronica-de-acidentes-de-trabalho" class="wp-block-heading"><strong>Participação electrónica de acidentes de trabalho</strong><br />
A participação electrónica dos acidentes de trabalho é obrigatória para todas as empresas, exceptuando as que têm menos de 10 trabalhadores, os trabalhadores independentes e os profissionais de serviço doméstico.</p>
<p>Esta participação deve ser efectuada no prazo de 24 horas a partir da data de conhecimento do acidente, e deve ser feita pelo empregador para a respectiva seguradora. Se o empregador não cumprir esta obrigação, incorre numa contra-ordenação grave.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Função pública e sector privado</strong><br />
O regime aplicável aos funcionários públicos segue os mesmos princípios da lei geral aplicável às empresas privadas, mas adapta‑os ao contexto próprio da Administração Pública.</p>
<p>As entidades privadas têm seguro e as entidades públicas têm:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>responsabilidade pela reparação dos danos resultantes do acidente;</li>
<li>competência exclusiva para qualificar o acidente.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Procedimento em caso de acidente com trabalhador da função pública</strong><br />
O superior hierárquico do trabalhador estatal deve participar, em impresso próprio fornecido pelo serviço, ao respectivo dirigente máximo, os acidentes ocorridos com os seus trabalhadores, no prazo máximo 24 horas a partir da data em que tomou conhecimento dos mesmos. Quando do acidente resulte incapacidade permanente ou morte, é à Caixa Geral de Aposentações que compete a avaliação e a responsabilidade pela reparação dos danos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direitos do trabalhador da função pública em caso de sofrer acidente de trabalho</strong><br />
Quando o funcionário público falta ao trabalho devido ao acidente, o seu salário não sofre qualquer corte, mantendo-se o subsídio de refeição bem como os restantes suplementos sobre os quais recaem descontos para o regime de segurança social.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Já são conhecidas as datas de pagamento dos apoios da Segurança Social de Maio. Veja aqui quando começam</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/ja-sao-conhecidas-as-datas-de-pagamento-dos-apoios-da-seguranca-social-de-maio-veja-aqui-quando-comecam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 07:10:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[apoios da Segurança Social]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hrportugal.sapo.pt/?p=448996</guid>

					<description><![CDATA[Conheça as datas de pagamentos dos apoios da Segurança Social para o mês de Maio. Veja em que dia vai receber a pensão ou subsídio social a que tem direito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira todas as datas:</p>
<ul>
<li><strong>4 de Maio:</strong> Doença Profissional: Pensões e Subsídios (transferência bancária; vale de correio)</li>
<li><strong>7 de Maio:</strong> Rendas (transferência bancária)</li>
<li><strong>8 de Maio:</strong> Pensões (transferência bancária; vale de correio)</li>
<li><strong>8 de Maio:</strong> Complemento Solidário para Idosos  (transferência bancária; vale de correio)</li>
<li><strong>8 de Maio: </strong>Prestação Social para a Inclusão (transferência bancária; vale de correio)</li>
<li><strong>15 de Maio:</strong> 1º Pagamento Desemprego / Doença / Parentalidade / Acção Social (transferência bancária; vale de correio)</li>
<li><strong>15 de Maio:</strong> Prestações Familiares (transferência bancária; vale de correio)</li>
<li><strong>22 de Maio:</strong> Rendimento Social de Inserção (transferência bancária; vale de correio)</li>
<li><strong>28 de Maio:</strong> 2º Pagamento Desemprego / Doença / Parentalidade / Acção Social (transferência bancária; vale de correio)</li>
<li><strong>28 de Maio:</strong> Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal (transferência bancária; vale de correio)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
