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	<title>Human Resources &#8211; Human Resources</title>
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	<title>Human Resources &#8211; Human Resources</title>
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	<item>
		<title>Do negócio para os RH e dos RH para o negócio</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/do-negocio-para-os-rh-e-dos-rh-para-o-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Almoços CE]]></category>
		<category><![CDATA[Nas bancas]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre a escassez de talento, a inteligência artificial e o envelhecimento da força de trabalho, os desafios da Gestão de Pessoas multiplicam-se. A resposta passa por reforçar o papel estratégico dos Recursos Humanos (RH) na construção de organizações mais preparadas para o futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Entre a escassez de talento, a inteligência artificial e o envelhecimento da força de trabalho, os desafios da Gestão de Pessoas multiplicam-se. A resposta passa por reforçar o papel estratégico dos Recursos Humanos (RH) na construção de organizações mais preparadas para o futuro.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Ana Leonor Martins | Foto Nuno Carrancho</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Contando com um “convidado especial” – Nuno Arruda, head of Portugal da WTW –, foi pelos desafios da Gestão de Pessoas para o negócio que a conversa começou. E o responsável não tem dúvidas de que «é uma área com um papel transformador», mas questiona-se se não está a voltar a focar-se mais em processos e compliance do que em estratégia. A opinião à volta da mesa não é consensual, havendo quem garanta que a Gestão de Pessoas tem «definitivamente um papel estratégico» e influência no negócio (mas com a ressalva de que também dependerá quer da pessoa que assume a função, quer da liderança da empresa). Entre os temas mais relevantes, identificou-se a atracção e retenção de talento, o desenvolvimento das lideranças e o reforço da cultura organizacional (o Barómetro Human Resources publicado nesta edição também aborda o tema).</p>
<p style="text-align: justify;">Os temas em reflexão voltaram a passar pela evolução do mercado de trabalho e pela preparação das novas gerações, num contexto de rápida mudança, questionando-se os métodos do sistema educativo, desde a base, e o papel que deve ser assumido pelas universidades. Sendo cada vez mais notório o desalinhamento com a realidade dos jovens (quase nativos em tecnologia e inteligência artificial) e as necessidades do mercado, defendeu-se um ensino mais orientado para o desenvolvimento do pensamento crítico e de competências sociais, para a aprendizagem contínua e aplicação prática do conhecimento. Isso exigirá repensar conteúdos, métodos de avaliação e as competências que é mais relevante desenvolver nos futuros profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Abordou-se ainda o envelhecimento da força de trabalho e os desafios da longevidade profissional. Apesar de se reconhecer que persistem preconceitos em relação à contratação de profissionais mais seniores, foi consensual a ideia de que os trabalhadores com mais de 45 ou 55 anos representam uma fonte valiosa de experiência, estabilidade, capacidade de gestão de conflitos e conhecimento organizacional. A solução para não desperdiçar este conhecimento pode passar por modelos de part-time, pré-reforma ou participação em projectos específicos.</p>
<p style="text-align: justify;">O almoço do Conselho Editorial de Junho realizou-se na WTW, em Lisboa, a convite da conselheira Elsa Carvalho. Estiveram ainda presentes, para além de Nuno Arruda, os conselheiros: Ana Gama Marques (MEO); Carla Pereira (Unilever); Joana Pita Negrão (Dils); Pedro Fontes Falcão (Iscte Executive Education); Pedro Henriques (Siemens); e Rita Baptista (Cimpor).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Almoço do Conselho Editorial da Human Resources, artigo publicado n.º 186, de Junho de 2026</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>E, no fim, o mais importante… são as pessoas!</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/e-no-fim-o-mais-importante-sao-as-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:20:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Nas bancas]]></category>
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					<description><![CDATA[Leia o editorial de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Ricardo Florêncio</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos um momento de fascínio colectivo pela tecnologia. A inteligência artificial (IA), a digitalização, a automação dominam conversas, agendas, conferências e estratégias empresariais. É praticamente impossível que numa reunião de gestão estes temas não ocupem o centro da conversa. A velocidade da mudança é real, o impacto é inegável e quem não acompanhar ficará, inevitavelmente, para trás. Mas há um enorme risco silencioso em todo este processo, neste fascínio: o risco de confundir o meio com o fim.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo o tipo de tecnologia é uma ferramenta, um instrumento. Poderosa, transformadora, indispensável, mas uma ferramenta. A IA não decide sozinha o que é relevante para uma empresa, pois são as empresas que decidem o que querem ser, que caminhos querem seguir. A digitalização não cria cultura, valores, nem relações interpessoais. E nenhum algoritmo substitui a capacidade humana de criar confiança, de liderar com propósito, de construir equipas que acreditam no que fazem.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o que faz realmente a diferença nas organizações? Não é todo o tipo de tecnologia que adquiriram, que possuem. É quem a usa, como a usa e para que fins e objectivos a usa. São as pessoas que transformam dados em informações para posteriores decisões. Que transformam processos em resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas que apresentam melhores resultados – e que mais preparadas vão estar para o futuro – não são, necessariamente, as que têm mais tecnologia. São as que conseguem colocar as pessoas certas, com as competências certas, nos lugares certos e com objectivos claramente definidos, com uma estratégia, definida e comunicada.</p>
<p style="text-align: justify;">Investir em plataformas sem investir nas pessoas que as vão usar é uma ilusão cara. E continua a ser um erro comum. A tecnologia evolui. As pessoas também. Mas, no fim, o que é mesmo mais importante… são as pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Editorial publicado na revista Human Resources nº 186, de Junho de 2026</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reconhecimento e valorização: os activos invisíveis dos líderes</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/reconhecimento-e-valorizacao-os-activos-invisiveis-da-lideranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[ABP Corporate Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Barosa]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Alexandra Barosa, directora Executiva do curso de Coaching Executivo da Nova SBE e managing partner da ABP Corporate Coaching]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alexandra Barosa, directora Executiva do curso de Coaching Executivo da Nova SBE e managing partner da ABP Corporate Coaching</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Há decisões profissionais que não nascem nem da falta de recursos nem da ausência de aprendizagem. Nascem de algo mais silencioso e estrutural: a falta de reconhecimento e valorização.</p>
<p style="text-align: justify;">Houve um momento na minha carreira em que optei por sair de uma organização exigente, com elevados padrões e recursos de qualidade. Não saí por insatisfação com o contexto, saí porque o meu contributo não era reconhecido nem valorizado. Mais do que isso, saí porque não existia uma cultura que desse visibilidade ao trabalho das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta experiência moldou de forma definitiva a minha perspectiva da liderança: o reconhecimento e a valorização não são gestos acessórios. São factores estruturais de motivação, desenvolvimento e compromisso.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconhecemos o que as pessoas fazem: resultados, entregas, performance. Valorizamos quem as pessoas são: a atitude, a consistência, o contributo contínuo. Reconhecimento e valorização devem, por isso, ser complementares. Quando a liderança se foca exclusivamente no resultado, existem períodos &#8211; muitas vezes os mais exigentes &#8211; em que deixa de haver “matéria” para reconhecer. E é precisamente nesses momentos que as pessoas começam a desligar-se, sem ruído visível.</p>
<p style="text-align: justify;">No trabalho que desenvolvo com equipas, este padrão repete-se: organizações com forte orientação para resultados, mas com baixa capacidade de tornar explícito o valor individual e colectivo para além das métricas.</p>
<p style="text-align: justify;">A consequência é clara: desgaste crescente, baixa mobilização e decisões menos robustas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mudar este padrão não é complexo, mas exige intencionalidade. Exige que os líderes tornem visível o que está por trás do desempenho: a qualidade das decisões, a aprendizagem e o contributo de cada elemento para o funcionamento da equipa. Implica também rever uma prática crítica: não reconhecer apenas o que foi bem-sucedido. Um líder maduro reconhece o esforço, a tentativa, as lições aprendidas e até o risco assumido.</p>
<p style="text-align: justify;">E há um terceiro elemento frequentemente ignorado: a celebração. Não apenas dos grandes resultados, mas dos pequenos progressos que suportam objetivos maiores. Sem estes momentos, as organizações entram num modo contínuo de execução onde o desgaste aumenta e o sentido diminui.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe, também, um ponto ainda pouco explorado: o reconhecimento e a valorização não são apenas top-down. Também os colaboradores devem reconhecer e valorizar os seus líderes, frequentemente expostos a elevados níveis de pressão e com pouco feedback. Culturas maduras partilham esta responsabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, iniciativas que promovem a partilha de boas práticas &#8211; como o projecto do IEFP, num esforço meritório de valorização interna e reforço da missão de serviço público &#8211; assumem especial relevância, particularmente no sector público, onde a missão e o impacto social exigem elevados níveis de compromisso colectivo. Foram, aliás, estas algumas das ideias centrais que partilhei no evento que deu visibilidade a este trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconhecer e valorizar devem fazer parte de decisões de liderança &#8211; diárias, consistentes e observáveis. E, no limite, traduz-se numa pergunta exigente: se as equipas replicassem exactamente aquilo que os seus líderes reforçam e valorizam todos os dias, estaríamos a construir apenas desempenho… ou verdadeiro compromisso?</p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Junho 2026</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/junho-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Índice]]></category>
		<category><![CDATA[Nas bancas]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça todos os temas da edição n.º 186 da Human Resources.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">COMPRE online a <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> ou a <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Editorial<br />
</strong>E, no fim, o mais importante… são as pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conselheiros<br />
</strong>O futuro não é sem recursos humanos. É com melhores líderes. | Marco Serrão, Chief People and Culture Officer da Nadara</p>
<p>Arquitectos do propósito | Isabel Borgas, Directora de Pessoas e Organização da NOS</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conselho Editorial<br />
</strong>Do negócio para os RH e dos RH para o negócio</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Radar<br />
</strong></p>
<p><strong>Liderar com Mundo</strong></p>
<p><strong>Branded<br />
</strong>GPTW</p>
<p><b>Tema de capa<br />
</b>PRÉMIOS HUMAN RESOURCES 2026 &#8211; OS MELHORES DOS MELHORES EM GESTÃO DE PESSOAS<b></b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Gestora de Pessoas<br />
</b>Joana Caixinha, Directora de Recursos Humanos da NAV Portugal</p>
<p><b>Barómetro Human Resources<br />
</b>Todos falam de IA. Mas as maiores preocupações continuam a ser produtividade e talento</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Liderança<br />
</strong>Vale a pena contratar líderes célebres?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Boas Práticas</strong><em><strong><br />
</strong></em>Vista Alegre</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Executive Breakfast<br />
</strong>Confiança: o novo desafio das organizações</p>
<p><strong>Branded<br />
</strong>MC Sonae</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chief Talent Officer Cast<br />
</strong>Para além do currículo<em><br />
</em></p>
<p><strong>Well-Being O’Clock<br />
</strong>O bem-estar começa na liderança, mas constrói-se todos os dias</p>
<p><strong>Branded</strong><br />
Fidelidade Assistance</p>
<p><strong>HR Talks</strong><br />
REBR 2026</p>
<p><strong>Reportagem</strong><br />
Brands Like Bands</p>
<p><strong>Internacional</strong><br />
Páre com os “pedidos de desculpa vazios” no trabalho</p>
<p><strong>Pequeno-Almoço<br />
</strong>Desencontros que expõem fragilidades</p>
<p><strong>Branded</strong><br />
YOUR HOTEL &amp; SPA ALCOBAÇA</p>
<p><strong>Evento</strong><br />
GI GROUP HOLDING</p>
<p><strong>Case Study</strong><br />
SAP</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cadernos Especiais<br />
</strong>Employer Branding<br />
Formação<br />
Responsabilidade Social Coporativa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fora de casa</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Opinião<br />
</strong>Lealdade e liderança: andam de mãos dadas? | Tony Gonçalves, CEO do The Evrose Group</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Edenred: Do cuidado ao impacto</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/do-cuidado-ao-impacto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Edenred]]></category>
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					<description><![CDATA[A Edenred apresenta novo posicionamento no ecossistema de benefícios através da sua Plataforma de Benefícios e Vantagens, acessível por app.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A Edenred apresenta novo posicionamento no ecossistema de benefícios através da sua Plataforma de Benefícios e Vantagens, acessível por app.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Num mercado pressionado por uma inflação persistente e expectativas crescentes, ignorar o bem-estar e o envolvimento das equipas tem consequências directas: menor produtividade, maior rotatividade e perda de foco. Segundo a Gallup, apenas 23% dos colaboradores se sentem envolvidos com o seu emprego, o que pode estar a custar à economia mundial cerca de 438 mil milhões de dólares todos os anos em perdas de produtividade e fidelização do talento. Nesse contexto, e focada em melhorar o mundo do trabalho, a Edenred acaba de revelar um novo posicionamento, de forma a responder a este desafio. O objectivo é ajudar as empresas a aumentar o envolvimento dos seus colaboradores, convertendo experiências positivas do dia-a-dia em desempenho sustentável para pessoas e organizações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Porquê priorizar o bem-estar e o envolvimento? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando as empresas protegem o poder de compra, apoiam a saúde e o bem-estar do colaborador e ainda criam reconhecimento consistente, elas ganham foco, lealdade e resultados. E estes são pilares de uma proposta de valor ao colaborador que se pretende robusta e competitiva, naquela que é uma alavanca estratégica para atrair, fidelizar e motivar talento. Este pressuposto é ainda mais relevante no actual cenário económico, em que as pressões sobre o custo de vida aumentam o stress financeiro, minam a motivação e comprometem a produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;">A Edenred parte desta realidade com um único objectivo: transformar o bem-estar em experiências frequentes e úteis que aproximam expectativas dos colaboradores e objectivos dos empregadores. Nesse sentido, a sua Plataforma de Benefícios e Vantagens integra, num só ecossistema, as principais dimensões que alimentam o envolvimento – poder de compra, saúde, desenvolvimento e reconhecimento – e torna-as acessíveis no quotidiano de cada pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Como? Ao reforçar o rendimento disponível, reduz o stress financeiro e aumenta a satisfação com o empregador. Ao facilitar cuidados de saúde e apoio à família (infância e seniores), diminui a ansiedade e liberta energia para o trabalho. Ao viabilizar educação e formação contínua, incentiva a progressão e fortalece o vínculo com a organização. E ao promover premiação e reconhecimento, eleva a motivação e a qualidade de vida. O resultado é um ciclo virtuoso de utilização real, percepção de cuidado e mais compromisso com o desempenho colectivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem custos fixos por utilizador, a plataforma da Edenred integra nove benefícios e vantagens, cobrindo alimentação, saúde, educação e formação, material escolar, apoio à infância e aos seniores, além da premiação. A gestão é centralizada no Portal Cliente e a experiência do colaborador é intuitiva através da app MyEdenred e da associação ao MB WAY, reduzindo fricção e acelerando a utilização efectiva no dia-a-dia.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta inclui, ainda, uma dimensão de sustentabilidade, já que está alinhada com as prioridades ESG. Graças a medidas como cartões produzidos com materiais reciclados e participação no programa de recolha e reciclagem de cartões em fim de vida, contribui para 12 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ancorar o envolvimento em experiências diárias importantes, a Edenred afirma-se como o parceiro que ajuda a colmatar a distância entre o que as pessoas esperam e o que as empresas precisam, com uma plataforma completa e preparada para o futuro do trabalho. É por isso que, em Portugal, mais de 23 mil empresas já confiam na Edenred para a atribuição de benefícios a mais de um milhão de utilizadores.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte da edição de Maio (n.º 185) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>NTT Data &#124; IA nas organizações: do recrutamento à jubilação</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/ia-nas-organizacoes-do-recrutamento-a-jubilacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:40:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[NTT DATA]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais do que automatizar processos, a IA está a redesenhar toda a experiência de trabalho dentro das organizações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Mais do que automatizar processos, a IA está a redesenhar toda a experiência de trabalho dentro das organizações.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por: Miguel Paneiro, head of Talent &amp; Transformation Services na NTT DATA Portugal</em></p>
<p style="text-align: justify;">Durante décadas, a Gestão de Pessoas foi organizada em momentos estanques: recrutar, integrar, avaliar, desenvolver, reter, desligar. Cada fase com processos, sistemas e indicadores próprios. Essa lógica já não corresponde à forma como o trabalho é vivido hoje. O trabalho tornou-se contínuo, híbrido e fluido, e a experiência dos colaboradores deixou de ser previsível para se tornar profundamente variável e não-linear.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, a inteligência artificial (IA) deixa de ser apenas uma ferramenta de eficiência e assume um papel estrutural: uma infra-estrutura invisível que liga dados, decisões e acções ao longo de todo o ciclo de vida profissional. A questão para líderes de RH, IT e para o próprio conselho de administração já não é se a IA vai entrar na Gestão de Pessoas. Essa decisão está tomada pelo mercado. A verdadeira questão é até onde a IA deve ir e quais são as escolhas que exigem, deliberadamente, limites claros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Da automação à experiência contínua</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A entrada da IA nas organizações começou, em muitos casos, pela automação de tarefas administrativas: triagem de currículos, agendamento de entrevistas, respostas a perguntas frequentes. Estes ganhos são reais, mas são muito orientados a microprodutividade. O valor estratégico surge quando a IA deixa de actuar em silos e passa a operar a experiência do colaborador como um fluxo contínuo, do primeiro contacto à transição para a reforma. Mas esta evolução obriga a decisões difíceis.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem tudo o que pode ser automatizado deve sê-lo. Há momentos, como avaliações críticas, decisões de progressão ou gestão de conflitos sensíveis em que a IA deve apoiar, estruturar ou informar, mas nunca substituir a responsabilidade humana. Liderar com IA implica assumir posições claras, ou seja, definir onde a tecnologia acelera valor e onde a presença humana é inegociável.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste novo paradigma, cada interacção conta. Pequenas fricções acumuladas – um pedido que demora dias, um processo pouco claro, sistemas que não comunicam entre si – moldam a percepção que as pessoas têm da organização. Quando bem integrada e bem delimitada, a IA permite transformar momentos dispersos em microinteracções coerentes, contextuais e consistentes, sem diluir a responsabilidade de quem lidera.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recrutamento e integração: libertar tempo, não delegar critérios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No recrutamento, a IA pode libertar tempo valioso para aquilo que realmente diferencia uma organização: a qualidade da interacção humana. Triagens assistidas e auditáveis, comunicação consistente com candidatos ou apoio no agendamento reduzem ruído e aceleram decisões. Mas o critério final de natureza cultural, ético e estratégico continua a ser humano. Automatizar sem modelos de governo não escala talento, mas sim risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Na integração de pessoas (o chamado onboarding) o impacto é ainda mais visível. Os primeiros 90 dias são determinantes para a confiança, o envolvimento e a retenção. A IA embebida no fluxo de trabalho, orientando acessos, clarificando políticas ou sugerindo conhecimento relevante, reduz a ansiedade e aumenta a autonomia. O objectivo não é impressionar com tecnologia, mas remover obstáculos para que as pessoas se concentrem em aprender, integrar-se e contribuir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Performance, aprendizagem e mobilidade: foco no que realmente cria valor </strong></p>
<p style="text-align: justify;">À medida que avançamos na jornada do colaborador, torna-se evidente que métricas tradicionais de produtividade já não capturam o valor criado. A IA pode apoiar a síntese de feedback, a preparação de conversas de performance e o acompanhamento de compromissos, promovendo consistência e qualidade. A decisão, porém, continua a ser humana. Não pode ser de outra forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Na aprendizagem e mobilidade interna, o potencial é transformador. Num contexto de rápida obsolescência de competências, a IA ajuda a identificar lacunas, sugerir percursos de desenvolvimento e ligar talento a oportunidades internas. As competências passam a ser uma verdadeira moeda organizacional, influenciando retenção, motivação e capacidade de adaptação estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bem-estar, suporte e confiança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A pressão constante e a mudança acelerada têm impacto directo no bem-estar das pessoas. Soluções de suporte 24/7, que fazem a orientação para serviços e reduzem tempos de espera podem melhorar significativamente a experiência. No entanto, para escalar o valor da IA, é necessário aceder aos dados, preservar a confiança e garantir privacidade, segurança e clareza sobre como esses dados são utilizados. Tecnologia sem governança degrada a experiência. Tecnologia com governança escala confiança e protege a reputação da organização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Offboarding e reforma: a experiência não termina no último dia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo na saída, a IA pode ter um papel positivo: clarificar passos, apoiar passagens de pasta, sintetizar entrevistas de saída e manter uma relação estruturada com alumni. A experiência final conta para a percepção de marca empregadora, para a transferência de conhecimento e para a criação de futuros embaixadores.</p>
<p style="text-align: justify;">A transição para a reforma, frequentemente negligenciada, beneficia igualmente de orientação clara, planeamento e mentoria. Num mundo cada vez mais sem fronteiras, a relação entre pessoa e organização pode continuar para além do vínculo formal, gerando valor mútuo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dados, IA e agentes: escalar valor sem abdicar do controlo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que distingue esta nova fase não é apenas a IA que responde ou recomenda, mas a emergência de agentes capazes de executar objectivos dentro de limites bem definidos. Dados dão contexto, a IA interpreta e sugere, os agentes actuam. Sem controlos, o risco escala. Com um modelo de governo, o valor escala.</p>
<p style="text-align: justify;">Para directores de RH e IT, este novo modelo de trabalho exige uma colaboração mais estreita do que nunca. RH passa a orquestrar a experiência humana; IT garante arquitectura, segurança e fiabilidade. O Board define os limites, os princípios e a ambição. Sem uma narrativa clara e centrada nas pessoas, qualquer transformação falha.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte da edição de Maio (n.º 185) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
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		<title>BAT: Talento que sustenta a transformação</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/talento-que-sustenta-a-transformacao-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BAT]]></category>
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					<description><![CDATA[Para a BAT, ser reconhecida como Top Employer pelo nono ano consecutivo não é apenas um marco reputacional – é, sobretudo, um reflexo de consistência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Para a BAT, ser reconhecida como Top Employer pelo nono ano consecutivo não é apenas um marco reputacional – é, sobretudo, um reflexo de consistência.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2026, a British American Tobacco (BAT) voltou a integrar o grupo de organizações distinguidas pelo Top Employers Institute, reforçando o seu posicionamento como uma referência global em práticas de Recursos Humanos e evidenciando uma cultura organizacional alinhada com a transformação que a empresa está a protagonizar.</p>
<p style="text-align: justify;">A distinção da BAT como Top Employer 2026 – pelo nono ano consecutivo – não surge como um reconhecimento isolado, mas sim como reflexo de uma estratégia consistente que coloca as pessoas no centro da transformação da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Num momento em que a organização acelera a sua transição para um portefólio de Novas Categorias e para um “Mundo Sem Fumo”, a cultura interna assume-se como um dos principais motores dessa mudança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um reconhecimento consistente </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A certificação Top Employer resulta de um processo de avaliação rigoroso que analisa seis grandes áreas de Recursos Humanos, distribuídas por 20 temáticas – entre as quais se encontra a estratégia de pessoas, o ambiente de trabalho, a atracção e o desenvolvimento de talento, a diversidade, equidade e inclusão e o bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2026, a BAT foi reconhecida em 44 países, distribuídos por cinco regiões – África, Ásia-Pacífico, Médio Oriente, América Latina e Europa – naquele que é o maior número de mercados certificados pela empresa até à data. Este reconhecimento valida uma abordagem estruturada à gestão de talento, assente numa proposta de valor clara e transversal às várias geografias onde a organização opera.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta de valor para os colaboradores é, assim, construída sobre três pilares fundamentais: cuidado, crescimento e transformação. O cuidado traduz-se na criação de um ambiente inclusivo, próximo e respeitador, onde a diversidade é valorizada e promovida. Já o crescimento reflecte-se em oportunidades concretas de desenvolvimento, aprendizagem contínua e progressão de carreira. Por fim, a transformação posiciona os colaboradores como agentes activos de mudança, incentivando a sua participação em processos de inovação e em novas formas de trabalhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Como destaca Álvaro Rodríguez de Codes, director-geral da BAT Portugal, «esta distinção global reflecte o compromisso contínuo da BAT em criar uma progressão de carreira contínua». O responsável sublinha ainda que, também no país, a cultura da empresa assenta «na confiança, no desenvolvimento e na diversidade», pontos que considera essenciais para impulsionar a inovação e a evolução do negócio, assim como a transição para Novas Categorias de produtos para construir “Um Amanhã Melhor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mesma linha, Francisco Serrano Torregrosa, director de Recursos Humanos da BAT para Espanha e Portugal, reforça a centralidade das pessoas neste processo: «O propósito e o compromisso da BAT passa por construir uma cultura que impulsiona o desenvolvimento e o crescimento, que cuida de cada pessoa que faz parte da equipa e que acompanha a transformação.» E acrescenta: «Para haver mudança, é fundamental começar pelas pessoas.» Nesse sentido, este reconhecimento reforça o compromisso da empresa em promover uma cultura onde as pessoas são o seu maior activo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, esta estratégia apoia o desenvolvimento do talento, motiva a inovação e impulsiona a empresa a alcançar um “Mundo Sem Fumo”, com o objectivo de garantir uma transformação sustentável, com impacto significativo em cada mercado e também a nível global.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A transformação começa por dentro </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A aposta numa cultura organizacional sólida ganha particular relevância num momento de profunda transformação estratégica. A BAT está a passar por uma transformação profunda com o objectivo de se tornar uma empresa predominantemente sem fumo para reduzir o impacto do seu negócio na saúde pública.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa ambição materializa-se no desenvolvimento e comercialização de produtos sem combustão – desenvolvidos como alternativas para consumidores adultos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os números reflectem, aliás, este percurso: actualmente, estas categorias já representam cerca de 18% da receita do grupo, com a empresa a definir metas claras para o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa adianta, ainda, que, até 2035, pretende que metade da sua receita provenha destas novas categorias. Trata- se de uma mudança estrutural, que exige não apenas inovação tecnológica e científica, mas também novas competências, diversas formas de colaboração e uma cultura organizacional capaz de acompanhar este ritmo de evolução.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ciência, inovação e evidência </strong></p>
<p style="text-align: justify;">No centro desta transformação estão a inovação e as Novas Categorias, que orientam a estratégia da BAT e o desenvolvimento contínuo do seu portefólio.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa tem vindo a investir de forma consistente em investigação e desenvolvimento, apoiando-se numa equipa global de mais de 1600 cientistas nas áreas de engenharia, biotecnologia, desenvolvimento de produto e investigação digital. O objectivo é garantir que a inovação é sustentada por evidência científica e orientada para a potencial redução do impacto na saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, surge a plataforma Omni™, lançada em 2024, como um recurso acessível e sustentado por evidência, que reúne conhecimento científico, estudos independentes e exemplos internacionais sobre a inovação na indústria. Destinada a cientistas, autoridades de saúde pública, reguladores, decisores políticos e investidores, a plataforma pretende contribuir para um debate informado e transparente sobre o tema. Para isso, reúne centenas de estudos científicos independentes, a investigação própria da BAT e exemplos reais, como o caso da Suécia, que apresenta a taxa de tabagismo mais baixa da União Europeia (apenas 5,4% da população fuma diariamente).</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, a Suécia e a Nova Zelândia são frequentemente apontados como exemplos de sucesso na implementação das Novas Categorias. A Suécia tornou-se o primeiro país considerado “livre de fumo”, atingindo níveis de consumo significativamente inferiores à média europeia. Já a Nova Zelândia registou uma redução expressiva da taxa de fumadores ao longo da última década, resultado de políticas que combinaram sensibilização, acesso a produtos alternativos de nicotina e enquadramento regulatório adequado.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes exemplos demonstram que abordagens sustentadas por evidência científica, aliadas à disponibilização de novas alternativas e a campanhas de educação, podem promover a saúde pública.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pessoas como motor de um “Amanhã Melhor” </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A transformação da BAT – do modelo de negócio à sua proposta de valor – está profundamente ligada à forma como a empresa gere e desenvolve o seu talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Num cenário em que a inovação e a mudança são constantes, a capacidade de atrair, desenvolver e envolver pessoas torna- se um factor crítico de sucesso. É nesse alinhamento entre estratégia de negócio e estratégia de pessoas que reside uma parte significativa da consistência reconhecida pela certificação Top Employer.</p>
<p style="text-align: justify;">Colocando as pessoas em primeiro lugar, a BAT trabalha para alcançar uma representatividade cultural equilibrada. Apoiada na diversidade e na inclusão como pilares transversais, a empresa integra 137 nacionalidades em funções de gestão, bem como uma composição do Conselho com 40% de diversidade e uma Direcção executiva com 34,9% de diversidade étnica. Iniciativas como o programa “Women in Leadership” têm igualmente contribuído para reforçar a presença feminina, que atinge actualmente 40% nas lideranças seniores e 44,4% em cargos de gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, Portugal afirma-se como um centro importante para a inovação e para a condução da transformação da BAT na construção de um “Futuro Sem Fumo”. O novo escritório, inaugurado em 2025, no Lagoas Park, em Oeiras, que acolhe cerca de 40 colaboradores directos, assinala um avanço importante na expansão da presença da empresa em Portugal e sublinha a relevância estratégica do país para a organização. A vitalidade do mercado português torna-se, então, um parceiro-chave neste percurso, com as Novas Categorias a representarem aproximadamente 50% da receita da empresa no país.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O futuro </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Olhando para a frente, a BAT ambiciona consolidar-se como uma empresa predominantemente sem fumo, com um portefólio moldado pela ciência, pela inovação responsável e pela evolução das preferências dos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Para esse objectivo, a empresa está a avançar a um bom ritmo: em 2025, a receita das Novas Categorias atingiu 3600 milhões de libras.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda esta transformação não acontece isoladamente. Ela depende da capacidade de mobilizar talento, desenvolver competências e criar uma cultura que acompanhe – e impulsione – a mudança. A certificação Top Employer 2026 surge, assim, como mais do que um selo de qualidade em Recursos Humanos. É a confirmação de que, na BAT, a estratégia de pessoas não é um suporte da transformação – é uma das suas principais alavancas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte da edição de Maio (n.º 185) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
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		<title>Hovione: Crescer sem perder o foco nas pessoas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/crescer-sem-perder-o-foco-nas-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Hovione]]></category>
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					<description><![CDATA[Num momento de crescimento global, a Hovione quer afirmar de forma mais clara aquilo que a distingue enquanto empregadora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Num momento de crescimento global, a Hovione quer afirmar de forma mais clara aquilo que a distingue enquanto empregadora.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">À medida que a competição por talento se intensifica à escala global, as empresas são cada vez mais desafiadas a demonstrar, com autenticidade, aquilo que têm para oferecer enquanto empregadoras. Foi neste enquadramento que a Hovione decidiu apresentar externamente a sua proposta de valor ao colaborador, num momento marcado pelo crescimento internacional e pela necessidade de atrair perfis altamente especializados. Em entrevista à Human Resources, Ilda Ventura, senior vice-president Human Resources e membro da Comissão Executiva da Hovione, explica o racional desta estratégia e a forma como a cultura da empresa procura equilibrar exigência, propósito e foco nas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que torna este o momento certo para o lançamento externo da employee value proposition (EVP) da Hovione? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Hovione vive uma fase de forte crescimento e consolidação da sua presença internacional, o que implica atrair talento em diferentes geografias e áreas de especialização. Hoje, somos uma organização global com mais de 2600 pessoas, presença em três continentes, cinco unidades de produção na Europa, Estados Unidos da América e Ásia, e centros de I&amp;D em Lisboa e New Jersey. Tornou-se, por isso, essencial comunicar de forma clara quem somos enquanto empregador e aquilo que nos distingue no mercado de talento.</p>
<p style="text-align: justify;">“Better Starts With”, a assinatura da nossa campanha, traduz essa essência e nasceu de um processo muito consistente de escuta e reflexão interna. Ao longo dos últimos anos, procurámos compreender melhor o que torna a experiência na Hovione diferente e o que leva tantas pessoas a crescer e a construir aqui o seu percurso. O resultado foi uma proposta autêntica, alinhada com a nossa cultura e com a forma como trabalhamos: fazer as coisas certas, da forma certa, e procurar melhorar todos os dias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é que a “Better Starts With” se distingue de outras propostas de valor no mercado? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A “Better Starts With” assenta em autenticidade e coerência. Não é uma promessa aspiracional desconectada da realidade, mas sim a partir daquilo que as nossas pessoas reconhecem como sendo a experiência real de trabalhar na Hovione.</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha traduz uma cultura muito própria, construída ao longo de mais de 65 anos de história, assente num forte sentido de responsabilidade, rigor e colaboração. Acreditamos em fazer as coisas certas, da forma certa, porque o impacto do nosso trabalho vai muito além da organização. Contribuímos directamente para o desenvolvimento e fabrico de medicamentos que chegam a mais de 80 milhões de pacientes em todo o mundo e participamos, todos os anos, em até 10% dos novos medicamentos aprovados pela FDA nos Estados Unidos da América. Esse sentido de propósito é vivido de forma muito concreta pelas nossas equipas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, “Better Starts With” reconhece que a excelência só é possível quando existe um ambiente que promove o crescimento, a aprendizagem contínua, a inclusão e a colaboração entre pessoas de diferentes gerações, nacionalidades e áreas de especialização. Trabalhamos com algumas das empresas farmacêuticas mais inovadoras do mundo, contamos com mais de 300 cientistas e somos a empresa privada com mais doutorados em Portugal. Esse ambiente altamente especializado cria uma experiência muito diferenciadora para quem procura aprender e crescer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é que “People First” significa numa empresa com a exigência operacional e científica da Hovione? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">“People First” significa reconhecer que são as pessoas que tornam possível a excelência que exigimos e entregamos e, portanto, são uma prioridade estratégica para continuarmos a ser um parceiro diferenciador na indústria farmacêutica – trabalhamos com 19 das 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo. Num contexto altamente técnico e exigente, isso traduz-se em criar as condições certas para que todos possam ter sucesso. Sabemos que só conseguimos inovar, crescer e responder aos desafios complexos dos nossos clientes quando temos equipas motivadas, capacitadas e alinhadas com a nossa cultura e valores. Não se trata de escolher entre pessoas e resultados, mas de entender que um não existe sem o outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando há tensão entre prioridades de negócio e foco nas pessoas, que decisões acabam por prevalecer? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como referi, na Hovione não vemos as pessoas e os resultados como prioridades opostas. Acreditamos genuinamente que não é possível alcançar de forma consistente as prioridades de negócio sem equipas motivadas, capacitadas e comprometidas. Por isso, quando surgem momentos de maior pressão ou tensão, procuramos tomar decisões equilibradas e sustentáveis, que protejam simultaneamente o desempenho do negócio e a experiência das nossas pessoas. A nossa experiência mostra-nos que investir nas pessoas conduz a melhores resultados no médio e longo prazo. Isso não significa reduzir a exigência. Somos uma empresa com elevados padrões científicos e operacionais. Significa reconhecer que a forma como alcançamos os resultados é tão importante como os próprios resultados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que exemplos do dia-a-dia melhor traduzem esta EVP? O que mudou em termos de envolvimento das pessoas, retenção ou inovação? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A EVP ganha vida através de práticas muito concretas e da experiência diária das nossas pessoas. Investimos continuamente no desenvolvimento e crescimento interno: por exemplo, só no último ano, mais de 200 colaboradores foram promovidos globalmente, num modelo assente em meritocracia e transparência. Também reforçámos uma cultura de proximidade, reconhecimento e bem-estar, com benefícios abrangentes e um modelo de recompensa alinhado com o desempenho individual e colectivo, onde todos são elegíveis. Em 2025, distribuímos cerca de 20 milhões de euros em bónus a nível global.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados reflectem-se no envolvimento e retenção das nossas equipas. Fomos reconhecidos pelo Top Employers Institute em todas as localizações pelo quarto ano consecutivo e atingimos uma taxa de turnover voluntário historicamente baixa, de 5%, uma das mais reduzidas da indústria. Mais do que números, isto mostra que estamos a criar um ambiente onde as pessoas se sentem valorizadas, desafiadas e motivadas para inovar e crescer connosco. A EVP vem também clarificar esta proposta de valor de uma forma unificada internamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Existiram iniciativas que nasceram numa geografia e se espalharam depois pela organização? O que tornou isso possível? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, isso acontece com bastante frequência e é, na verdade, um reflexo da nossa cultura colaborativa e global. Temos inclusive um programa interno que reconhece e premeia as melhores ideias dos nossos colaboradores a cada trimestre. Outro exemplo mais simbólico é o “Bring Your Child to Work Day”. A iniciativa nasceu na nossa unidade de New Jersey, nos Estados Unidos da América, com o objectivo de aproximar as famílias daquilo que fazemos através de experiências educativas e interactivas para os filhos dos colaboradores. A receptividade foi tão positiva que acabou por ser adaptada e replicada noutras geografias. O mais importante é precisamente essa abertura para aprender uns com os outros. As boas ideias não ficam “presas” a uma localização, quando fazem sentido e geram impacto positivo na experiência das pessoas procuramos escalá-las e adaptá-las à realidade das diferentes equipas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando a Hovione entra num novo mercado, como garante que a mensagem chega a pessoas que nunca ouviram falar da empresa? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Começamos por procurar compreender muito bem o contexto local, o talento disponível, as expectativas das pessoas, o ambiente académico e industrial e a dinâmica competitiva. Apostamos bastante na proximidade, através de parcerias com universidades, participação em eventos, redes locais de talento e uma presença mais activa junto das comunidades onde operamos. Ao mesmo tempo, é muito importante manter uma mensagem global clara e consistente sobre quem somos enquanto empresa e empregador. A EVP ajuda-nos precisamente nisso, porque traduz de forma simples e autêntica aquilo que define a experiência na Hovione.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a notoriedade da marca possa variar entre geografias, aquilo que oferecemos é muito diferenciador: a possibilidade de trabalhar numa empresa global, altamente inovadora, envolvida no desenvolvimento e fabrico de medicamentos que chegam a milhões de pacientes, que trabalha com as maiores empresas farmacêuticas do mundo. Para muitas pessoas, essa combinação entre impacto, ciência e oportunidade de crescimento acaba por ser muito relevante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que adaptações locais foram necessárias e o que é que nunca muda, independentemente da geografia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Adaptamos sobretudo a forma como implementamos as nossas práticas e iniciativas, tendo em conta a cultura, o contexto local, a legislação e até as diferentes dinâmicas do mercado de talento em cada geografia. É importante garantir que a experiência é relevante e próxima da realidade de cada equipa. Mas há princípios que nunca mudam. O foco nas pessoas, a integridade, a qualidade, a colaboração e o sentido de responsabilidade fazem parte da identidade da Hovione em qualquer parte do mundo. E existe também algo que une verdadeiramente as nossas equipas globalmente: a consciência de que o nosso trabalho tem um impacto real na vida de milhões de pessoas. Isso transcende geografias e culturas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tendo a seu cargo a área global de RH, considera que a sua actuação na Comissão Executiva fortalece o conceito “People First”?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida. Ter a função de Recursos Humanos representada na Comissão Executiva assegura que a perspectiva das pessoas está presente desde o início em todas as decisões estratégicas. Permite alinhar crescimento, cultura e sustentabilidade de forma mais equilibrada. É uma garantia de que as pessoas são um activo muito importante e têm um papel central na estratégia do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Existem casos concretos em que a perspectiva de colaboradores foi determinante numa decisão estratégica?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, cada vez mais. Acreditamos que as melhores decisões acontecem quando ouvimos quem está mais próximo da realidade do dia-a-dia e, numa indústria científica e produtiva tão exigente como a nossa, esse contributo é particularmente importante. Temos várias iniciativas internas que incentivam e reconhecem a participação activa das nossas pessoas na evolução da organização. Um exemplo são os Global Innovation Awards, que distinguem ideias e inovações propostas pelos colaboradores em áreas tão diversas como ciência, produção, sustentabilidade, digitalização ou melhoria de processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas das iniciativas que implementámos na área da sustentabilidade, por exemplo, nasceram precisamente de sugestões das nossas equipas e acabaram por gerar um impacto muito relevante para a organização. Isso reforça a importância de construirmos uma cultura onde as pessoas se sintam verdadeiramente ouvidas, valorizadas e encorajadas a contribuir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em áreas técnicas e científicas, a diversidade de perfis ainda tende a ser algo limitada. Como é que abordam este tema e como se reflecte isso na EVP?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abordamos este tema de forma muito intencional porque acreditamos que equipas mais diversas geram melhores ideias, maior inovação e decisões mais fortes, algo essencial numa empresa científica e tecnológica como a Hovione. Trabalhamos este tema desde o recrutamento até ao desenvolvimento e progressão das nossas pessoas, promovendo processos transparentes e uma cultura inclusiva, onde diferentes experiências e perspectivas são valorizadas. Hoje, contamos com mais de 60 nacionalidades e cinco gerações a trabalhar em conjunto, além de uma forte representação feminina em posições de liderança e um gender pay gap praticamente inexistente. A nossa EVP reflecte precisamente esse compromisso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Com o crescimento acelerado da Hovione, como é que garantem que a cultura se mantém coesa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Manter uma cultura forte e coesa é uma prioridade estratégica. Sabemos que isso não acontece de forma automática, exige intencionalidade, consistência e liderança alinhada. Por isso, investimos muito no desenvolvimento das nossas lideranças, na comunicação interna e em mecanismos que reforçam o alinhamento global entre as equipas e as funções. A EVP tem aqui um papel muito importante, porque funciona como uma referência comum sobre a forma como trabalhamos, colaboramos e tomamos decisões enquanto organização. Ao mesmo tempo, procuramos garantir que a cultura é vivida de forma concreta no dia-a- -dia, desde a forma como recrutamos e integramos novas pessoas até às oportunidades de desenvolvimento, reconhecimento e crescimento que oferecemos às nossas equipas globalmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz da edição de Maio (n.º 185) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
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		<title>D&#8217;Accord: Trabalho temporário ganha peso estratégico num mercado mais exigente</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/trabalho-temporario-ganha-peso-estrategico-num-mercado-mais-exigente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[D'Accord]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalho temporário está a evoluir para um modelo mais estratégico, exigindo maior rapidez, proximidade e capacidade de execução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O trabalho temporário está a evoluir para um modelo mais estratégico, exigindo maior rapidez, proximidade e capacidade de execução.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A D’accord atravessou, em 2025, um período exigente que acabou por funcionar como um verdadeiro teste à robustez da sua operação e à capacidade de adaptação a um mercado particularmente volátil e competitivo. Depois de um início de ano aquém do ritmo inicialmente projectado, sobretudo no segundo trimestre, a empresa viu-se confrontada com a necessidade de ajustar rapidamente a sua forma de actuar, num contexto marcado pela expansão da operação no sul do País e por limitações ao nível da dimensão das equipas operacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante este cenário, a prioridade não passou por rever a estratégia, mas sim por optimizar a execução. A empresa reforçou a proximidade com clientes, acelerou processos internos e descentralizou a tomada de decisão, aumentando a autonomia das equipas no terreno. Estas medidas permitiram uma resposta mais ágil às exigências do mercado e uma maior capacidade de adaptação a contextos de elevada pressão. Os efeitos começaram a tornar-se visíveis na segunda metade do ano, com uma recuperação consistente e uma superação expressiva dos objectivos definidos para os últimos meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Este desempenho surge também na sequência da reestruturação organizacional e estratégica implementada em 2024, que começou a produzir resultados mais sólidos ao longo do ano seguinte. O crescimento da facturação, o aumento do número de clientes e candidatos e o reforço da notoriedade da marca no mercado são alguns dos indicadores dessa evolução. Ainda assim, a empresa sublinha que o impacto mais relevante foi interno. «Mais do que os números, foi um ano em que ganhámos maturidade, consistência e maior controlo sobre a operação», refere Dídio Baptista, Operations manager da D’accord, evidenciando uma maior estabilidade e capacidade de planeamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Para 2026, a D’accord assume um posicionamento focado na consolidação e na expansão sustentada. Estão previstas novas aberturas em Aveiro, Setúbal e Leiria, numa estratégia que visa reforçar a proximidade ao tecido empresarial e aumentar a capacidade de resposta em diferentes regiões do País. Esta expansão geográfica surge acompanhada por uma ambição clara de posicionamento: integrar o Top 20 das empresas nacionais na área dos Recursos Humanos. Ainda assim, o crescimento não é encarado apenas em termos quantitativos. «Queremos melhorar margens, reforçar a estrutura e garantir maior eficiência operacional », afirma o responsável, destacando a importância de um crescimento equilibrado e sustentado.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mercado em transformação, o papel do trabalho temporário tem vindo a evoluir de forma significativa. Tradicionalmente associado a respostas pontuais e de curto prazo, este modelo assume hoje uma função mais estratégica, funcionando frequentemente como etapa intermédia para integrações definitivas. As empresas utilizam cada vez mais o trabalho temporário como um período de avaliação alargado, que permite testar competências técnicas, comportamento em contexto real e alinhamento cultural antes de avançar para uma contratação efectiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Em paralelo, a crescente escassez de talento tem impulsionado a procura por soluções de cedência directa, sobretudo em funções onde a necessidade de estabilidade é maior desde o início. Neste contexto, a D’accord posiciona-se como um parceiro capaz de adaptar soluções às necessidades concretas de cada cliente, combinando diferentes modelos de recrutamento. «Não trabalhamos apenas necessidades: trabalhamos soluções ajustadas ao momento e à estratégia de cada cliente», explica Dídio Baptista, sublinhando uma abordagem consultiva e orientada para resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indicadores operacionais reflectem essa capacidade de execução. Em projectos de curta duração, a empresa alcança taxas de colocação próximas dos 98%, enquanto em projectos de média duração os valores rondam os 85%, fixando a média global em cerca de 91%. Estes números mostram não só eficiência, mas também consistência na resposta, mesmo em contextos de elevada exigência e pressão temporal.</p>
<p style="text-align: justify;">A redução do peso do trabalho temporário no mercado nacional é vista de forma pragmática. «É um desafio para quem não se adapta, mas uma oportunidade clara para quem executa bem», defende o responsável. Num contexto em que as organizações valorizam cada vez mais a rapidez, a fiabilidade e a proximidade, a diferenciação passa pela capacidade de resposta no terreno. É neste ponto que a estrutura da D’accord assume particular relevância.</p>
<p style="text-align: justify;">A organização assenta num modelo de especialização de funções, onde consultores e team leaders estão totalmente focados no recrutamento e na relação com clientes e colaboradores. Paralelamente, áreas de suporte asseguram componentes administrativas, legais e contratuais, incluindo payroll e billing, garantindo rigor e conformidade. Esta divisão permite maior eficiência, redução de erros e aumento da velocidade de execução, factores críticos num sector onde o tempo de resposta é determinante.</p>
<p style="text-align: justify;">A estrutura é complementada por area managers responsáveis pelo acompanhamento contínuo e pelo alinhamento estratégico com os clientes, permitindo uma leitura mais aprofundada das necessidades e uma maior capacidade de adaptação. O resultado traduz-se, por exemplo, num tempo médio de colocação de cerca de seis dias, mantendo elevados níveis de eficácia e satisfação.</p>
<p style="text-align: justify;">A diversidade de sectores em que a empresa actua – da saúde à logística, passando pela hotelaria, indústria, construção civil, agricultura, retalho e serviços especializados – obriga a um elevado nível de organização interna. A resposta passa por equipas estruturadas por área geográfica, com consultores dedicados e suporte de backoffice, garantindo foco na execução e consistência na qualidade do serviço prestado.</p>
<p style="text-align: justify;">A formação e o desenvolvimento de competências assumem também um papel relevante na estratégia. A D’accord envolve-se activamente em iniciativas formativas promovidas pelos clientes, valorizando todas as acções que contribuam para a qualificação dos colaboradores. Em alguns casos, este envolvimento traduz-se mesmo em compensações comerciais associadas ao investimento em formação. Paralelamente, existe um acompanhamento contínuo dos profissionais em contexto de trabalho, assegurando alinhamento com as exigências das funções e promovendo melhoria contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento após a colocação é, aliás, um dos elementos centrais da proposta de valor. A empresa mantém uma presença activa junto de clientes e colaboradores desde o primeiro dia, recolhendo feedback, identificando necessidades de ajustamento e intervindo sempre que necessário. «A integração não é deixada ao acaso: é trabalhada de forma contínua», sublinha o responsável, reforçando a importância da proximidade e do acompanhamento numa fase crítica do processo.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia surge como um facilitador relevante, contribuindo para a optimização de processos e para a melhoria da experiência de todos os intervenientes. A adopção de contratos digitais, portais para clientes e candidatos e sistemas integrados de gestão permite maior transparência, rapidez e controlo. Ainda assim, a empresa mantém uma visão equilibrada sobre o papel da tecnologia. «A tecnologia potencia a operação, mas não substitui a decisão.»</p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento permanente do mercado, feito no terreno e em contacto directo com clientes e candidatos, permite à D’accord ajustar rapidamente processos e metodologias. Internamente, existe também um trabalho contínuo de análise e melhoria, garantindo que a organização evolui ao mesmo ritmo que as necessidades do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Olhando para os próximos anos, a escassez de talento continuará a ser um dos principais desafios. A resposta passará por reforçar a eficiência operacional, investir nas equipas e acompanhar a evolução tecnológica, nomeadamente ao nível da inteligência artificial. Esta deverá ter um papel crescente em áreas como triagem de candidatos, análise de dados e controlo operacional, contribuindo para aumentar a capacidade de resposta. Ainda assim, a empresa reforça a necessidade de equilíbrio: «O sector exige proximidade e sensibilidade humana. O equilíbrio entre tecnologia e pessoas será o que fará a diferença.»</p>
<p style="text-align: justify;">Internamente, a aposta recai em perfis de consultores capazes de antecipar necessidades e agir com rapidez. «Um consultor de alto desempenho não espera, mas antecipa», descreve Dídio Baptista, valorizando a capacidade de decisão, o sentido de responsabilidade e a leitura de contexto. Esta cultura de execução é suportada por uma estrutura que garante cobertura contínua, incluindo fins-de-semana, assegurando resposta permanente às exigências dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indicadores operacionais mais recentes reforçam esta dinâmica, com uma média de cerca de 14 contratos realizados por dia, uma taxa de colocação global na ordem dos 91% e um tempo médio de colocação reduzido. Estes números reflectem não apenas crescimento, mas também consistência, disciplina operacional e capacidade de adaptação.</p>
<p style="text-align: justify;">A visão de futuro da D’accord materializa-se no trabalho diário das equipas, assente em três pilares fundamentais: proximidade, consistência e rapidez. «Queremos crescer, mas crescer bem. Queremos entregar soluções, criar oportunidades e reforçar relações de confiança», afirma, evidenciando ainda um compromisso claro com a qualidade da operação e com a construção de relações duradouras num mercado cada vez mais exigente.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte da edição de Maio (n.º 185) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
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