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	<title>Human Resources &#8211; Human Resources</title>
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	<title>Human Resources &#8211; Human Resources</title>
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	<item>
		<title>Está preocupado com a utilização que os seus filhos fazem do ChatGPT? Leia esta notícia</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/esta-preocupado-com-a-utilizacao-que-os-seus-filhos-fazem-do-chatgpt-leia-esta-noticia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 17:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outras notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[controlo parental]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
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					<description><![CDATA[A OpenAI anunciou a implementação de um mecanismo de controlo parental para a sua ferramenta de inteligência artificial ChatGPT, após os pais de um adolescente terem acusado a plataforma de ter encorajado o seu filho a suicidar-se.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A OpenAI anunciou a implementação de um mecanismo de controlo parental para a sua ferramenta de inteligência artificial ChatGPT, após os pais de um adolescente terem acusado a plataforma de ter encorajado o seu filho a suicidar-se.</strong></p>
<p class="text-paragraph">«No próximo mês, os pais poderão ligar a sua conta à dos seus filhos menores» e «controlar a forma como o ChatGPT responde aos seus filhos adolescentes com regras de comportamento do modelo», afirmou a OpenAI.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com a empresa, também será possível aos pais serem alertados caso seja detectada uma “angústia aguda” nas conversas dos seus filhos e controlarem as definições da conta.</p>
<p class="text-paragraph">Este anúncio surge na sequência de uma publicação num blogue, no final de Agosto, em que a empresa indicava que estava a preparar um mecanismo de controlo parental.</p>
<p class="text-paragraph">No dia anterior à publicação, os pais de um adolescente californiano de 16 anos que se suicidou entraram com uma acção judicial contra a OpenAI, acusando o ChatGPT de ter fornecido ao seu filho instruções detalhadas para acabar com a sua vida e de ter encorajado o acto.</p>
<p class="text-paragraph">«Continuamos a melhorar a forma como os nossos modelos reconhecem e respondem a sinais de sofrimento mental e emocional», adiantou a empresa.</p>
<p class="text-paragraph">A OpenAI disse que tomará outras medidas, previstas para os próximos 120 dias.</p>
<p class="text-paragraph">A empresa redirecionará assim certas “conversas sensíveis” para modelos de raciocínio mais avançados, como o GPT-5-thinking.</p>
<p class="text-paragraph">«Os modelos de raciocínio seguem e aplicam as diretrizes de segurança de forma mais sistemática», precisou o grupo americano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grupo Multipublicações está à procura de jornalistas para o online</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/grupo-multipublicacoes-esta-a-procura-de-jornalistas-para-o-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 18:03:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento/Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Os candidatos deverão ter experiência a trabalhar na área digital e formação na área da comunicação assim como demonstrar interesse nas diversas áreas abordadas pelos títulos do Grupo (Economia, Empresas, Negócios, Política, Atualidade, entre outros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Multipublicações Media Group, que detém a Human Resources, está à procura de jornalistas para o online.</p>
<p>Os candidatos deverão ter experiência a trabalhar na área digital e formação na área da comunicação assim como demonstrar interesse nas diversas áreas abordadas pelos títulos do Grupo (Recursos Humanos, Economia, Empresas, Negócios, Política, Atualidade, entre outros).</p>
<p>As vagas, correspondentes a horário full-time, envolvem a elaboração e redação de artigos, assim como a realização de entrevistas. Será valorizado o bom espírito de equipa e dinamismo.</p>
<p>Os interessados deverão enviar CV para recrutamento@multipublicacoes.pt</p>
<p>Com uma história de mais de 20 anos de sucesso, o Multipublicações Media Group, tem vindo a apostar na área digital, desenvolvendo plataformas e criando valor com parcerias estratégicas.</p>
<p>O Grupo é detentor de marcas como Marketeer, Executive Digest, Human Resources ou MultiNews, entre outras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Candidaturas a 500 estágios na Administração Pública arrancam na 2.ª feira</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/candidaturas-a-500-estagios-na-administracao-publica-arrancam-na-2-a-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2021 07:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recrutamento/Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As candidaturas ao programa com 500 estágios remunerados na Administração Pública para jovens licenciados arrancam na segunda-feira, disse à Lusa fonte oficial do Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="txt">
<p>As candidaturas ao programa com 500 estágios remunerados na Administração Pública para jovens licenciados arrancam na segunda-feira, disse à Lusa fonte oficial do Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública.</p>
<p class="text-paragraph">O diploma que cria e regulamenta o programa EstágiAP XXI já tinha sido publicado em março, mas faltava a portaria para o arranque das candidaturas, que é hoje publicada em Diário da República e que fixa a distribuição das 500 vagas nos organismos públicos, em vários pontos do país.</p>
<p class="text-paragraph">O programa de estágios é coordenado pelo Instituto Nacional de Administração (INA) em articulação com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e destina-se a jovens licenciados até aos 30 anos que estejam desempregados ou à procura do primeiro emprego ou até aos 35 anos caso possuam deficiência ou incapacidade.</p>
<p class="text-paragraph">Os estágios têm a duração de nove meses, podendo ser celebrados contratos a tempo parcial para permitir aos estagiários a frequência de cursos académicos ou formativos, paralelamente às funções desempenhadas, explica o gabinete da ministra Alexandra Leitão, numa nota enviada à Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">Cada estagiário recebe uma bolsa no valor de 998,5 euros ilíquidos, equivalente à remuneração de um técnico superior em início de carreira, “ou a proporção equivalente ao período de trabalho no caso dos contratos a tempo parcial”, explica fonte oficial.</p>
<p class="text-paragraph">Os estagiários beneficiarão de uma majoração na classificação atribuída em sede de lista de ordenação final em procedimento concursal de recrutamento que seja publicitado nos dois anos após o termo do estágio.</p>
<p class="text-paragraph">As candidaturas à frequência dos estágios profissionais são apresentadas no prazo de cinco dias úteis após a publicação da portaria e são submetidas no portal Bolsa do Emprego Público.</p>
<p class="text-paragraph">O ministério realça que a portaria “prioriza as entidades promotoras que, pelas suas atribuições, competências e projetos, demonstrem particular interesse formativo para os estagiários, procurando garantir uma ampla cobertura geográfica do programa, bem como uma maior resposta em zonas eventualmente mais carenciadas de oferta formativa em contexto de trabalho”.</p>
<p class="text-paragraph">“O diploma procurou acautelar a maior diversidade possível de áreas profissionais e formação académica como forma de aumentar a abrangência da oferta de estágios”, acrescenta o gabinete.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o ministério, foi dada prioridade às entidades com um quadro de pessoal mais envelhecido, “numa perspetiva de transferência do conhecimento intergeracional e de rejuvenescimento dos modelos dos serviços”.</p>
<p class="text-paragraph">A análise das candidaturas cabe ao INA e o procedimento de seleção e colocação é concluído no prazo máximo de 60 dias, segundo o diploma publicado em março.</p>
<p class="text-paragraph">O programa de estágios estava previsto no Programa de Estabilização Económica e Social (PEES) e no Orçamento do Estado para 2021 (OE2021), tendo ficado estabelecido, por proposta do PCP, que a abertura dos mesmos teria de ocorrer &#8220;no primeiro trimestre de 2021&#8221;.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portugal no top 10 dos melhores países do mundo para as mulheres trabalharem, diz The Economist</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/portugal-no-top-10-dos-melhores-paises-do-mundo-para-as-mulheres-trabalharem-diz-the-economist/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 18:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Glass Ceiling Index]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[The Economist]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o Glass Ceiling Index para 2021, da revista The Economist, Portugal é o sétimo melhor país para as mulheres trabalharem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="article-info" dir="ltr">
<div class="col_partilhas">
<p><strong>De acordo com o Glass Ceiling Index para 2021, da revista The Economist, Portugal é o sétimo melhor país para as mulheres trabalharem.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ranking, que incorpora 29 países do mundo, revela que a Suécia é o melhor país para uma mulher trabalhar, seguida da Islândia, Finlândia e Noruega.</p>
<p>Em quinto, sexto e sétimo lugares surgem França, Dinamarca e Portugal. A completar o top 10 estão a Bélgica, a Nova Zelândia e a Polónia.</p>
<p>Apesar da proporção de mulheres em cargos de gestão e nos conselhos de administração ter aumentado, os Estados Unidos ocupam a 18.ª posição do ranking. Já o último lugar do ranking é ocupado pela Coreia do Sul (29.º)</p>
<p>O &#8220;Glass Ceiling Index&#8221; revela ainda que o progresso até ao topo das empresas é mais lento para as mulheres na maioria dos países da OCDE, com apenas um em cada três cargos de gestão a ser ocupado por mulheres.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<figure><img decoding="async" src="https://www.economist.com/img/b/1440/664/90/sites/default/files/20210306_WOP923_apple_news.jpg" sizes="(min-width: 720px) 640px, 95vw" srcset="https://www.economist.com/img/b/200/92/90/sites/default/files/20210306_WOP923_apple_news.jpg 200w,https://www.economist.com/img/b/300/138/90/sites/default/files/20210306_WOP923_apple_news.jpg 300w,https://www.economist.com/img/b/400/184/90/sites/default/files/20210306_WOP923_apple_news.jpg 400w,https://www.economist.com/img/b/600/277/90/sites/default/files/20210306_WOP923_apple_news.jpg 600w,https://www.economist.com/img/b/640/295/90/sites/default/files/20210306_WOP923_apple_news.jpg 640w,https://www.economist.com/img/b/800/369/90/sites/default/files/20210306_WOP923_apple_news.jpg 800w,https://www.economist.com/img/b/1000/461/90/sites/default/files/20210306_WOP923_apple_news.jpg 1000w,https://www.economist.com/img/b/1280/590/90/sites/default/files/20210306_WOP923_apple_news.jpg 1280w" alt="" /></figure>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COVID-19. CGD disponibiliza linha de crédito de 200 milhões para apoio às micro e PME</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/covid-19-cgd-disponibiliza-linha-de-credito-de-200-me-para-apoio-as-micro-e-pme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2020 12:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[apoio às empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai disponibilizar nos próximos dias uma linha de crédito de 200 milhões de euros para apoiar as micro, pequenas e médias empresas cuja atividade está a ser afetada pelo surto da Covid-19.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="txt">
<p><strong>A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai disponibilizar nos próximos dias uma linha de crédito de 200 milhões de euros para apoiar as micro, pequenas e médias empresas cuja atividade está a ser afetada pelo surto da Covid-19.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado divulgado hoje, a Caixa explica que a nova linha “tem como principal objetivo reforçar o apoio ao nível da tesouraria e/ou fundo maneio para acomodar os impactos negativos decorrentes do surto do coronavírus, designadamente a diminuição das receitas provocadas pela abrupta redução da procura em numerosos setores da atividade”.</p>
<p class="text-paragraph">Ao abrigo desta nova linha de crédito &#8211; enquadrada no pacote de medidas de Estado de apoio às empresas e em vigor até 31 de maio – cada empresa poderá receber um montante máximo de financiamento de 1,5 milhões de euros, nas finalidades de fundo de maneio e tesouraria, com maturidades até quatro e três anos, respetivamente.</p>
<p class="text-paragraph">“As operações beneficiarão de uma garantia mútua até 80% do montante financiado e a respetiva comissão da garantia será integralmente bonificada, aumentando a acessibilidade e competitividade desta linha”, adianta a Caixa.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo salienta, dada a experiência que possui neste tipo de linhas de crédito protocoladas com o Estado (linhas Capitalizar), será assegurada pela CGD “uma resposta rápida às necessidades de curto prazo das empresas afetadas pelo do Covid-19”.</p>
<p class="text-paragraph">O novo coronavírus responsável pela Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 4.900 mortos em todo o mundo, levando a Organização Mundial de Saúde a declarar a doença como pandemia.</p>
<p class="text-paragraph">O número de infetados ultrapassou as 131 mil pessoas, com casos registados em mais de 120 países e territórios, incluindo Portugal, que tem 78 casos confirmados.</p>
<p class="text-paragraph">A China registou nas últimas 24 horas oito novos casos de infeção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), o número mais baixo desde que iniciou a contagem diária, em janeiro.</p>
<p class="text-paragraph">Até à meia-noite de quinta-feira (16:00 horas de quarta-feira, em Lisboa), o número de mortos na China continental, que exclui Macau e Hong Kong, subiu para 3.176, após terem sido contabilizadas mais sete vítimas fatais. No total, o país soma 80.813 infetados.</p>
<p class="text-paragraph">A Comissão Nacional de Saúde informou que até à data 64.111 pessoas receberam alta após terem superado a doença.</p>
<p class="text-paragraph">Face ao avanço da pandemia, vários países têm adotado medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena inicialmente decretado pela China na zona do surto.</p>
<p class="text-paragraph">A Itália é o caso mais grave depois da China, com mais de 15.000 infetados e pelo menos 1.016 mortos, o que levou o Governo a decretar a quarentena em todo o país.</p>
<p class="text-paragraph">Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou na quinta-feira o número de infetados, que registou o maior aumento num dia (19), ao passar de 59 para 78, dos quais 69 estão internados.</p>
<p class="text-paragraph">A região Norte continua a ser a que regista o maior número de casos confirmados (44), seguida da Grande Lisboa (23) e das regiões Centro e do Algarve, ambas com cinco casos confirmados da doença.</p>
<p class="text-paragraph">O boletim divulgado na quinta-feira assinala também que há 133 casos a aguardar resultado laboratorial e 4.923 contactos em vigilância, mais 1.857 do que na quarta-feira.</p>
<p class="text-paragraph">No total, desde o início da epidemia, a DGS registou 637 casos suspeitos.</p>
<p class="text-paragraph">As escolas de todos os graus de ensino vão suspender todas as atividades letivas presenciais a partir de segunda-feira, devido ao surto Covid-19, anunciou na quinta-feira o primeiro-ministro, António Costa, numa declaração ao país.</p>
<p class="text-paragraph">Várias universidades e outras escolas já tinham decidido suspender as atividades letivas.</p>
<p class="text-paragraph">O governo decidiu também declarar o estado de alerta em todo o país, colocando os meios de proteção civil e as forças e serviços de segurança em prontidão.</p>
<p class="text-paragraph">A restrição de funcionamento de discotecas e similares, a proibição do desembarque de passageiros de navios de cruzeiro, exceto dos residentes em Portugal, a suspensão de visitas a lares em todo o território nacional e o estabelecimento de limitações de frequência nos centros comerciais e supermercados para assegurar possibilidade de manter distância de segurança foram outras das medidas aprovadas.</p>
<p class="text-paragraph">Já tinham sido tomadas outras medidas em Portugal para conter a pandemia, como a suspensão das ligações aéreas com a Itália.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quer ser um líder ou um seguidor?</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/quer-ser-um-lider-ou-um-seguidor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2020 10:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Accenture]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[Em Portugal, ao contrário, por exemplo, dos EUA, falhar nem sempre é considerado um processo de aprendizagem, sendo antes um erro do qual resulta uma conotação negativa para a carreira das pessoas e das organizações envolvidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Em Portugal, ao contrário, por exemplo, dos EUA, falhar nem sempre é considerado um processo de aprendizagem, sendo antes um erro do qual resulta uma conotação negativa para a carreira das pessoas e das organizações envolvidas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><em>Por José Gonçalves, presidente da Accenture Portugal*</em></p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-38266 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/dev/wp-content/uploads/2016/06/jose-goncalves-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/06/jose-goncalves-300x150.jpg 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2016/06/jose-goncalves.jpg 620w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Ora, isso é dramático e algo que devemos alterar com urgência no nosso País, dado que a capacidade de inovar mais rapidamente que a concorrência é, nos dias de hoje, a principal vantagem competitiva das organizações.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">Inovar, criar algo novo, implica, por definição, falhar por vezes. Ou seja, ter ideias que parecem boas numa primeira análise, mas que a prática demonstra que não conseguem alcançar o sucesso e adesão pretendidos, e que devem ser abandonadas, passando a focar os recursos no desenvolvimento e teste das seguintes. Sem inovação, vamos ser incapazes de melhorar a competitividade do nosso País e aumentar drasticamente as exportações das empresas nacionais. Aspectos fundamentais para a prosperidade económica dos portugueses.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">A inovação das organizações é algo que depende de nós, enquanto seus líderes e gestores. Na economia digital em que vivemos, já não é suficiente aplicar as melhores práticas, ter bons produtos e serviços ou proporcionar um serviço de qualidade, apesar de estas serem condições necessárias. É preciso surpreender os clientes, criar magia nas suas vidas através de experiências verdadeiramente atractivas e personalizadas, oferecendo produtos e serviços que fazem a diferença no seu dia-a-dia. Só desta forma nos conseguiremos bater com os melhores num mercado que hoje é, claramente, global por definição.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">* * * * *</p>
<p><span style="text-transform: initial;">Ao contrário do que se possa crer, a inovação implica planeamento e gestão. Uma actuação integrada ao nível de organização, das pessoas e da tecnologia.</span></p>
<div style="padding-top: 10px;">
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">Vivemos num mundo tecnológico. Como dizemos na Accenture, na actualidade “every business is a digital business”. E inovar implica potenciar as oportunidades e gerir os desafios colocados pela tecnologia, em particular pelas novas tecnologias digitais.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">As empresas precisam de adoptar um novo modelo de gestão de tecnologias digitais e de informação, promovendo novas arquitecturas de implementação mais rápidas, com maior flexibilidade de evolução, escaláveis, abertas ao ecossistema, que proporcionem uma experiência de excelência e que conectem, de forma transparente, os mundos físicos, digital e biométrico. Onde a cloud deve ser adoptada em larga escala e considerada um enabler fundamental para esta realidade. Reconhecendo que a cibersegurança, num ecossistema de inovação cada vez mais aberto ao exterior, é uma vantagem competitiva, fazendo com que conquistemos a confiança dos clientes e aumentemos a sua disponibilidade para partilhar os seus dados, bem como a nossa capacidade de entender as suas preferências, algo fundamental no paradigma digital.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">Mas tecnologia que não esteja ao serviço das pessoas e dos negócios não cria valor. Quando pensamos em inovação, tendemos a achar que apenas as pessoas com maior criatividade terão sucesso. E não é assim, apesar da criatividade ser, naturalmente, uma soft skill cada vez mais importante e valorizada no mercado do trabalho.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">A diversidade de talento e a mobilização de equipas diversificadas, multidisciplinares, com autonomia, responsabilização e objectivos comuns é, por si só, um factor que promove a inovação.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">Precisamos de competências em humanidades e arte a trabalhar em conjunto com as de engenharia e tecnologia. Necessitamos também de adoptar novas formas de trabalhar, que passam pela utilização de técnicas de Design Thinking, para o processo de ideação, e métodos Agile, para a respectiva prototipagem e teste rápido (conceito de MVP – Minimum Viable Product). É fundamental a capacidade de escalar rapidamente os MVP que se revelam de sucesso ao serviço de toda a organização e universo de clientes, e este é talvez o factor mais desafiante para as organizações, assegurando a criação de valor em larga escala.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">Além da adopção das novas tecnologias e da aposta na criação de novas skills tanto em termos do conhecimento e do domínio das tecnologias, como também das novas formas de trabalhar, é fundamental desenvolver novas culturas organizacionais, tolerantes à falha, que incentivem a proactividade e empreendedorismo. Que premeiem quem sai da área de conforto a favor da organização. Falhar não é grave, pelo contrário, faz parte do processo de aprendizagem. O sucesso faz-se em ter a capacidade de não investir demasiado tempo e recursos até se concluir que uma ideia não vai escalar com sucesso. Não por intuição ou convicção das equipas, mas sim pelo teste concreto dos MVP junto dos clientes e respectiva recolha de feedback e entendimento do valor gerado.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">É preciso repensar as organizações. Que sejam cada vez mais flat. Onde as pessoas tenham um sentido de propósito e acreditem que têm algo a contribuir. Que consistam na soma de um conjunto de equipas multidisciplinares (“squads”) focadas em inovar na relação com os clientes, na operação interna, na gestão das pessoas. Potenciadas por um local de trabalho mais colaborativo, inspirador, flexível. Em síntese, um local onde as pessoas sejam felizes e queiram trabalhar.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">* * * * *</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">Como dizia Steve Jobs: “a inovação é o que distingue um líder de um seguidor”. Mas inovar implica, por definição, correr riscos, falhar mais vezes. Requer actuação ao nível das pessoas, organização e tecnologias, potenciando o ecossistema de parceiros.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">Quer ser um líder ou um seguidor?</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">*publicado originalmente na Executive Digest</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
</div>
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</div>
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</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quer tornar-se CEO? Siga estas três dicas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/quer-tornar-se-ceo-siga-estas-tres-dicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 12:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[tornar-se CEO]]></category>
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					<description><![CDATA[A formação académica e a experiência não são os únicos factores determinantes para subir na escada executiva de uma empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A formação académica e a experiência não são os únicos factores determinantes para subir na escada executiva de uma empresa.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Doug McMillon, presidente e CEO da Walmart, acredita que existem outros aspectos a levar em consideração. Numa publicação na sua página no LinkedIn, o gestor partilha três dicas dirigidas a quem quer ser CEO de uma empresa:</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>1 – Fazer bem o trabalho de hoje.</strong> Seja qual for o cargo desempenhado actualmente ou as funções associadas, é importante fazer bem o trabalho de hoje. Com qualidade e integridade. «Conseguir o trabalho que se quer começa sempre com ser excelente naquele que se tem agora», comenta Doug McMillon;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>2 – Ser um óptimo colega de equipa.</strong> A segunda dica passa por saber trabalhar em equipa, uma vez que permite desenvolver as competências de liderança necessárias para gerir uma empresa. «Os melhores líderes lideram através da influência e colaboração, independentemente do seu título», afirma o presidente da Walmart;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>3 – Ir mais longe.</strong> Em vez de fazer apenas o trabalho que lhe foi atribuído, um aspirante a CEO deve olhar à volta e perceber que outras tarefas ou áreas da companhia precisam de umas mãos extra. Projectos como estes são oportunidades de aprendizagem e que podem ajudar a que sejam notados.</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">Aos 52 anos, Doug McMillon é a quinta pessoa a ocupar a cadeira de CEO da Walmart, uma das principais cadeias retalhistas dos Estados Unidos da América. Antes disso, esteve à frente da divisão internacional da Walmart e foi CEO da Sam’s Club.</p>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>À procura do tesouro escondido: como identificar um grande líder?</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/a-procura-do-tesouro-escondido-como-identificar-um-grande-lider/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 21:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabe identificar os traços que realmente indicam uma grande liderança? ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sabe identificar os traços que realmente indicam uma grande liderança?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até as organizações com um longo historial de apoio a talentos excepcionais podem começar a questionar a sua capacidade de identificar da forma mais correcta os possíveis líderes. Porquê? Porque o mundo empresarial de rápida mudança expôs as imperfeições dos modelos que existem para avaliar o potencial. O desempenho tido no passado e as capacidades actuais não oferecem qualquer garantia de que um indivíduo terá sucesso num cargo profissional totalmente diferente e em ambientes de mudanças muito rápidas.</p>
<p>Agora, contudo, um novo modelo de potencial, englobando os quatro traços pessoais que prevêem uma grande liderança, está a dar a certeza, o rigor e a disciplina que as empresas precisam para descobrirem a verdadeira promessa dos recursos humanos e geri-la de forma a obter uma vantagem competitiva. Os erros espectaculares em relação ao potencial são lendários: um professor de Munique previu em 1895 que Albert Einstein «nunca iria a lado nenhum».</p>
<p>O editor de um jornal do Kansas despediu o jovem cartoonista Walt Disney porque este tinha «falta de imaginação». Quando Indira Gandhi se tornou primeira-ministra da Índia pela primeira vez, um rival político descreveu-a como nada mais do que uma “gungi gudiya” – uma boneca muda. É um fenómeno conhecido no mundo dos negócios. Há seis anos, por exemplo, uma grande empresa quis despediruma executiva média que acreditavam ter pouco futuro no negócio. Mas uma avaliação ao talento determinou que possuía mais potencial do que qualquer outro executivo do seu nível, como aconteceu numa avaliação subsequente três anos mais tarde.</p>
<p>Actualmente é CEO da empresa. Muitas vezes, claro, os erros acontecem ao contrário – um CEO novo, considerado salvador da empresa por parte da administração, acaba por serevelar um fracasso; um executivo jovem com muito potencial vai ao fundo na sua primeira missão a sério; um executivo médio promissor salta para o grupo de executivos seniores e dura menos de um ano. De facto, nos últimos anos, vimos clientes, muitos dos quais com um longo historial de desenvolvimento de talento excepcional, a começar a questionar a sua capacidade de identificar correctamente potenciais líderes, principalmente ao nível dos vice-presidentes seniores e no grupo dos executivos de topo. E continuamos a ver muitos exemplos de executivos cujo potencial não está a ser totalmente aproveitado nos seus cargos actuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por que razão é que o potencial falha?</strong></p>
<p>A maioria dos modelos e das organizações falha porque confundem o talento com o desempenho de um indivíduo ou com as suas capacidades actuais. A trajectória profissional de um executivo – a forma que ganha ao longo de uma carreira – consiste em três elementos: desempenho passado, capacidades actuais e potencial para o futuro. Estes três elementos são importantes numa avaliação abrangente de um executivo, mas devem manter-se separados. O potencial não se limita apenas àquilo que os indivíduos fizeram ou à sua predisposição actual para uma promoção. Envolve capacidade e rapidez: o ponto ou a rapidez com que conseguem desenvolver competências para executivos seniores coestende-se aos papéis de liderança que são maiores em tamanho e complexidade.O potencial que não pode ser avaliado com precisão não pode ser gerido, fazendo com que a organização enfrente problemas de desempenho recorrentes e aparentemente inexplicáveis por parte de alguns indivíduos, a saída de talentos pouco reconhecidos e o enfraquecimento progressivo da capacidade da empresa para competir com sucesso.</p>
<p>O custo em termos humanos também é alto – as experiências mostram que uma percentagem assustadoramente alta de executivos descarrila em certas alturas das suas carreiras, muitas vezes sem necessidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um futuro menos clemente</strong></p>
<p>Os custos, económicos e humanos, serão ainda mais altos, à medida que o desempenho do passado e predisposição actual se tornam cada vez menos previsíveis do desempenho futuro de indivíduos e empresas. Os mercados, os ambientes competitivos e os modelos de negócio estão a mudar em ciclos cada vez mais curtos. Por exemplo, os mercados emergentes, muitos dos quais são pouco compreendidos pela maioria das empresas, têm um papel mais importante do que nunca nos planos de crescimento empresarial.</p>
<p>Entretanto, os ambientes competitivos actuais exigem que os executivos compreendam uma vasta gama de novas disciplinas, incluindo sustentabilidade, digital, redes sociais, “big data” e diversidade global. Em relação aos modelos de negócio, o editor sénior da revista Fortune, Geoff Colvin, escreve: «O vosso modelo de negócio já não funciona. Essa afirmação franca não está muito longe da verdade. Mesmo que o modelo tenha funcionado durante décadas, mesmo que funcione bem agora, o mais provável é que em breve deixe de funcionar.» Neste futuro que se aproxima rapidamente, as empresas terão de depender mais do que nunca do potencial certo. Precisarão de líderes que conseguem preencher cargos imprevistos, adaptar-se a novas estruturas organizacionais e trabalhar em ambientes de mudanças bruscas. E precisarão desses líderes mais do que nunca. Como Gary Hamel, que foi classificado pelo Wall Street Journal como um dos teóricos empresariais mais influentes do mundo, afirmou à McKinsey &amp; Company numa entrevista: «Creio que o dilema é que por muito que as empresas se tenham tornado complexas, por muito rápido que o ambiente mude, simplesmente não existem líderes extraordinários suficientes.»</p>
<p>Para se construírem organizações mais adaptáveis, revela, temos de «distribuir o trabalho da liderança de uma forma mais vasta» dentro da organização. Aumentar o círculo da liderança dessa forma exigirá que as empresas identifiquem possíveis líderes antecipadamente, que os desenvolvam mais depressa e que lhes dêem poder antes – ou arriscam-se a uma incapacidade fatal de se adaptarem aos problemas empresariais que o futuro lhes reservará com uma regularidade cada vez maior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma nova noção de potencial</strong></p>
<p>Para desenvolver um modelo de potencial válido, distinto e prático, uma equipa da Egon Zehnder analisou a nossa enorme experiência em avaliação de gestores – incluindo mais de 500 feitas a CEO de todo o mundo. Também analisou as trajectórias profissionais de mais de mil executivos seniores e de 2500 executivos não-seniores avaliados pela empresa, e validou o modelo com CEO, membros de administrações de grandes empresa e peritos académicos.</p>
<p>A estrutura criada consiste em quatro traços, que, quando adequadamente avaliados, prevêem o desenvolvimento da capacidade executiva e a rapidez desse desenvolvimento:</p>
<p><strong>Curiosidade:</strong> Os indivíduos muito curiosos procuram de forma pró-activa novas experiências, ideias e conhecimentos. Pedem opiniões e estão abertos à aprendizagem e à mudança. Não é meramente curiosidade inútil: recebem energia ao refrescarem-se constantemente ao nível intelectual, das experiências e pessoal;</p>
<p><strong>Discernimento:</strong> As pessoas que demonstram um grande discernimento conseguem reunir e compreender uma vasta gama de informações, transformar ideias passadas (incluindo as suas) e definir novas direcções.</p>
<p>Alternam sem esforço entre o nível conceptual e a análise inteligente a dados granulares. Isso significa que têm mais probabilidade de descobrir novas ideias e de as aplicar de forma altamente produtiva;</p>
<p><strong>Envolvimento:</strong> Os indivíduos que têm uma boa classificação no envolvimento sabem como se relacionar a nível emocional e lógico com os outros. Conseguem comunicar uma visão persuasiva e ajudar os outros a sentirem-se mais ligados à sua organização e ao seu líder. Procuram auto-consciência, demonstram empatia e conseguem inspirar compromisso;</p>
<p><strong>Determinação:</strong> Este traço envolve uma combinação de atributos: a coragem e a disponibilidade de correr riscos inteligentes, a persistência perante adversidades e a capacidade de recuperar de imprevistos ou adversidades.</p>
<p>Os indivíduos profundamente determinados também continuam à procura de provas em contrário e mudam de direcção se for necessário. Os traços prevêem que tipo de comportamento os indivíduos demonstrarão no futuro – ou seja, as competências que as pessoas manifestarão em cargos, organizações e culturas em particular. O grau em que cada um possui esses traços também prevê a magnitude das competências que irá desenvolver. Claro que uma pessoa pode ter os traços e ainda não ter demonstrado as competências. Mas ter os traços cria uma forte probabilidade de demonstrar as competências nos níveis mais altos de liderança. Descobrimos que, destes quatro traços, a curiosidade é o maior diferenciador de potencial. Aquele estudante alemão que não iria ser nada na vida deveu o seu sucesso à curiosidade. O grau de curiosidade determina a velocidade com que um indivíduo irá exibir o comportamento associado aos outros três traços e prevê a variação no desempenho profissional que daí resultará.</p>
<p>A curiosidade é também o traço que tem mais probabilidades de ser ignorado ou subvalorizado na maioria dos modelos de potencial, o que pode indicar a razão por que tantos modelos são incapazes de prever o potencial acertadamente. À medida que as mudanças imprevistas e profundas no ambiente de negócios atiram cada vez mais os líderes para cargos com curvas de aprendizagem muito íngremes, a subvalorização da curiosidade terá consequências progressivamente mais graves. Outros investigadores, como Patrick Mussel, chegaram a conclusões semelhantes. No artigo “Introduzir a curiosidade como forma de prever o desempenho profissional”, escreve no The Journal of Organizational Behavior: «A curiosidade é uma variável importante para a previsão e explicação do comportamento profissional. Além disso, tendo em conta as mudanças no mundo do trabalho, a importância da mesma deve aumentar, e não diminuir, o que tem implicações importantes para as teorias organizacionais e para os objectivos aplicados, como a selecção de pessoal.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pôr o potencial a trabalhar</strong></p>
<p>Com uma definição clara e distinta de potencial, um modelo com um poder de previsão real e um método provado para avaliar os seus elementos, as empresas podem ganhar novo rigor e disciplina numa vasta gama de actividades importantes para a gestão de talento:</p>
<p><strong>&#8211; Avaliar objectivamente o potencial.</strong></p>
<p>Ao avaliarem o potencial em termos de traços – na verdade, como a pessoa se comporta naturalmente – as organizações podem ultrapassar os seuspreconceitos inconscientes que impedem quase todos de interpretarem com precisão o comportamento, carácter e motivos das pessoas diferentes de si;</p>
<p><strong>&#8211; Compreender antecipadamente o poder dos colaboradores.</strong></p>
<p>Aproveitar o seu potencial logo de início permite às empresas desenvolvê-lo totalmente. Adicionalmente, apesar de alguns traços poderem ser desenvolvidos ou aperfeiçoados, é preciso tempo, esforço e um plano personalizado para subir na cadeia, mesmo que pouco, por isso quanto mais cedo for feita a avaliação, melhor. As primeiras análises ao potencial são possíveis porque os traços mais profundos são visíveis mesmo na juventude. Em 1922, Yuzo Sakakibara, proprietário de uma loja de reparações automóveis de Tóquio, aceitou um aprendiz de 15 anos que se havia inspirado no seu amor pelos automóveis para obter o emprego. Sakakibara viu que o rapaz era trabalhador e tinha uma capacidade extraordinária de absorver e aplicar rapidamente conhecimentos técnicos, embora possuísse educação apenas ao nível do ensino básico. Por isso Sakakibara colocou-o sob a sua protecção e apoiou o seu talento. Esse rapaz era Soichiro Honda, que mais tarde criou a empresa global com o seu nome;</p>
<p><strong>&#8211; Reduzir o risco organizacional na sucessão, nas promoções e nas contratações.</strong></p>
<p>Ao assegurarem que o potencial é uma parte integral da avaliação de talento em toda a organização – em contratações externas, em promoções internas, no planeamento da sucessão a todos os níveis – as empresas podem evitar erros que podem resultar em tudo, de inconsistências no desempenho ao desmoronar total. Quanto mais alto o cargo, maior o risco para a organização – a começar no CEO. Nos EUA e no Reino Unido, cerca de 70% dos CEO recém-empossados chegaram a esse cargo pela primeira vez. Tendo em conta o que está em jogo na escolha do CEO, as administrações precisam de uma forma fiável de prever o sucesso futuro num cargo onde um possível sucesso não tem experiência anterior;</p>
<p><strong>&#8211; Criar carreiras profissionais apropriadas.</strong></p>
<p>Os clientes muitas vezes perguntam-nos se um indivíduo tem potencial, mas raramente perguntam para que é que tem talento. Ao desenvolverem pessoas à luz dos traços que indicam sucesso em cargos de liderança, as empresas podem chegar ao seu potencial real, aproveitando totalmente os seus pontos fortes naturais e compensando efectivamente os seus pontos fracos. Também ganham uma ideia mais clara do tipo de cargos nos quais irão provavelmente prosperar, evitando as falhas entre indivíduos e cargos que resultam numa produtividade mais baixa, pouca motivação e ineficácia para o indivíduo e a organização;</p>
<p><strong>&#8211; Abordar as causas dos problemas de desempenho.</strong></p>
<p>Se um líder está a ter um mau desempenho numa competência exigida para um cargo – ou se o cargo muda de forma imprevisível, exigindo uma competência que falta ao líder – a organização pode encontrar a causa do problema ao relacioná-la a um traço que talvez falte ao líder. Por exemplo, uma empresa B2B cujos produtos estão em perigo de se tornarem banais decide seguir uma estratégia de margens mais altas, juntando produtos a serviços de consultoria e criando relações a longo prazo com o cliente. Mas a equipa comercial, liderada por um director comercial que há muito está no cargo, continua a vender volumes altos de produtos com margens baixas e não consegue desenvolver uma relação com os clientes. Uma análise à avaliação do potencial do director comercial revela que, entre os quatro traços da liderança, o envolvimento é o mais fraco. Como resultado, não consegue comunicar com persuasão a nova visão da empresa ao seu pessoal. Depois de descobrir a causa do problema, a empresa pode intervir – através de coaching, de um novo cargo ou de outra solução apropriada, dependendo da dimensão da lacuna;</p>
<p><strong>&#8211; Aproveitar ao máximo os programas de grande potencial.</strong></p>
<p>A identificação antecipada e correcta de executivos com potencial faz com que a organização invista em pessoas promissoras desde o início, acelere o seu desenvolvimento e colha os benefícios nos escalões mais altos da gestão;</p>
<p><strong>&#8211; Maximizar o retorno do capital humano.</strong></p>
<p>Quer as empresas estejam a ajudar as pessoas a atingir todo o seu potencial nos cargos actuais, a aproveitar os seus recursos quando surgem novos desafios ou a prepará- -las para cargos mais altos, uma boa noção de potencial pode salvar recursos mal alocados no desenvolvimento de actividades que não produzem resultados e ajuda a criar um maior retorno das actividades que o fazem;</p>
<p><strong>&#8211; Personalizar a retenção.</strong></p>
<p>No que toca à retenção, não existe um tamanho único. Ao desenvolverem e recompensaremas pessoas sincronizadamente com a sua capacidade de preencher cargos de liderança que são maior em tamanho e complexidade, e com a velocidade a que o fazem, as empresas aumentam a probabilidade de fazer com que as pessoas sintam que o seu trabalho vale a pena e com que permaneçam na organização. No Japão, os “sistemas de promoção com base nos anos de trabalho” estão agora a dar lugar ao desenvolvimento ligado ao potencial. Com a ideia de um trabalho para a vida a perder força, os executivos mais promissores em empresas tradicionais sentem-se menos relutantes em sair e muitas dessas empresas compreendem agora que manter as pessoas num cargo que já não lhes serve afasta as pessoas. Inversamente, ao ter em conta o potencial, as empresas podem ter a certeza de que não sobrecarregam as pessoas – dando-lhes tarefas que as fazem ir ao limite.</p>
<p><strong>&#8211; O potencial não se resume à capacidade dos indivíduos, mas ao potencial das organizações.</strong></p>
<p>Tal como acontece com as pessoas, as empresas possuem pontos fortes e fracos – áreas nas quais são excelentes e áreas onde são mais fracas. Ao avaliar com sucesso o potencial em toda a organização, esta pode criar estratégias de talento abrangentes para corrigir pontos fracos organizacionais, aproveitar melhor os pontos fortes, criar grupos de inovação e mudar de direcção para criar oportunidades.</p>
<p>Mais importante, as empresas podem ter a certeza de que têm um bom grupo de talentos com curiosidade, discernimento, envolvimento e determinação para enfrentarem o mundo comercial cada vez mais complexo que está agora a nascer, com os seus cargos e exigências imprevisíveis. O talento continuará a ser o maior diferenciador no mundo que se avizinha e as organizações que nele prosperarão fá-lo-ão porque possuem o potencial certo, neste preciso momento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um terço dos bilionários não terminou o ensino superior. Saiba porquê</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/um-terco-dos-bilionarios-nao-terminou-o-ensino-superior-saiba-porque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 08:21:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com dados da Wealth, um terço dos bilionários não terminou o ensino superior, incluindo Bill Gates, Richard Branson e Mark Zuckerberg. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Um terço dos bilionários não terminou o ensino superior (dados da Wealth-X de 2016), incluindo Bill Gates, Richard Branson e Mark Zuckerberg, e a tendência parece manter-se. De acordo com o Business Insider, são muitos os empresários de sucesso que concordam com a ideia de que não é preciso uma licenciatura para construir um negócio e obter bons resultados.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;">Com base nos testemunhos de oito líderes e conselheiros da organização The Oracles – que junta alguns dos CEOs e empreendedores de maior sucesso do mundo –, a publicação reuniu um conjunto de razões que mostram como um diploma não é garantia de nada:</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>1 – É raro ser, de facto, necessário um curso actualmente.</strong> De acordo com Gary Vaynerchuk, fundador e CEO da VaynerX, empresas como Google ou Apple não pedem um diploma a quem se candidata a uma vaga de emprego. O responsável considera que a dívida potencialmente associada a uma licenciatura (ou outro grau académico) não justifica o proveito que se tira dela: para se ser bom empreendedor, deve-se fazer, pôr as mãos na massa;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>2 – Tempo é dinheiro.</strong> Grant Cardone, por seu turno, lembra que o tempo é precioso e que os anos passados a estudar poderão representar um atraso na carreira. O fundador da Cardone Capital conta que passou cinco anos na faculdade para ter um curso de contabilidade e que, se pudesse, voltaria atrás no tempo e saltaria esta etapa. No entanto, lembra, pode ser um bom local de networking;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>3 – Aprender fazendo.</strong> Tal como já tinha sublinhado Gary Vaynerchuk, aprender fazendo poderá ser melhor do que aprender sentado numa sala de aula. Brandon Dawson, co-fundador e CEO da Cardone Ventures, conta que a sua experiência no terreno foi o que lhe permitiu ganhar confiança e outras competências necessárias para ter sucesso;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>4 – Não é preciso um curso para se ser o próprio patrão.</strong> Se o objectivo é lançar um negócio em nome próprio, o curso não é necessário, afirma Sarah Crisp, fundadora da Wholesale Ted. Diz a profissional que «enquanto empreendedor, não é preciso um curso para se ser escolhido para um emprego». Escolhemo-nos a nós próprios, sublinha;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>5 – É possível alcançar o sucesso antes dos amigos se terem formado.</strong> Mais uma vez, a questão do tempo. Desta vez é Markus Hetzenegger quem aponta para o facto de que, enquanto os amigos estudam, é possível lançar um negócio e ter sucesso. O fundador e CEO da NYBA Media explica que não se opõe por completo ao ensino superior, mas afirma que quem sabe o que quer – e que se isso passa por ser o próprio patrão – há que considerar o caminho mais rápido para lá chegar;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>6 – Não ter um curso obriga a trabalhar ainda mais.</strong> Não ter um diploma no currículo poderá obrigar a trabalhar mais e a apostar noutros recursos – nomeadamente, resolução de problemas e ética de trabalho. As chamadas soft skills são adquiridas no terreno, com experiência no mercado de trabalho;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>7 – Todo o conhecimento necessário está nas pontas dos dedos.</strong> Tom Ferry, fundador e CEO da Tom Ferry International, defende o ensino superior como a opção lógica para quem sabe que quer ser médico ou advogado, por exemplo. Por outro lado, quem vai para a faculdade em busca do seu caminho poderia ficar melhor servido com experiências no mundo real. Será aí que encontrarão as suas paixões e os mentores certos para avançar;</p>
<div style="padding-top: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><strong>8 – Aprender com mentores.</strong> Pegando no conselho anterior, Matt Schuldt, co-fundador do TPA Media Group, vinca que há conhecimentos que não poderão ser adquiridos na faculdade. Os mentores são essenciais para aprender algumas competências, beber experiência e inspiração.</p>
</div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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