O número de baixas por doença voltou a atingir em Fevereiro, pelo segundo mês consecutivo, um valor máximo de 586.273, devido aos subsídios associados à pandemia COVID-19, segundo estatísticas da Segurança Social.
De acordo com a síntese elaborada pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, o número de beneficiários com processamento de prestações de doença atingiu em Fevereiro o valor mais alto de sempre, tendo em conta os dados disponíveis (desde 2010), após um máximo registado em Janeiro.
Tal como em Janeiro, a maioria das baixas em Fevereiro estará relacionada com a COVID-19, uma vez que os subsídios de doença diminuíram para 141.050 em Fevereiro, dos quais 59% foram atribuídos a pessoas do sexo feminino.
O grupo etário entre os 50 e os 59 anos representa a maior proporção de pessoas de baixa por doença (30,4%), seguido pelo grupo de pessoas com idades entre os 40 e os 49 anos, que equivale a 26,0% do universo total analisado.
O valor médio das prestações foi de 259,19 euros, segundo dados publicados no site da Segurança Social.
Já as prestações por assistência a descendentes abrangeram em fevereiro 40.478 pessoas, uma redução de 28,8% face a Janeiro devido sobretudo ao elevado número de pedidos do subsídio por isolamento profilático associado à COVID-19 (descendente) registado no primeiro mês do ano.
Face ao período homólogo, registou-se um aumento de 9.874 pessoas beneficiárias (+32,3%) das prestações por assistência a descendentes.
A Segurança Social tinha já registado um aumento significativo destes subsídios em Dezembro de 2021, coincidindo com os picos do número de infectados com COVID-19 devido à variante Ómicron.














