Para participar nesta campanha, basta aceitar um saco do Banco Alimentar e colocar nele bens alimentares, de preferência não perecíveis (como leite, conservas, massa, arroz, azeite, açúcar, farinha, entre outros), entregando-o aos voluntários à saída. Os produtos serão depois encaminhados para os armazéns do Banco Alimentar de cada região, onde são pesados, separados e acondicionados para serem entregues às entidades beneficiárias. A distribuição começa de imediato, garantindo que tudo chega à mesa de quem mais precisa.
A participação pode também ser feita através da modalidade “Ajuda Vale”, já utilizada em campanhas anteriores, que assenta na contribuição através de vales de produtos, que estarão disponíveis até dia 7 de Junho nas caixas dos supermercados. Cada vale tem um código de barras específico associado aos produtos que cada pessoa quer doar ao Banco Alimentar.
Para quem não pode deslocar-se aos supermercados ou para quem reside fora de Portugal, é possível contribuir através do portal de doação online, onde podem ser doados bens perecíveis até dia 7 de Junho. Desta forma, qualquer pessoa terá a oportunidade de contribuir, mesmo que não consiga deslocar-se aos pontos de recolha durante o fim de semana.
Para Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, «as campanhas de recolha de alimentos são muito importantes para angariar produtos básicos e para mobilizar toda a sociedade. Em particular, numa altura em que a situação continua muito difícil para muitas famílias, em resultado do impacto da instabilidade internacional que provocou um aumento do preço dos produtos alimentares e da energia e que tem gerado muita apreensão sobretudo junto das famílias mais vulneráveis. Os impactos fazem-se sentir tanto nas famílias como nas instituições de solidariedade que as apoiam. A ajuda alimentar prestada nos lares, no apoio domiciliário, creches, jardins infantis e ainda nos cabazes entregues a famílias acompanhadas é determinante e integra também a certeza de que não estão sós. Muitas são as famílias que graças a esta ajuda conseguem ultrapassar situações pontuais de aperto e dar a volta à vida, sem que falte o mínimo para dar de comer aos filhos. No ano passado, os 21 Bancos Alimentares ajudaram cerca de 370 mil pessoas com carências alimentares comprovadas em parceria com mais de 2400 instituições sociais.»
Os 21 Bancos Alimentares, em parceria com cerca de 2400 instituições e entidades que actuam no terreno, distribuem diariamente bens alimentares a mais de 370 mil pessoas em Portugal.













