Barómetro: Está a ética empresarial bem posicionada em Portugal?

Titiana Barroso
27 de Junho 2017 | 08:00
Barómetro: Está a ética empresarial bem posicionada em Portugal?

Qual o nível de ética empresarial no nosso país? Leia as conclusões surpreendentes. Saiba também se os nossos inquiridos já se sentiram pressionados para comprometer os princípios e normas da actuação ética da organização? Nesta edição versa também temas como a sustentabilidade do negócio, a ambiental, se os robots devem pagar segurança social, entre outros temas.

Escolha a Human Resources como fonte preferida no Google Escolher ›

 

Por TitiAna Amorim Barroso

Continue a ler após a publicidade
Continue a ler após a publicidade

 

Para além da actuação ética nas empresas em Portugal, os temas em destaque do IX Barómetro Human Resources são a sustentabilidade do negócio, a sustentabilidade ambiental nas organizações, a proposta de lei que obriga as o tecido empresarial a combater a desigualdade salarial de género e se os robots devem pagar segurança social.

O Barómetro Human Resources vai na sua 9.ª edição, lançado em Setembro de 2016, com o objectivo de aferir tendências para o sector em Portugal. Desde a primeira edição que desafia, todos os meses, mais de uma centena de gestores a responder às evoluções do emprego em Portugal, dos salários reais nas empresas e às oscilações no número de colaboradores nas empresas inquiridas.

Continue a ler após a publicidade

O painel do Barómetro Human Resources Portugal é constituído por cerca de 150 profissionais, sendo 75% directores de Pessoas, 10% presidentes/ chief executives officers (CEOs) e 15% directores de Marca/ Comunicação e/ ou Marketing.

Em detalhe
No Barómetro do mês de Junho, analisou-se o nível de ética empresarial que os inquiridos acreditam existir em Portugal. A maioria (67,5%) responde que é “razoável”, sendo que 15% aponta que é elevado e também 15% defende que é baixo.

Continue a ler após a publicidade

Ainda sobre o tema da actuação ética, questionados sobre se já se sentiram pressionados para comprometer os princípios e normas da organização. A maioria (52,5%) respondeu “nunca”, ainda que 35% diga que “raramente” e 12,5% “ocasionalmente”.

Continue a ler após a publicidade

 

Na edição de Junho da Human Resources, conheça todas as conclusões e também os comentários dos especialistas Carla Caracol, Directora de Recursos Humanos do Grupo Renascença Multimédia; Cláudio Valente, Director de Recursos Humanos da IKEA; e Fernando Neves de Almeida, managing partner da Boyden Global Executive Search.

 

Continue a ler após a publicidade

Veja também estas notícias.

Partilhar


Mais Notícias