Boas Práticas, JYSK Portugal: Trabalhar com objectivos comuns e celebrar as conquistas juntos

Human Resources com Lusa
10 de Dezembro 2025 | 10:10
Boas Práticas, JYSK Portugal: Trabalhar com objectivos comuns e celebrar as conquistas juntos

Com uma cultura centrada no colaborador, onde desenvolvimento, confiança e bem-estar são pilares que sustentam resultados e reconhecimento, a JYSK Portugal reforça o seu posicionamento como empregador de referência e demonstra que, quando se investe nas pessoas, o sucesso é uma consequência natural.

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Por Tânia Reis

 

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Este ano, a JYSK foi reconhecida pela Forbes, pela Ftune e pela revista Time como uma das melhores empresas e empregadoras do mundo. Para a cadeia de retalho dinamarquesa de móveis e decoração para o lar, este triplo reconhecimento tem um significado especial. «Representa o resultado concreto do nosso compromisso em criar um ambiente de trabalho onde os colaboradores se sintam valorizados, respeitados e motivados», afirma Belén Quirós Morales, directora de Recursos Humanos para Portugal e Espanha. Mais do que um prémio, confirma que a empresa está no caminho certo, «tanto no desenvolvimento das pessoas como no crescimento sustentável», e constitui a validação de uma cultura diária «baseada na confiança, na transparência e no trabalho em equipa».

Os pilares que sustentam esta cultura – e reconhecimento – são claros: trabalho em equipa, confiança, respeito e desenvolvimento contínuo. «Na JYSK, acreditamos que o sucesso começa pelas pessoas; por isso, investimos de forma constante na formação e no crescimento profissional, garantindo que cada colaborador tenha oportunidades reais de evoluir dentro da empresa», garante.

A empresa aposta num ambiente de trabalho inclusivo e de confiança, onde a comunicação é aberta e todos se sentem ouvidos e valorizados. Outro pilar fundamental é o espírito de equipa e a colaboração: «trabalhamos com objectivos comuns e celebramos juntos as conquistas », acrescenta a responsável.

O equilíbrio entre a vida pessoal e profissional e o bem-estar no local de trabalho também não são descurados, já que colaboradores felizes e motivados são essenciais para o sucesso, garante. «Em suma, a cultura JYSK constrói-se sobre a ideia de que quando cuidamos das pessoas, os resultados surgem naturalmente – é isso que estes reconhecimentos internacionais confirmam.»

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Embora os valores globais sejam a base, a JYSK tem o cuidado de os adaptar à realidade e à cultura de cada um dos 50 países onde está presente. No caso português, isso «significa viver os mesmos princípios – como a confiança, o respeito, a responsabilidade e o espírito de equipa –, mas ajustando a forma de os pôr em prática» no contexto nacional.

«Trabalhamos muito perto das equipas, ouvimos as suas necessidades e promovemos uma liderança próxima e acessível, algo muito valorizado na cultura portuguesa», destaca Belén Quirós Morales. As acções internas – desde a comunicação à formação – são igualmente adaptadas para reflectir as particularidades do mercado e das pessoas que trabalham na empresa. É a combinação do «apoio de uma estrutura internacional sólida» e da autonomia local para implementar iniciativas que reforcem o bem-estar, o desenvolvimento e o reconhecimento dos colaboradores, que «garante que os valores da JYSK se vivem de forma genuína e autêntica em Portugal».

 

Desenvolver e reconhecer
Com 328 colaboradores em Portugal, existe uma «distribuição equilibrada de género e uma forte diversidade geracional, juntando juventude, experiência e diferentes etapas de desenvolvimento profissional». A estratégia de Gestão de Pessoas assenta em quatro eixos fundamentais: crescimento sustentável, desenvolvimento, proximidade e empowerment.

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Ainda que a expansão da empresa traga desafios, como «assegurar uma integração eficaz, formação contínua e desenvolvimento de competências» e «garantir que todos os colaboradores se mantêm alinhados com a cultura e os valores» da empresa, a directora de Recursos Humanos contrapõe que também traz oportunidades, como criar carreiras, promover o talento interno e fortalecer a cultura de proximidade e confiança. «A nossa proposta de valor baseia-se em desenvolvimento, reconhecimento e equilíbrio», confirmada pela certificação Great Place to Work. Além da formação contínua, dos planos de carreira transparentes e das oportunidades reais de progressão profissional, a empresa disponibiliza «pacotes retributivos acima da média do sector e uma componente variável associada ao desempenho».

A autonomia das equipas, «permitindo decisões locais dentro de um enquadramento comum», também é valorizada, fortalecendo o sentido de pertença e responsabilidade. O equilíbrio pessoal, com «horários previsíveis, fins-de-semana planeados e reforço das equipas em períodos de maior actividade» não é descurado, «de forma a assegurar uma carga de trabalho sustentável», sublinha Belén Quirós Morales.

Outro dos focos é a «mobilidade voluntária e a participação em projectos especiais, que ampliam a experiência e reforçam a motivação». Por fim, «o reconhecimento visível – através de celebrações e desafios» que reforçam o compromisso e o sentimento de pertença. «Tudo isto reflecte a ambição da JYSK de ser não só um excelente local para trabalhar, mas também uma empresa que valoriza e investe genuinamente nas suas pessoas.»

 

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Investir no bem-estar mental, físico e profissional
Na JYSK, o bem-estar físico e mental é essencial para o sucesso individual e colectivo, por isso, investe num conjunto de medidas de bem-estar, que vão desde formações em gestão do stress a programas de apoio emocional e iniciativas que promovem a actividade física e hábitos saudáveis.

Adicionalmente, o Stimulus, «um programa de assistência ao colaborador, gratuito e completamente anónimo, disponível para todos», oferece apoio psicológico, jurídico, legal e social. Cada colaborador beneficia ainda de seguro de saúde pago pela empresa e horários previsíveis, e as chefias recebem formação em liderança próxima e empática, elemento-chave para o equilíbrio e a motivação das equipas. «O nosso objectivo é simples: que cada colaborador se sinta bem, valorizado e com energia para crescer connosco, dentro e fora do local de trabalho», resume a responsável.

As oportunidades de desenvolvimento profissional concretizam-se num modelo de Performance & Development, que integra formação contínua, planos de carreira estruturados e critérios de progressão transparentes, permitindo aos colaboradores crescer de forma consistente dentro da empresa. «Muitos dos nossos gestores começaram nas lojas, o que demonstra que a mobilidade interna e a promoção do talento são práticas reais na JYSK», conta.

Existem programas de formação específicos para cada etapa da carreira – desde a integração até ao desenvolvimento de competências de liderança – e são criadas oportunidades de crescimento internacional dentro do grupo. «Investir nas pessoas é investir no futuro da empresa, por isso trabalhamos para que cada colaborador tenha não apenas um emprego, mas uma carreira com sentido e evolução contínua», realça Belén Quirós Morales.

Essa evolução aplica-se tanto vertical como horizontalmente. «Dispomos de um mapa de desenvolvimento profissional que apresenta as diferentes posições na área de Retalho e os possíveis percursos de crescimento, mas também percursos laterais e programas específicos, bem como oportunidades de participação em Talent Programmes, projectos internacionais, funções de formador, mentoria e equipas flexíveis.»

Cada plano é comunicado e trabalhado com o colaborador através de conversas individuais com o manager, planos de desenvolvimento personalizados, materiais visuais, academias internas e programas de desenvolvimento de liderança e talento. A filosofia é clara: «A empresa fornece ferramentas e oportunidades, e o colaborador assume um papel activo no seu crescimento.»

Outra parte integrante da cultura da JYSK é a diversidade e inclusão. «Acreditamos que equipas diversas são mais fortes, criativas e equilibradas, e que cada pessoa deve sentir-se respeitada e valorizada, independentemente da sua origem, género, idade ou experiência», explica. Os processos de recrutamento e promoção seguem critérios baseados no mérito e nas competências, e a formação em liderança inclusiva e empática reforça uma cultura onde todos se sentem livres para contribuir de forma autêntica.

 

Leia o artigo na íntegra na edição de Setembro (nº. 179) da Human Resources.

Disponível nas bancas e online, na versão em papel e na versão digital.

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