Bolsas de contratação de pessoal não docente vão ser estendidas a todas as escolas

Human Resources com Lusa
16 de Julho 2020 | 12:03

O Ministério da Educação anunciou que vai estender a todas as escolas o acesso a bolsas de contratação de assistentes operacionais, que passam também a incluir assistentes técnicos.

 

As chamadas “bolsas de contratação”, que no ano passado passaram a permitir a algumas escolas substituir assistentes operacionais ao fim de 12 dias de ausência do trabalho, não são novidade, mas este ano o Ministério da Educação estende essa possibilidade a todos os agrupamentos.

No ano lectivo 2019/2020, era preciso que as escolas já tivessem concluído o processo de recrutamento para que os directores pudessem recorrer a esta bolsa de assistentes operacionais.

No entanto, no próximo ano lectivo todos os agrupamentos de escolas (AE) ou escolas não agrupadas (ENA) vão ter reservas de recrutamento, que passam a incluir também os assistentes técnicos, mesmo que os estabelecimentos de ensino não precisem de contratar mais funcionários para já.

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«Os AE que não tenham agora de abrir concursos para assistentes operacionais e/ou assistentes técnicos poderão igualmente lançar procedimentos para constituir estas habitualmente designadas bolsas de contratação», explica o Ministério numa nota enviada à Lusa.

Desta forma, o acesso às reservas de recrutamento passa a ser possível, independentemente do processo de contratação dos cerca de 500 assistentes operacionais e 200 assistentes técnicos anunciados pelo ministro Tiago Brandão Rodrigues no final de Junho.

No âmbito desse reforço, o Ministério da Educação adianta que estão a ser abertos quatro concursos destinados à contratação de assistentes técnicos e operacionais e respectiva constituição de reservas de recrutamento.

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«Com estas disponibilidades agora reforçadas, todos os AE/ENA podem substituir os trabalhadores ao fim de 12 dias de ausência por doença, parentalidade, etc., com recurso às reservas», afirma o Ministério da Educação.

O anúncio da tutela surge um dia depois de os directores escolares receberem luz verde para avançar com o procedimento concursal comum de recrutamento de trabalhadores não docentes, segundo um despacho da Direcção-Geral da Administração Escolar publicado na quarta-feira em Diário da República.

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