No passado mês de Abril, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou que ainda era “cedo” para um aumento permanente das pensões mais baixas, admitindo um novo suplemento extraordinário se as finanças públicas permitirem, em resposta ao secretário-geral do PS, no debate quinzenal, avançou o Notícias ao Minuto.
Em Novembro, o Parlamento aprovou na especialidade a proposta do PSD e CDS-PP para que o Governo volte a pagar em 2026 suplemento extraordinário das pensões mais baixas, em função da evolução das contas públicas.
A publicação revela que a iniciativa de alteração à proposta do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026) foi aprovada com os votos a favor do PSD, CDS-PP, Chega e PAN, recebeu o voto contra da IL e contou com a abstenção do PS, Livre, PCP e BE.
Com a aprovação, o Governo ficou vinculado a proceder, este ano, «ao pagamento de um suplemento extraordinário das pensões, em função da evolução da execução orçamental e das respectivas tendências em termos de receita e de despesa».
O ano passado, os pensionistas com reformas mais baixas, até 1.567,5 euros, receberam um valor extra durante um mês, em setembro, 100, 150 ou 200 euros, em função do montante da pensão.

















