Mike Rowe, apresentador do programa “Dirty Jobs”, destacou recentemente a crescente valorização dos electricistas da Geração Z que trabalham nos centros de dados de inteligência artificial (IA). Segundo o especialista, a escassez de profissionais qualificados está a ameaçar o actual boom das infra-estruturas de IA, avaliado em 10 triliões de dólares, avança a Fast Company.
Rowe abordou o assunto no podcast “Power Players”, afirmando que chegou a altura de voltar a dar atenção a empregos operacionais, alegando que alguns electricistas da Geração Z estão a ganhar até 280 mil dólares.
«Os três electricistas que entrevistei há dois meses num centro de dados no Texas, com menos de 30 anos, a ganhar entre 240.000 e 280.000 dólares por ano, com direito a horas extraordinárias ilimitadas, nenhum com dívidas, foram aliciados por outras empresas três vezes nos 18 meses anteriores», disse Rowe.
O desenvolvimento dos data centers de IA está a gerar uma procura elevada não só por electricistas, mas também por técnicos de AVAC, soldadores e gestores de construção no local. De acordo com a Fortune, os trabalhadores da construção civil envolvidos nestes projectos estão a ganhar cerca de 32% mais do que noutras áreas.
Além disso, os profissionais directamente ligados aos centros de dados relatam salários anuais que variam entre 140.000 e 280.000 dólares, números que reflectem a importância estratégica destas infra-estruturas no panorama tecnológico actual.














