A Decathlon Portugal inicia o ano com um reforço da sua política salarial, anunciando o aumento do salário base mínimo para todos os colaboradores com contrato sem termo (CDI), a tempo inteiro (40h) e com período experimental validado, que passa a ser de 1000 euros brutos mensais.
Com a inclusão do subsídio de refeição, qualquer colaborador nestas condições passa a ter um salário bruto mensal garantido de 1165 euros, a que se poderão ainda somar prémios mensais de performance, reflectindo o contributo directo de cada colaborador para os objectivos da empresa.
Simultaneamente, a marca revê o salário de entrada para funções de liderança intermédia, como responsáveis de Desporto, que passa a ser de 1350 euros brutos mensais. Considerando salário base, subsídio de refeição e isenção de horário, estes colaboradores passam a ter um salário bruto mensal garantido de 1853 euros, podendo igualmente beneficiar de prémios mensais de performance.
Para José Fonseca, director-geral da Decathlon Portugal, «estas decisões reflectem a convicção de que as pessoas estão no centro do projecto. O talento, o compromisso e a dedicação das nossas equipas são o principal motor da nossa ambição, do desempenho e da transformação estratégica. É da responsabilidade garantir condições justas, sustentáveis e alinhadas com os nossos valores, porque queremos que cada colaborador seja ainda mais vencedor do projecto e do crescimento da Decathlon Portugal.»
Esta decisão tem efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2026, sendo reflectida no respectivo processamento salarial.














