Caderno Especial: Academias de Formação

Titiana Barroso
2 de Março 2018 | 08:00
Caderno Especial: Academias de Formação

Como podem as universidades corporativas evoluir, seja por si ou aliando-se a escolas de negócio, e como podem as empresas maximizar o impacto – e lucro – da formação interna? 

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Embora o paradigma não seja novo, só em anos mais recentes é que a ideia de que as empresas podiam ter ofertas de formação internas que suplantassem as das escolas de negócios tradicionais começou a ser levada a sério. Segundo alguns especialistas, as universidades corporativas são melhores do que os percursos académicos por apresentarem programas focados nas estratégias que os directores executivos precisam.

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Phil Parker, professor catedrático em Management Science director do programa Business Strategy for HR Leaders na escola de negócios internacional INSEAD, tem outra perspectiva.  O professor prevê um futuro em que a tecnologia e o digital permitem às escolas de negócios e às universidades corporativas trabalharem em conjunto, e expandirem-se, com um alcance combinado nunca antes visto.

O conceito que Phil Parker chama de “educação da cadeia de valor” emergiu no momento em que as universidades corporativas estão sob crescente pressão para provar o seu valor económico. A maneira mais simples de gerar receita para uma universidade corporativa é abrir as suas portas para clientes que paguem, para lá das paredes da empresa. Actualmente, mesmo para as que procuram monetizar-se, são uma fonte de rendimento baixa, mas o potencial do mercado é muito mais vasto.

Ao formar parcerias com escolas de negócios, as universidades corporativas servem um propósito duplo: ajudar o processo de externalizar os providenciadores das universidades corporativas, enquanto dão um ar académico aos seus programas.

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Leia o artigo na íntegra na edição de Fevereiro da Human Resources Portugal e conheça os seguintes casos práticos:

Consulting House: Pode uma academia de formação low cost ter elevado retorno? 

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Num mundo onde o low cost, o freepium e o simplesmente grátis penetram cada vez mais modelos de negócio de todos os sectores, fomos falar com Ricardo Vargas, chief executive officer (CEO) da Consulting House, para saber como avaliar o retorno das academias de formação no negócio dos clientes.

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FLAG: Incentivo ao saber fazer 

Porque o mercado evolui a um ritmo alucinante, a FLAG aposta na inovação constante, sempre de acordo com as necessidades reais que vão surgindo, e apostando em formatos que incentivam o saber fazer.

Galileu: Potenciar a mudança nas organizações 

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Consciente que o mercado está em constante mudança, a Galileu pretende continuar a disponibilizar conteúdos actuais e relevantes para as organizações. E poder ser mais um agente potenciador da mudança nas organizações.

GALP: Learning@Galp

Oito anos após a sua criação, a Academia Galp encontra-se em fase de evolução, para permitir uma aprendizagem ágil, que desenvolva competências diferenciadoras e com impacto verdadeiramente transformacional.

Milestone Consulting: Capitalizar o Conhecimento 

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Em 2016, a Milestone apostou na criação de uma academia própria. Atrair e desenvolver talento ajustado às necessidades presentes e futuras da consultora é um dos objectivos.

Talenter: No centro da mudança de paradigmas

Criada em 2010, a Talenter Academy responde à procura do mercado, inclusive na Hotelaria e Turismo, que enfrenta grandes mudanças na procura do melhor talento.

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