A proposta, que consta da ordem de trabalhos da reunião camarária de 17 de Junho, a que a Lusa teve acesso, pretende «autorização para recrutar titulares dos cargos de direcção superior de primeiro grau de entre indivíduos vinculados e não vinculados à Administração Pública e designação dos júris de recrutamento dos procedimentos concursais destinados ao provimento dos cargos de direção superior de primeiro grau e de direção intermédia de primeiro e de segundo graus dos serviços do Município de Lisboa».
Ou seja, estarão abrangidos directores de departamento e chefes de divisão, que podem ser os actuais titulares ou outros trabalhadores do município, mas também outros funcionários públicos ou do sector privado.
Para a liderança PSD/CDS-PP/IL, este concursos «asseguram o cumprimento dos princípios da igualdade, do mérito, da capacidade, da imparcialidade, da transparência, da legalidade e da prossecução do interesse público».
A proposta tem aprovação garantida na CML, com os votos dos oito eleitos da coligação PSD/CDS-PP/IL e da independente Ana Simões, que juntos formam uma maioria absoluta, com nove eleitos entre o total de 17 que compõem o executivo municipal.
Segue-se depois a votação na Assembleia Municipal, onde a coligação PSD/CDS-PP/IL não tem maioria.














