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	<title>Formação &#8211; Human Resources</title>
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	<lastBuildDate>Mon, 13 Jul 2026 12:20:37 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Formação &#8211; Human Resources</title>
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	<item>
		<title>Novo curso internacional para líderes que querem integrar a sustentabilidade na estratégia do negócio</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/novo-curso-internacional-para-lideres-que-querem-integrar-a-sustentabilidade-na-estrategia-do-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Católica Porto Business School]]></category>
		<category><![CDATA[GRLI]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Católica Porto Business School tem candidaturas abertas para a nova edição do Globally Responsible Leadership for Sustainable Transformation, um programa de formação executiva integrado na Globally Responsible Leadership Initiative (GRLI), comunidade internacional que reúne instituições de ensino superior, empresas e organizações empenhadas em promover uma nova abordagem à liderança, capaz de responder aos desafios económicos, sociais e ambientais da actualidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">Criada com o propósito de incentivar modelos de liderança mais responsáveis e sustentáveis, a GRLI defende que a formação de líderes deve ir além das competências tradicionais de gestão, promovendo a criação de valor para as organizações e para a sociedade. A iniciativa reúne parceiros de sete universidades da Ásia, Europa e América do Norte, e fomenta a colaboração entre o meio académico e o tecido empresarial, incentivando a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de soluções para os desafios contemporâneos.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">Neste contexto, o Globally Responsible Leadership for Sustainable Transformation oferece uma experiência de aprendizagem colaborativa, centrada em temas como a sustentabilidade, a inovação, a governação e a transformação organizacional. Ao longo do programa, os participantes trabalham com docentes e profissionais de diferentes países, promovendo o intercâmbio de experiências e de perspectivas sobre os desafios actuais da gestão.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">A nova edição tem início em Setembro e destina-se a gestores, executivos e profissionais que pretendam desenvolver competências para liderar organizações mais responsáveis, resilientes e preparadas para o futuro.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"></div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">As candidaturas podem ser feitas <a href="https://the-grli.base44.app/grl4st#apply" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Licenciaturas em Economia e Gestão da FEUC recebem acreditação internacional</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/licenciaturas-em-economia-e-gestao-da-feuc-recebem-acreditacao-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:20:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[FEUC]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC) recebeu a acreditação internacional das licenciaturas em Economia e Gestão pela European Foundation for Management Development (EFMD), autoridade mundial na certificação de cursos na área da gestão e das ciências económicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trata-se de um reconhecimento internacional da qualidade dos cursos, que decorre de um processo de avaliação que analisou, entre vários aspectos, o currículo, os métodos pedagógicos, a ligação ao mercado de trabalho e a internacionalização.</p>
<p>A certificação das licenciaturas em Economia e Gestão pela EFMD permite à FEUC integrar uma comunidade internacional, garantindo que são cumpridos os mais elevados padrões de exigência, bem como o acesso a um fórum que potencia a inovação e que promove as melhores práticas.</p>
<p>«É com grande satisfação que recebemos este reconhecimento internacional da qualidade das licenciaturas em Economia e Gestão da FEUC. Esta acreditação confirma o compromisso da UC com uma formação de excelência, capaz de preparar profissionais altamente qualificados para responder aos desafios de um contexto global em permanente transformação», afirma o reitor da UC, Amílcar Falcão.</p>
<p>Para o director da Faculdade de Economia da UC, José Manuel Mendes, «a certificação das Licenciaturas em Gestão e Economia pela EFMD constitui um marco fundamental para a FEUC e o reconhecimento internacional de um projeto pedagógico rigoroso, relevante e alinhado com as melhores práticas». «Para os/as estudantes, significa um diploma com maior valor no mercado global, mais oportunidades de mobilidade e melhor empregabilidade; para a instituição, representa a confirmação de uma cultura de qualidade construída pelo trabalho colectivo de docentes, estudantes, corpo técnico e parceiros. Encaramos esta acreditação como um compromisso renovado com a exigência, a inovação e a missão de formar pessoas preparadas para os desafios do nosso tempo», sublinha.</p>
<p>Durante o processo de acreditação conduzido pela EFMD, o painel de avaliadores destacou a implementação da unidade curricular FEUC Skills, que permite aos/às estudantes participar em actividades promovidas pela FEUC (nomeadamente, CEOtalks@FEUC, BusinessCases@FEUC, FEUC@Company), de acordo com os seus interesses, proporcionando uma oportunidade para desenvolver soft skills. O painel de avaliadores salientou também alguns pontos fortes das licenciaturas, que incluem, entre outros, o ensino baseado na investigação, a ligação às empresas, e o número crescente de unidades curriculares oferecidas em inglês.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Wall Street English: Inglês, IA e competências humanas: a nova equação da empregabilidade</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/wall-street-english-ingles-ia-e-competencias-humanas-a-nova-equacao-da-empregabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:40:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo Reis Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street English]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, o domínio da língua inglesa foi visto como uma vantagem competitiva. Hoje, é cada vez mais uma condição de participação na economia global.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Durante décadas, o domínio da língua inglesa foi visto como uma vantagem competitiva. Hoje, é cada vez mais uma condição de participação na economia global.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por: Diogo Reis Pereira, Marketing &amp; Corporate Sales director do Wall Street English</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Numa realidade em que as equipas colaboram além-fronteiras, as empresas competem em mercados internacionais e a informação circula em tempo real, o inglês deixou de ser apenas uma competência linguística para se tornar uma competência estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para profissionais e organizações, a questão já não é se vale a pena investir no desenvolvimento desta competência, mas sim qual o custo de não o fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">A relação entre a proficiência em inglês e o sucesso profissional está amplamente documentada. Um estudo global da Pearson, publicado em 2024, concluiu que a maioria dos profissionais considera que a fluência em inglês influencia directamente as oportunidades de emprego, a progressão na carreira e o potencial de rendimento. A mesma investigação revelou que profissionais com níveis mais elevados de proficiência reportam maiores níveis de satisfação profissional, confiança e acesso a oportunidades internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Os benefícios são também tangíveis do ponto de vista económico. Dados divulgados pela Pearson apontam para aumentos salariais que podem atingir os 80% em determinados mercados e funções, quando comparados profissionais com níveis reduzidos de proficiência em inglês. Outros estudos internacionais indicam prémios salariais entre 30% e 50% para colaboradores com forte domínio da língua inglesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é difícil compreender porquê. O inglês é a língua predominante dos negócios internacionais, da tecnologia, da ciência, da inovação e da formação especializada. É através dele que profissionais acedem a conhecimento actualizado, participam em projectos multiculturais, estabelecem relações comerciais e desenvolvem redes globais de contactos.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mercado de trabalho cada vez mais internacionalizado, a capacidade de comunicar eficazmente em inglês é frequentemente um factor diferenciador nos processos de recrutamento e promoção. Em muitas organizações multinacionais, representa inclusivamente um requisito básico para assumir funções de liderança ou integrar equipas internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O impacto nas organizações </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se os benefícios para os profissionais são evidentes, para as empresas são ainda mais estratégicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Organizações cujas equipas comunicam eficazmente em inglês conseguem operar com maior fluidez em ambientes internacionais, reduzir erros de comunicação, acelerar processos de decisão e aumentar a capacidade de colaboração entre geografias e departamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Investigação académica na área da gestão internacional demonstra que as competências em inglês estão associadas a melhores resultados de carreira e maior eficácia organizacional em empresas multinacionais, contribuindo para uma colaboração mais eficiente e para o alinhamento entre equipas distribuídas globalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, num contexto em que as empresas portuguesas procuram cada vez mais exportar, atrair investimento estrangeiro ou integrar talento internacional, o domínio do inglês deixa de ser uma competência individual para se tornar um activo organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas que investem no desenvolvimento linguístico das suas equipas reforçam simultaneamente a sua capacidade de internacionalização, inovação e atracção de talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda uma dimensão frequentemente subestimada: a aprendizagem de inglês contribui para o aumento da confiança dos colaboradores. Profissionais que se sentem confortáveis a comunicar em contextos internacionais participam mais activamente em reuniões, apresentam ideias com maior segurança e assumem um papel mais relevante em projectos estratégicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A inteligência artificial muda as regras do jogo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente, assistimos à maior transformação do mercado de trabalho das últimas décadas: a democratização da Inteligência Artificial (IA).</p>
<p style="text-align: justify;">Ferramentas de IA generativa já conseguem automatizar tarefas administrativas, produzir conteúdos, analisar informação e apoiar processos de decisão a uma velocidade sem precedentes. Esta realidade está a alterar profundamente as competências valorizadas pelas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Future of Jobs Report 2025 do World Economic Forum, cerca de 39% das competências actualmente utilizadas no mercado de trabalho serão transformadas ou tornar-se-ão obsoletas até 2030. O mesmo relatório identifica o upskilling e o reskilling como prioridades estratégicas para as organizações que pretendem manter a sua competitividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas talvez a conclusão mais relevante seja outra: à medida que a tecnologia assume tarefas técnicas e repetitivas, as competências humanas tornam-se mais valiosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas complexos, inteligência emocional, comunicação, liderança, adaptabilidade e aprendizagem contínua surgem consistentemente entre as competências mais procuradas para o futuro do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, o inglês ganha uma nova relevância. Não apenas como língua de comunicação internacional, mas como facilitador do acesso ao conhecimento global e da colaboração humana em ambientes cada vez mais digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria da produção científica, tecnológica e empresarial continua a surgir primeiro em inglês. Da mesma forma, uma parte significativa dos conteúdos de formação, certificações, plataformas de aprendizagem e recursos relacionados com inteligência artificial encontra-se disponível nesta língua.</p>
<p style="text-align: justify;">Em muitos casos, dominar inglês significa ter acesso antecipado às competências do futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Upskilling e reskilling: umaresponsabilidade partilhada </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A velocidade da mudança exige uma nova abordagem ao desenvolvimento de talento.</p>
<p style="text-align: justify;">As organizações mais bem preparadas para enfrentar os desafios da próxima década não serão necessariamente aquelas que possuírem a tecnologia mais avançada, mas sim aquelas que conseguirem desenvolver pessoas capazes de aprender, desaprender e reaprender continuamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O investimento em upskilling e reskilling deixou de ser uma iniciativa de formação para passar a ser uma decisão estratégica de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse esforço, o desenvolvimento das competências linguísticas deve ocupar um lugar central. O inglês funciona como uma competência transversal que potencia outras competências, permitindo aos profissionais aceder a conhecimento, colaborar internacionalmente e acompanhar a evolução tecnológica com maior rapidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os departamentos de Recursos Humanos, isto representa uma oportunidade clara: integrar o desenvolvimento do inglês numa estratégia mais ampla de transformação de competências, preparando as equipas não apenas para os desafios actuais, mas para os que ainda estão por surgir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O futuro pertence a quem comunica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Num mundo em que a inteligência artificial democratiza o acesso à informação e automatiza tarefas técnicas, o verdadeiro diferencial competitivo será cada vez mais humano.</p>
<p style="text-align: justify;">As organizações continuarão a precisar de profissionais capazes de interpretar contextos, liderar equipas, construir relações de confiança, influenciar decisões e colaborar com pessoas de diferentes culturas e geografias.</p>
<p style="text-align: justify;">O inglês é a língua que liga essas capacidades à economia global.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, investir no desenvolvimento desta competência não é apenas uma questão de formação. É uma aposta na empregabilidade, na competitividade e na capacidade de adaptação de profissionais e empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mercado em constante transformação, quem comunica melhor aprende mais depressa. E quem aprende mais depressa estará sempre mais preparado para o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte do Caderno Especial “Formação&#8221;, publicado na edição de Junho (n.º 186) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Data Academy da BI4ALL abre vagas para jovens licenciados</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/a-data-academy-da-bi4all-abre-vagas-para-jovens-licenciados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Margarida Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BI4ALL by Plexus]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A BI4ALL by Plexus, empresa de serviços de Data Analytics e Inteligência Artificial, anuncia a XIX edição da sua Data Academy, com início no dia 21 de Setembro, que contará com a participação de nove formandos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dirigida a recém-licenciados, a Data Academy tem como objectivo acelerar a integração de talento jovem no mercado tecnológico, através do desenvolvimento de competências em áreas como Business Intelligence, Data Analytics, Big Data, Inteligência Artificial e Data Governance. O programa combina formação técnica com experiência prática em projectos reais.</p>
<p>Durante a formação, os participantes terão contacto com tecnologias e metodologias como ETL, Data Warehousing, arquiteturas Lakehouse, visualização de dados e soluções Cloud, contando ainda com acompanhamento próximo por parte de especialistas da BI4ALL by Plexus.</p>
<p>Segundo Inês Xavier, Chief People Officer da BI4ALL by Plexus, «a Data Academy continua a afirmar-se como um pilar estratégico na atracção e desenvolvimento de talento. Esta nova edição reforça o compromisso em preparar profissionais qualificados para responder aos desafios de um mercado cada vez mais orientado por dados.»</p>
<p>As candidaturas para a XIX edição da Data Academy deverão ser submetidas até ao dia 24 de Julho <a href="https://bi4allconsulting.com/careers/detail/24fafa9b-fbca-431a-8121-20842ec1282b/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recordati: Aprender para crescer</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/recordati-aprender-para-crescer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Recordati]]></category>
		<category><![CDATA[Sónia Gonçalves]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao celebrar 100 anos, a Recordati reforça uma convicção que continua a orientar a sua estratégia: investir no desenvolvimento das pessoas é a melhor forma de preparar o futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ao celebrar 100 anos, a Recordati reforça uma convicção que continua a orientar a sua estratégia: investir no desenvolvimento das pessoas é a melhor forma de preparar o futuro.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A aprendizagem ocupa um lugar central na forma como a Recordati desenvolve talento e prepara o crescimento da organização. Num sector onde o conhecimento científico evolui rapidamente e as exigências regulatórias são cada vez maiores, a formação é encarada como muito mais do que uma necessidade operacional. Como explica Sónia Gonçalves, Human Resources director, trata-se de um investimento contínuo nas pessoas e na sustentabilidade do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano em que assinala o seu centenário, o Grupo Recordati não olha para a formação apenas como resposta às necessidades imediatas do negócio. A aposta no desenvolvimento contínuo das pessoas integra uma visão de longo prazo, assente na convicção de que a sustentabilidade da organização depende da capacidade de antecipar competências, preparar líderes e criar condições para uma aprendizagem permanente. Mais do que acompanhar a evolução do sector, o objectivo passa por construir futuro através das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">«Celebrar 100 anos é, também, reconhecer que o sucesso se constrói através das pessoas e que investir no seu desenvolvimento é garantir o futuro», sublinha a responsável. Mais do que um princípio, esta abordagem traduz-se numa ideia clara: na Recordati, aprender é o que sustenta a forma como se lidera, se decide e se cresce. A organização tem vindo a reforçar uma lógica de aprendizagem ao longo da vida, combinando conhecimento científico com o desenvolvimento de competências comportamentais, digitais e de liderança. O objectivo passa por preparar as equipas para responder aos desafios actuais e futuros, mantendo sempre o foco no impacto gerado nas pessoas e no negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a componente técnico-científica continua a ser essencial, as prioridades alargaram-se nos últimos anos. Hoje, a empresa atribui igual importância ao desenvolvimento de soft skills, à capacitação digital, à ética e compliance, bem como à promoção da inovação e do pensamento crítico. Para Sónia Gonçalves, esta evolução reflecte «uma visão mais holística do talento», em que o potencial de crescimento se torna tão relevante como o conhecimento técnico.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa filosofia está presente em todo o percurso dos colaboradores. A Recordati combina programas estruturados de onboarding, planos de desenvolvimento individual, experiências on-the-job, mentoring e acesso a um ecossistema global de aprendizagem. O princípio orientador é simples: cada pessoa deve assumir um papel activo no seu desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">É neste contexto que surge o MyImpact, framework que estrutura a forma como cada colaborador reflecte sobre o seu desempenho, define objectivos de desenvolvimento e acompanha a sua evolução. Mais do que um processo formal, trata-se de um dos pilares do modelo de desenvolvimento da Recordati: «uma conversa contínua» que reforça uma ideia central – cada pessoa é responsável pelo seu próprio impacto.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa responsabilidade individual estende-se a toda a organização, com cada colaborador a assumir um papel activo no impacto que gera. Mais do que uma estrutura hierárquica rígida, a Recordati defende uma lógica de liderança distribuída, em que cada pessoa é chamada a ser «líder da sua própria evolução», contribuindo de forma directa para os resultados colectivos.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia-a-dia, a aprendizagem contínua é sustentada por uma combinação de actualização permanente dos conteúdos formativos, plataformas digitais, parcerias com universidades e entidades do sector e uma forte aposta na partilha de conhecimento interno. Como resume Sónia Gonçalves, o objectivo é que aprender deixe de ser um acontecimento isolado para passar a fazer parte da rotina da organização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desenvolver líderes catalisadores</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da liderança ocupa actualmente um lugar central na estratégia de formação da Recordati – mas com uma nuance clara: mais do que formar gestores, a empresa quer desenvolver líderes catalisadores. A Recordati está actualmente a formar globalmente os seus gestores, com um programa da Global que fomenta e desenvolve esta visão.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos pilares de formação da Recordati é a Leaders Academy, programa global lançado em 2022 que reúne líderes de diferentes funções e geografias. Constitui um dos pilares do ecossistema global de desenvolvimento de talento da Recordati e está directamente ligado ao percurso de carreira dos seus líderes. Através de uma abordagem híbrida, que combina sessões presenciais, módulos digitais e masterclasses, trabalha competências como self-management, comunicação, influência e tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a ambição da empresa vai além da formação tradicional. No contexto do centenário, a Recordati em Portugal lançou o programa «Dos 100 aos 200», apresentado durante o retiro estratégico da direcção em Portugal. O conceito traduz a ambição de preparar líderes capazes de gerar impacto sustentável ao longo dos próximos 100 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Sónia Gonçalves, o desafio actual consiste em «liderar em velocidade, sem perder alinhamento ou propósito». É precisamente aqui que ganha relevância a figura do líder catalisador, conceito que assume um papel central na visão de liderança da organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a responsável, um líder catalisador actua em três dimensões essenciais. Primeiro, cria clareza: ajuda as equipas a concentrarem-se no que realmente cria valor, reduzindo ruído e clarificando prioridades. Depois, gera confiança: num contexto de elevada velocidade, o maior risco nem sempre é a falta de trabalho, mas a dispersão – e a função do líder passa por criar foco e segurança para decidir. Por fim, garante execução: mais do que controlar, desbloqueia, alinha e transforma intenção em acção.</p>
<p style="text-align: justify;">«Ser um líder catalisador não é apenas liderar equipas ou garantir resultados. É acelerar o potencial dos outros e da organização sem aumentar a complexidade », afirma Sónia Gonçalves.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais importante ainda, esta visão não se limita aos cargos de chefia. A Recordati defende uma lógica de liderança distribuída, em que cada colaborador assume responsabilidade pelas suas decisões, pela sua evolução e pelo impacto que gera à sua volta. A liderança deixa, assim, de ser apenas um papel formal para se tornar uma responsabilidade individual.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, as soft skills assumem uma importância crescente. Competências como comunicação, empatia, adaptabilidade e colaboração são consideradas «absolutamente críticas» para responder a ambientes de trabalho cada vez mais transversais e colaborativos. Mais do que conhecimento técnico isolado, a organização procura pessoas com curiosidade, pensamento crítico, agilidade digital e sentido de propósito.</p>
<p style="text-align: justify;">A formação desempenha igualmente um papel determinante na identificação e preparação de futuros líderes. Através de programas estruturados, mentoring e exposição a desafios estratégicos, a organização procura criar percursos de evolução consistentes e alinhados com os seus valores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma cultura para os próximos 100 anos </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na Recordati, a formação é também uma alavanca de cultura organizacional. Para além de desenvolver competências, contribui para reforçar o alinhamento entre equipas, consolidar valores e promover experiências partilhadas.</p>
<p style="text-align: justify;">«A formação é um instrumento poderoso de cultura», afirma Sónia Gonçalves. Ao integrar conteúdos relacionados com colaboração, pertença e propósito, a organização procura reforçar o engagement e criar uma cultura onde aprender e liderar fazem parte da experiência quotidiana de cada colaborador.</p>
<p style="text-align: justify;">O impacto da formação é acompanhado através de diferentes indicadores, incluindo feedback dos participantes, aplicação prática no posto de trabalho, evolução de competências críticas e contributo para resultados de negócio. Cada vez mais, o objectivo passa por estabelecer uma ligação directa entre aprendizagem e desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">Olhando para o futuro, a Human Resources director antecipa uma formação cada vez mais digital, personalizada e orientada por dados. A integração de inteligência artificial e de agentes digitais deverá permitir apoiar decisões em tempo real, personalizar percursos de aprendizagem, reforçar mecanismos de feedback contínuo e acelerar a execução em ambientes cada vez mais complexos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, a tecnologia é encarada como um facilitador e não como um fim em si mesma. A capacidade de criar clareza, gerar confiança e transformar potencial em resultados continuará a ser o principal factor distintivo das organizações. «A tecnologia será um acelerador, mas o verdadeiro diferencial continuará a ser humano», defende Sónia Gonçalves.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao celebrar um século de história, a Recordati procura construir as bases dos próximos 100 anos. E esse futuro depende da capacidade de cada pessoa assumir um papel activo no seu desenvolvimento e actuar como catalisador de evolução, impacto e mudança – porque preparar os próximos 100 anos não passa por mais formação, mas por formar melhor quem decide, lidera e faz acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte do Caderno Especial “Formação&#8221;, publicado na edição de Junho (n.º 186) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova SBE Executive Education: A inovação na base da formação executiva</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/nova-sbe-executive-education-a-inovacao-na-base-da-formacao-executiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
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		<category><![CDATA[Marta Pimentel]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE Executive Education]]></category>
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					<description><![CDATA[Antecipar a mudança, liderar a transformação e criar valor sustentável são prioridades da Nova SBE Executive Education.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Antecipar a mudança, liderar a transformação e criar valor sustentável são prioridades da Nova SBE Executive Education.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assiste-se, cada vez mais, a uma aceleração da mudança que supera a capacidade das organizações de a absorver e de preparar líderes capazes de antecipar desafios e criar valor sustentável, tornando este objectivo uma prioridade para as instituições de ensino. Em entrevista à Human Resources, Marta Pimentel, Executive Education director da Nova SBE, explica como a instituição está a reinventar a formação executiva, combinando inovação pedagógica, tecnologia e desenvolvimento integral de competências para capacitar líderes para um futuro exigente e incerto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que tipo de perfil de executivos e empresas procuram actualmente os programas da Nova SBE Executive Education? E de que forma é que a oferta formativa se diferencia para estes executivos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos num momento em que a velocidade da mudança é superior à capacidade natural das organizações para a absorverem. Por isso, os executivos que procuram a Nova SBE Executive Education são, acima de tudo, líderes que se recusam a ficar reféns do sucesso do passado. São profissionais conscientes de que a experiência acumulada continua a ser valiosa, mas que, por si só, já não é suficiente para responder aos desafios de um mundo moldado por novas dinâmicas geopolíticas, avanços tecnológicos e crescentes pressões económicas, sociais e ambientais. Procuram não apenas conhecimento, mas novas perspectivas que os ajudem a interpretar a complexidade e a tomar melhores decisões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que desafios estratégicos ou organizacionais levam esses executivos e empresas a investir em formação na Nova SBE?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As organizações estão a operar num contexto em que a mudança deixou de ser esporádica para se tornar permanente. A transformação digital, em particular a adopção da inteligência artificial, a necessidade de responder a mercados cada vez mais voláteis e uma crescente agenda geopolítica estão a obrigar as empresas a repensarem os seus modelos de negócio, processos e formas de liderança.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cenário, a formação executiva surge não apenas como um instrumento de desenvolvimento individual, mas como uma alavanca estratégica para reforçar a capacidade de adaptação e assegurar a competitividade das organizações no médio e longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelamente, cresce a consciência de que os desafios do futuro exigem uma nova geração de líderes: profissionais capazes de combinar desempenho com sustentabilidade pessoal e organizacional. A liderança regenerativa ganha assim relevância, assente numa preparação mais sistémica que integra as dimensões intelectual, emocional, física e espiritual do líder. Esta abordagem procura desenvolver a capacidade de criar valor de forma duradoura, preservando a energia, a clareza e o propósito ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma a inovação pedagógica na formação de executivos da Nova SBE contribui para o desenvolvimento das competências de liderança e gestão dos participantes? E como é que um conceito como “inovação pedagógica” se traduz, na prática, na sala de aula?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na Nova SBE Executive Education, acreditamos que o desenvolvimento de competências de liderança e de gestão não resulta apenas da aquisição de conhecimento, mas sobretudo da capacidade de transformar esse conhecimento em acção. É neste contexto que a inovação pedagógica assume um papel central. Os nossos programas são concebidos combinando conhecimento académico, aplicação prática a desafios reais e journaling enquanto prática de reflexão individual. Recorremos a metodologias de experiential learning e learning intervention que colocam os participantes no centro da experiência de aprendizagem, promovendo a experimentação, iteração, acção e reflexão.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, isto traduz-se em percursos de aprendizagem mais personalizados e transformacionais. Utilizamos assessments que ajudam os participantes a desenvolver uma maior consciência das suas capacidades, estilos de liderança e áreas de desenvolvimento, criando um ponto de partida para a evolução individual. Estes processos são frequentemente complementados por mentoring e coaching, potenciando a transferência da aprendizagem para o contexto profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É possível medir o impacto dos programas e metodologias da Nova SBE Executive Education tanto no percurso dos participantes como nas organizações onde operam?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O impacto pode manifestar-se em diferentes níveis: no participante, através da aquisição de competências, integração de novas práticas e/ ou mudanças de comportamento; na organização, através da transformação da estratégia, da liderança, inovação, produtividade, entre outros; e até no ecossistema e na sociedade, quando as decisões tomadas pelos líderes geram efeitos mais sistémicos. A medição do impacto começa, por isso, pela definição clara dos resultados que se pretendem alcançar e das variáveis que melhor os representam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que exemplos de métodos pedagógicos inovadores a formação de executivos da Nova SBE tem implementado e quais os resultados observados?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A inovação pedagógica na Nova SBE Executive Education traduz-se na criação de experiências de aprendizagem que vão além do modelo tradicional de sala de aula. Numa perspectiva de medição de impacto, um exemplo é o programa VOICE Leadership para PME, que combina investigação aplicada e formação executiva, medindo ao longo do tempo como a formação contribui para o aumento da produtividade das empresas. Esta proximidade entre investigação e prática permite medir o verdadeiro impacto da formação.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa perspectiva de mudança e transformação, temos desenvolvido formatos imersivos, como os programas retreat, estratégicos ou de liderança (Programa Horizon) que oferecem aos participantes a oportunidade para reflectirem sobre o seu futuro e/ou das suas organizações. Desta forma, recorremos a metodologias como scenario planning, future-back thinking, simulações e outras abordagens sistémicas que ajudam os líderes a expandir horizontes, desafiar pressupostos e construir visões de longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais, temos integrado de forma intensiva ferramentas e agentes de inteligência artificial nos processos de aprendizagem, não apenas para desenvolver competências técnicas, mas também para aumentar a familiaridade dos executivos com estas tecnologias e explorar novas formas de uso nas suas vidas pessoais e organizacionais. A Nova SBE Executive Education é cada vez mais uma sandbox de inovações pedagógicas que diariamente testam melhores formas de disseminar e aplicar o conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é que a Nova SBE integra ferramentas digitais e tecnologia educativa no ensino, e de que forma é que isso impacta e potencia a aprendizagem dos executivos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia desempenha hoje um papel cada vez mais relevante, na forma como desenhamos e entregamos experiências de aprendizagem para executivos. Procuramos integrar as ferramentas digitais não como um fim em si mesmas, mas como catalisadores de uma aprendizagem mais personalizada, interactiva e aplicada. Entre estas tecnologias, a inteligência artificial assume um lugar de destaque, não apenas como um tema de estudo, mas como uma ferramenta que acompanha o próprio processo de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, a IA é integrada em diferentes níveis da experiência pedagógica. É utilizada como fonte de conhecimento e consciencialização, permitindo aos participantes explorar novas tendências, testar hipóteses e aprofundar conceitos de forma dinâmica. Simultaneamente, funciona como uma metodologia transversal para apoiar a reflexão sobre estratégia, modelos de negócio, inovação e transformação operacional, desafiando os executivos a repensarem pressupostos e a explorar cenários alternativos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que competências considera essenciais para os líderes do futuro e como é que a Nova SBE as está a integrar nos seus programas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As competências mais importantes para os líderes do futuro começam por ser aquelas que lhes permitem compreender melhor o mundo. Falamos da capacidade de pensar de forma sistémica, interpretar sinais emergentes, compreender as interligações entre fenómenos aparentemente distintos e desenvolver uma visão estratégica de longo prazo. São líderes capazes de alternar entre o detalhe operacional e a perspectiva de “helicóptero”, navegando a complexidade sem perder a clareza de direcção. Esta capacidade de leitura abrangente da realidade será cada vez mais determinante para antecipar mudanças e tomar decisões num ambiente de elevada incerteza. A esta dimensão juntam-se as competências humanas e relacionais que continuam a estar no centro da liderança eficaz: mobilizar equipas, gerir stakeholders diversos, construir confiança, promover colaboração e liderar processos de transformação. Por último, existe ainda um terceiro nível, igualmente importante, relacionado com competências mais técnicas e funcionais, como gestão de projectos, finanças ou operações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que prioridades estratégicas irão marcar os próximos anos para a Nova SBE?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A ambição da Nova SBE para os próximos anos passa por reforçar o seu posicionamento como uma escola para líderes. Queremos contribuir para a formação de pessoas capazes de gerar impacto positivo nas organizações, na economia e na sociedade. Mais do que transmitir conhecimento, procuramos desenvolver líderes preparados para compreender os grandes desafios do nosso tempo e para actuar num contexto global cada vez mais complexo e interdependente. Para concretizar esta visão, a internacionalização continuará a assumir um papel central, através do reforço da nossa presença em múltiplos países, do desenvolvimento de parcerias globais e da criação de experiências de aprendizagem cada vez mais diversas e multiculturais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Nova SBE Executive Education tem feito um investimento estratégico em temas relacionados com a liderança. Porquê? Sentem que o perfil do líder contemporâneo está a mudar de forma radical?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A aposta da Nova SBE Executive Education na área da liderança resulta da convicção de que os grandes desafios das organizações são também desafios de liderança. Se a nossa ambição é ser uma escola para líderes, acreditamos ter a responsabilidade de os preparar para navegar a complexidade da realidade actual, com mais autoconsciência dos seus impactos, mais vitalidade e longevidade empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">Assistimos a uma evolução do papel do líder. Hoje, liderar implica navegar e gerir paradoxos, exige uma maior capacidade de lidar com a ambiguidade, de integrar diferentes perspectivas e de actuar num mundo cada vez mais interligado. Mas exige também uma nova consciência sobre a própria sustentabilidade da liderança. Num contexto em que as carreiras são mais longas e as exigências mais intensas, os líderes precisam de desenvolver a capacidade de se regenerar continuamente, preservando os seus níveis de vitalidade, energia, clareza e propósito.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte do Caderno Especial “Formação&#8221;, publicado na edição de Junho (n.º 186) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>ISCTE Executive Education: As competências que definem os líderes de hoje</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/iscte-executive-education-as-competencias-que-definem-os-lideres-de-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ISCTE]]></category>
		<category><![CDATA[ISCTE Executive Education]]></category>
		<category><![CDATA[José Crespo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A formação executiva evolui para responder às novas exigências de liderança, inovação e transformação do mercado de trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A formação executiva evolui para responder às novas exigências de liderança, inovação e transformação do mercado de trabalho.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A aprendizagem ao longo da vida deixou de ser um complemento ao percurso profissional para se afirmar como uma necessidade num mercado marcado pela transformação tecnológica, pela evolução das competências e pela crescente exigência das organizações. Num contexto em que a inteligência artificial, a digitalização e os novos modelos de trabalho estão a redefinir funções e lideranças, a formação executiva assume um papel cada vez mais estratégico no desenvolvimento de gestores e equipas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista à Human Resources, José Crespo de Carvalho, professor catedrático de Gestão no Iscte-iul e presidente e CEO do Iscte Executive Education, analisa as principais tendências da formação executiva, as competências mais valorizadas pelas empresas e os desafios que marcarão o futuro da aprendizagem profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma tem evoluído o perfil dos profissionais que procuram formação executiva nos últimos anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Está mais exigente, mais informado e menos disponível para perder tempo. Hoje, não se procura apenas um diploma. Procura-se utilidade, aplicação e impacto. Muito impacto. Temos profissionais seniores que querem recentrar a carreira, quadros intermédios que precisam de ganhar ferramentas técnicas e de liderança e perfis técnicos que perceberam que saber muito de uma área já não chega, precisam de alargar scope. É preciso saber gerir, comunicar, negociar, decidir, assumir responsabilidade e liderar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são, hoje, as competências mais valorizadas pelas empresas quando investem em programas de formação para líderes e gestores?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de decisão, pensamento estratégico e pensamento crítico, liderança de pessoas, literacia financeira, gestão da mudança, inteligência artificial e capacidade de execução e entrega. As palavras-chave são execução e entrega. Há muita gente com opinião. Há menos gente capaz de transformar análise em decisão e decisão em resultado. Executando e entregando.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A transformação digital e a inteligência artificial estão a alterar profundamente o mercado de trabalho. Como é que a formação executiva se está a adaptar a esta nova realidade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Deixando de tratar a IA como um módulo e um apêndice. A inteligência artificial não pode ser uma aula simpática no fim do programa. Tem de entrar na forma como se aprende, se analisa, se decide e se avaliam alternativas. E sobre ela formar pensamento crítico sério e debatido. No Iscte Executive Education, também trabalhamos a IA como ferramenta de gestão e decisão de gestão, não apenas como tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que mudanças têm identificado nas expectativas dos participantes relativamente aos modelos de aprendizagem e à experiência formativa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Querem menos teoria unidireccional e mais trabalho sobre problemas reais. Querem professores seguros, com experiência profissional de empresa e não querem discursos desligados da vida real. Querem casos, simulações, discussão, pressão, feedback e aplicabilidade. Querem sair de uma sessão com algo que possam usar no dia seguinte. É essa a lógica do nosso Real-Life Learning.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como avalia o papel da formação contínua num contexto em que as carreiras são cada vez menos lineares e mais sujeitas a transformação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A formação contínua deixou de ser uma opção. Passou a ser uma condição de sobrevivência para qualquer profissional. As carreiras já não são nem passeios na avenida nem auto-estradas. São percursos com desvios, mudanças de sector, reconfigurações funcionais e novas exigências tecnológicas. Quem não aprende continuamente fica preso a uma versão antiga de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são, actualmente, as principais preocupações das organizações quando procuram programas de upskilling e reskilling para as suas equipas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Rapidez, relevância e retorno. As organizações querem preparar chefias, acelerar transformação digital, integrar IA, melhorar produtividade, reter talento, alinhar equipas e criar cultura de liderança. Também querem soluções ajustadas à sua realidade, não programas off the shelf servidos da mesma forma a todos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma a formação executiva pode contribuir para desenvolver lideranças mais preparadas para gerir equipas multigeracionais e ambientes de trabalho híbridos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Trazendo realidade para a sala de aula. Liderar, hoje, é gerir pessoas com idades, expectativas, ritmos e linguagens diferentes. É liderar quem está no escritório, quem está em casa, quem quer autonomia e quem quer acompanhamento. A formação tem de trabalhar comunicação, confiança, responsabilidade, desempenho, feedback e gestão de conflito. Liderança híbrida não é liderança à distância com uma câmara ligada. É muito mais exigente do que isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O tema do bem-estar e da saúde mental ganhou maior relevância nas empresas. Essa preocupação já se reflecte nos conteúdos e abordagens dos programas de formação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, mas convém não transformar tudo em narrativa terapêutica. Bem-estar e saúde mental são temas sérios. Entram quando falamos de liderança, pressão, burnout, desenho do trabalho, cultura, propósito e qualidade da decisão. Um líder que destrói pessoas pode entregar resultados durante algum tempo mas deixa, inevitavelmente, uma factura escondida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é que o Iscte Executive Education trabalha a ligação entre conhecimento académico e aplicação prática nas organizações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Trabalhamos essa ligação todos os dias. Temos a base universitária do Iscte, corpo docente académico e empresarial (practitioners), ligação às organizações e uma obsessão pela aplicação. O conhecimento tem de ser sólido mas tem, também, de funcionar em contexto real. Usamos casos, desafios, projectos, dados, simulações e trabalho aplicado. Não basta saber explicar uma tabela. É preciso saber usá-la, sobretudo sob pressão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que sectores ou áreas de especialização têm demonstrado maior procura ao nível da formação executiva?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Liderança, gestão geral, transformação digital, inteligência artificial, finanças para gestores, sustentabilidade, saúde, operações, logística, marketing, negociação e people management. Há também maior procura por programas sectoriais, nomeadamente saúde e farmacêutica, energia, indústria, serviços, banca e seguros, administração pública e áreas reguladas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num mercado cada vez mais competitivo, o que distingue, actualmente uma escola de formação executiva e quais os factores que mais pesam na decisão dos participantes?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Reputação, qualidade do corpo docente, relevância dos programas, ligação ao mercado, experiência dos participantes, rede de alumni, capacidade internacional e provas dadas. O Iscte Executive Education tem vindo a afirmar-se com consistência: top 50 mundial em Executive Education no Financial Times, top 40 europeu, presença internacional crescente e índices de satisfação muito elevados. Mas rankings não substituem entrega. Confirmam-na.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que tendências irão marcar o futuro da formação executiva e da aprendizagem ao longo da vida nos próximos anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Programas mais curtos, intensos e aplicados. Integração real da inteligência artificial. Maior personalização. Mais internacionalização. E maior exigência. A formação executiva não pode ser entretenimento corporativo. Tem de mudar comportamentos, melhorar decisões e produzir impacto. O resto é mau jazz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RANKING</strong><br />
<strong>Iscte Executive Education entre as 50 melhores escolas do mundo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Iscte Executive Education alcançou em 2026 o melhor resultado de sempre no ranking do Financial Times para Executive Education. Que leitura faz deste resultado e que impacto tem na perceção internacional da instituição?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É um resultado muito forte mas também muitíssimo objectivo. Em 2026, o Iscte Executive Education surge no Financial Times em 51.º lugar mundial em Open- -enrolment Executive Education e em 31.º lugar mundial em Custom Executive Education. Combinadamente aparece no 41.º da lista geral. É top 50 do mundo novamente. E é o melhor desempenho global de sempre. A leitura é simples: deixámos de estar apenas a competir bem em Portugal; estamos a competir com consistência no mercado internacional. Para a percepção externa, para os nossos objectivos de internacionalização, isto conta muito. É a validação da reputação, da qualidade percebida, da internacionalização, da satisfação e da capacidade de entrega.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A subida de 16 posições em Open-enrolment Executive Education – a maior progressão mundial nesta categoria – é particularmente expressiva. O que explica este desempenho e que factores foram decisivos para esta evolução?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É uma progressão muito significativa, sim. E, sim, é a maior subida mundial nesta categoria. Explica-se por foco, consistência e execução. Melhorámos a proposta de valor, reforçámos a ligação à prática, trabalhámos melhor a experiência dos participantes e aumentámos a visibilidade internacional. Destaco também os indicadores de internacionalização onde somos claramente o número 1 em Portugal, tal como em anos anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Também em Custom Executive Education, o Iscte sobe 13 lugares e reforça a sua posição entre as escolas mais bem classificadas em Portugal. Como evoluiu a relação com as empresas para alcançar este nível de reconhecimento?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em Custom Executive Education, subimos ao 31.º lugar mundial. São 13 posições num ranking altamente competitivo. Isto resulta de uma relação com empresas menos transaccional e muito mais estratégica e parceira. Há diagnóstico, co-criação, ajustamento, acompanhamento e impacto. Os dados mostram força em dimensões como follow-up, value for money, future use e overseas programmes. As empresas em todo o mundo reconhecem quando a formação resolve problemas reais. Por isso nos orgulhamos de assinar Real-Life Learning.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte do Caderno Especial “Formação&#8221;, publicado na edição de Junho (n.º 186) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Generali Tranquilidade: Do saber fazer ao saber aprender</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/generali-tranquilidade-do-saber-fazer-ao-saber-aprender/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Rita Loução]]></category>
		<category><![CDATA[Generali Tranquilidade]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Perante a aceleração tecnológica e a crescente influência da Inteligência Artificial, a Generali Tranquilidade aposta na formação contínua para desenvolver competências, reforçar a adaptabilidade e preparar os colaboradores para os desafios do futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Perante a aceleração tecnológica e a crescente influência da Inteligência Artificial, a Generali Tranquilidade aposta na formação contínua para desenvolver competências, reforçar a adaptabilidade e preparar os colaboradores para os desafios do futuro.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A transformação tecnológica está a alterar profundamente as competências exigidas pelas organizações. A digitalização, os dados e a Inteligência Artificial vieram aumentar a importância da adaptabilidade, da curiosidade e da capacidade de adquirir novos conhecimentos ao longo da carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Ana Rita Loução, Chief People &amp; Sustainability Officer da Generali Tranquilidade, explica como a seguradora tem vindo a investir no desenvolvimento das suas pessoas, através de programas de formação, iniciativas de literacia digital e percursos adaptados a diferentes fases da carreira. O objectivo passa por criar uma cultura de aprendizagem capaz de acompanhar a evolução do negócio e preparar as equipas para os desafios do futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual é a importância da formação na estratégia actual da Generali Tranquilidade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A formação é, para nós, uma alavanca estratégica que representa um investimento na competitividade da empresa e no futuro dos colaboradores. Num mercado como o segurador, que vive um ritmo de transformação acelerado e constante, a capacidade de renovar competências é um factor distintivo para o sucesso da organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa empresa com cerca de 1300 colaboradores e como parte do Grupo Generali, multinacional e de grande dimensão, o desenvolvimento de competências assume ainda um papel muito importante de coesão, garantindo que partilhamos uma visão comum e que as unidades de negócio estão alinhadas com os padrões de excelência do grupo, assegurando uma resposta ajustada às especificidades do mercado português.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Generali Tranquilidade, a aposta em formação assenta num princípio relevante: o desenvolvimento enquanto responsabilidade partilhada entre a empresa e o colaborador. A organização compromete- se a criar as condições e as oportunidades, enquanto o colaborador se compromete a tirar partido dessas oportunidades, contribuindo simultaneamente para o seu crescimento e para o da empresa. Esta co-responsabilidade é o que torna o nosso modelo sustentável e com impacto real.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que tem mudado nas competências exigidas aos colaboradores nos últimos anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O digital, os dados e, mais recentemente, a Inteligência Artificial têm vindo a transformar profundamente o tipo de competências exigidas aos colaboradores. À medida que a tecnologia passa a conseguir reproduzir, automatizar ou acelerar muitas competências técnicas, cresce a valorização das competências humanas – como pensamento crítico, criatividade, empatia, colaboração, capacidade de adaptação e tomada de decisão em contextos ambíguos. Esta realidade obriga-nos, enquanto organização, a assumir uma postura diferente face à formação.</p>
<p style="text-align: justify;">O foco deslocou-se do ‘saber fazer’ para o ‘saber aprender’. A agilidade cognitiva, a curiosidade, a capacidade de nos reinventarmos são as competências mais valiosas no cenário que vivemos hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">A par disso, e no sector segurador em particular, emerge um perfil híbrido muito ambicioso: o de profissionais que combinam literacia de dados, um profundo conhecimento técnico do negócio e sólidas competências relacionais e regulatórias.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é uma transformação imediata, mas é exactamente por isso que o investimento em desenvolvimento deve ser contínuo e consistente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que revelam os programas de trainees sobre as competências do futuro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além da aposta nas gerações mais jovens, os nossos programas de recrutamento de trainees (Rocket, Xpert e DataLab) revelam ainda uma convicção: enquanto organização, não podemos esperar que o mercado nos entregue os profissionais e as competências de que precisamos. Temos de os construir internamente, de forma intencional e estruturada.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa de trainees DataLab recruta jovens para as áreas de Inteligência Artificial e Analytics. O Xpert, por sua vez, abrange áreas core do negócio, como Comercial, Sinistros, Operações e Sistemas de Informação. Já o programa Rocket procura competências-chave para áreas de desenvolvimento de produto e suporte ao negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os programas traduzem a mesma lógica: identificar jovens que dominem as ferramentas e metodologias que estão a redefinir o sector e que tragam competências especializadas importantes para a transformação que estamos a viver. Complementados com a aposta na formação interna, estes programas reflectem ainda uma resposta pragmática à escassez de talento especializado no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como tem evoluído a plataforma We LEARN desde o seu lançamento?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A We LEARN, plataforma global de formação do Grupo Generali, nasceu com uma premissa simples: democratizar o acesso à formação. Esta ambição reflecte uma mudança de mentalidade em relação à formação, que deixou de acontecer apenas de modo formal, em sala e pontualmente, para passar a estar integrada de forma digital no nosso dia-a-dia, com diferentes tipologias de conteúdos e formatos, recorrendo por exemplo a dinâmicas de gamificação, role play, conteúdos multimédia, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta plataforma consolidou-se assim como o nosso ecossistema de formação e desenvolvimento, combinando conteúdos de formação locais e do grupo, comunidades por temática e vários outros recursos úteis para o desenvolvimento profissional, incluindo uma extensa oferta formativa sobre os mais variados temas, muitos deles que ultrapassam o core do negócio, mas que contribuem de forma muito importante para a cultura organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Este ano, a plataforma global está a ser alvo de várias transformações estruturais, com novas funcionalidades, uma mudança de imagem e acesso a novas ferramentas para tornar a experiência formativa ainda mais positiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E a evolução da oferta formativa fora do digital? Que programas ou iniciativas se têm destacado?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de a We LEARN contribuir de forma muito relevante para a eficácia dos nossos planos de formação, acreditamos que o desenvolvimento de competências também se constrói com iniciativas fora do ecrã, que acrescentam uma componente única que o digital não garante: a humanização.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos dois anos, temos desenvolvido um conjunto muito relevante de iniciativas a este nível no âmbito do nosso modelo de carreiras. Disso são exemplo o Young, Experienced, Leadership e Expert, programas pensados para contribuir para o desenvolvimento de perfis específicos na organização, que se materializam através de programas executivos desenhados à medida (numa parceria com a Nova SBE), iniciativas de mentoring, coaching, entre outras. O elevado nível de personalização traduz-se num investimento com impacto concreto, quer para os participantes, quer para a empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em paralelo, é ainda concretizada a atribuição de bolsas de formação a colaboradores elegíveis (seleccionados com base em vários critérios, nomeadamente performance e potencial identificado), para que os próprios possam seleccionar formações relevantes para o seu percurso. Esta iniciativa reflecte de forma clara a co-responsabilidade de que falávamos anteriormente: a empresa garante as oportunidades, dando autonomia aos colaboradores para usufruir delas, numa lógica de benefício mútuo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A We LEARN Week deste ano teve a Inteligência Artificial como tema central. O que motivou esta aposta?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A We LEARN Week é uma iniciativa global, que decorre em todo o Grupo Generali, em que cada país desenvolve um programa em torno de uma (ou várias) temáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão sobre o tema para esta edição foi fácil de tomar e reflecte a actualidade: a Inteligência Artificial (IA) já não é um tema para especialistas. É uma realidade que está a redefinir a forma como trabalhamos, como aprendemos e como tomamos decisões, independentemente do grau de senioridade ou função. É um factor crítico de competitividade nas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">Por essa razão, este ano a We LEARN Week centrou-se nesta temática e no que ela significa para a nossa forma de trabalhar e para o nosso negócio, materializando- se num conjunto de sessões, workshops e demonstrações desenvolvidas para todos os graus de literacia em IA.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa combinou três dimensões que consideramos essenciais: a de negócio, com especialistas internos e externos que trouxeram casos de uso reais da IA no sector segurador; a dimensão tecnológica, com sessões técnicas que aproximaram os colaboradores das ferramentas; e a dimensão humana, com especialistas em formação e em gestão da mudança que abordaram o impacto da IA nas pessoas, nas equipas e no desenvolvimento organizacional. Esta triangulação foi intencional: a IA só concretiza o seu propósito quando alia as dimensões humana e tecnológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um vasto programa de iniciativas distintas, os Prompting Labs trouxeram uma abordagem prática e experiencial que ensina os colaboradores a tirar partido dos modelos de linguagem para as suas tarefas diárias; o Agent-A-Thon, que juntou equipas multidisciplinares para responderem a desafios reais do negócio com a criação de agentes IA; as sessões Inside AI, que desconstruíram o jargão técnico e mostraram como funciona; e muitas outras sessões e dinâmicas, incluindo um robot que circulou pelos diferentes pisos para oferecer doces a todos os colaboradores e dinamizar a participação nas iniciativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com mais de 600 participantes e um feedback global positivo, a adesão à We LEARN Week superou as expectativas e terá um impacto prolongado na organização no que toca a literacia em IA.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma a Inteligência Artificial poderá transformar os modelos de aprendizagem e ganhar destaque na formação dos próximos anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O futuro da formação será cada vez mais experiencial, social, contínuo e potenciado pela Inteligência Artificial. A IA permite ultrapassar o modelo tradicional, mais expositivo e uniforme, abrindo caminho a experiências de formação mais personalizadas, adaptativas e próximas das necessidades reais de cada colaborador.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a IA, será possível recomendar percursos de desenvolvimento em função do perfil, função, competências existentes e objectivos de desenvolvimento de cada pessoa, tornando a formação mais relevante e accionável. Ao mesmo tempo, ferramentas baseadas em IA podem apoiar o desenvolvimento quando a necessidade surge, através de assistentes virtuais, simulações, conteúdos gerados à medida, exercícios práticos e feedback imediato.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto não substitui a dimensão humana da formação; pelo contrário, reforça-a. A partilha de conhecimento entre colegas continuará a ser essencial, mas a IA pode ajudar a sistematizar conhecimento, identificar lacunas de competências, escalar boas práticas e tornar o desenvolvimento mais contínuo, autónomo e integrado no trabalho diário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual o impacto do investimento em formação no negócio e na organização?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O investimento em formação tem um impacto directo na capacidade de adaptação da organização. Num contexto de transformação acelerada, formar as pessoas é criar condições para que acompanhem novas exigências do sector, adoptem ferramentas com maior rapidez e respondam com maior confiança aos desafios no negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">A aposta no upskilling e reskilling dos colaboradores não é apenas uma aposta no desenvolvimento de competências. Trata-se também de criar condições para reter talento e contribuir para a sustentabilidade da organização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que papel deverá a formação desempenhar na atracção, desenvolvimento e retenção de talento?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um papel central e crescente. As oportunidades de desenvolvimento são uma garantia procurada pelos candidatos desde a primeira interacção com a empresa. A formação deixou de ser vista como um benefício complementar, para passar a ser parte integrante da proposta de valor ao colaborador.</p>
<p style="text-align: justify;">Colaboradores que sentem que têm espaço e as ferramentas adequadas para evoluir estão mais envolvidos, motivados e comprometidos com a organização. A aposta em formação é, assim, uma constante ao longo de toda a jornada do colaborador, da atracção à retenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Para nós, investir no desenvolvimento do talento é investir numa cultura mais forte e numa organização mais preparada e capaz para responder aos desafios do futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte do Caderno Especial “Formação&#8221;, publicado na edição de Junho (n.º 186) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
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		<title>Cofidis: Aprender todos os dias</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/cofidis-aprender-todos-os-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:40:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cofidis]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Antunes]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Cofidis, a aprendizagem faz parte da experiência de trabalhar e acompanha o desenvolvimento das pessoas ao longo de toda a sua jornada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Na Cofidis, a aprendizagem faz parte da experiência de trabalhar e acompanha o desenvolvimento das pessoas ao longo de toda a sua jornada.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Num tempo em que a tecnologia, os modelos de trabalho e as competências evoluem a um ritmo cada vez mais acelerado, manter os conhecimentos actualizados tornou-se essencial. Por isso, a Cofidis aposta em soluções de aprendizagem diversificadas e acessíveis, que permitam a cada colaborador assumir um papel activo no seu crescimento profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">«Em 2025, mais de 700 colaboradores participaram em acções de formação e 93 managers concluíram acções de desenvolvimento de liderança, numa média global de 41 horas de formação por colaborador. Estes números mostram que a aprendizagem contínua não é um projecto isolado, mas uma parte integrante do dia-a-dia na Cofidis. Num mercado em constante transformação, o nosso papel é criar as condições para que cada colaborador possa evoluir continuamente, desenvolvendo competências que respondam às necessidades do presente e aos desafios do futuro», afirma Teresa Antunes, head of People Growth da Cofidis Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">A expressão “formação para todos” é uma realidade vivida desde o primeiro dia na Cofidis. Seja através do recurso a plataformas de aprendizagem online, como o LinkedIn Learning e a Udemy, acessíveis a todos os colaboradores, da atribuição de bolsas de estudo para qualificação académica, dos percursos individuais de upskilling e reskilling ou do desenvolvimento das lideranças, o objectivo passa por criar oportunidades de aprendizagem que acompanhem os diferentes momentos da carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Cofidis, a evolução das pessoas é encarada como um factor essencial para o crescimento da organização. Por isso, a empresa procura promover uma cultura onde a aprendizagem faz parte do dia-a-dia e onde cada colaborador, de forma autónoma ou acompanhada, encontra oportunidades para desenvolver competências, explorar novos conhecimentos e preparar o futuro da sua carreira. Esta abordagem parte de uma convicção simples: organizações mais preparadas constroem-se através de pessoas que continuam a aprender ao longo da sua carreira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A aprendizagem começa no primeiro dia </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A experiência de desenvolvimento começa ainda antes da integração nas equipas. O programa de Onboarding da Cofidis inicia com uma semana de imersão e foi desenhado para proporcionar uma visão abrangente do negócio, da cultura e da forma de trabalhar da organização, permitindo que cada novo colaborador compreenda o impacto do seu contributo na experiência dos clientes e dos parceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa prolonga-se pelos primeiros meses na empresa e inclui momentos de convívio com os directores da Cofidis, reuniões individuais com interlocutores de diferentes áreas, um dia de contacto directo com as equipas operacionais e formações complementares em temas como feedback, literacia financeira e melhoria contínua. Na Cofidis, a formação faz parte da experiência do colaborador desde a integração e é encarada como um factor essencial para o desenvolvimento das pessoas e para a sustentabilidade da organização. Este momento marca apenas o início de uma jornada de aprendizagem que continua durante a carreira. Para a apoiar, os colaboradores têm acesso a uma oferta diversificada de programas, percursos formativos e plataformas digitais, que lhes permitem desenvolver competências de forma contínua e alinhada com as suas necessidades e ambições profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Crescer e evoluir dentro da organização </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Seja um colaborador que inicia funções numa área operacional, um manager que assume uma nova equipa ou um profissional que decide aprofundar as suas qualificações académicas, a oferta de desenvolvimento da Cofidis procura responder aos diferentes momentos da vida profissional. O objectivo passa por garantir que cada pessoa encontra oportunidades de aprendizagem ajustadas às suas necessidades, interesses e ambições de carreira. A aprendizagem contínua está também ligada às oportunidades de evolução profissional. Nesse sentido, a Cofidis procura disponibilizar mecanismos que permitam aos colaboradores aprofundar conhecimentos e investir no seu percurso académico. Através do programa Step Up, que em 2026 conta com a sua terceira edição, a Cofidis comparticipa 50% do valor total de licenciaturas, mestrados e pós-graduações, apoiando quem pretende reforçar as suas qualificações académicas e prosseguir o seu desenvolvimento profissional. «Queremos que os nossos colaboradores sintam que o desenvolvimento da sua carreira não depende apenas da função que desempenham hoje. O Step Up nasceu precisamente para apoiar quem quer dar o próximo passo, investindo na sua qualificação académica e preparando para novos desafios profissionais », explica Teresa Antunes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desenvolver competências para liderar o futuro </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Numa altura em que as lideranças desempenham um papel determinante na experiência das equipas, a Cofidis tem vindo a reforçar o investimento no desenvolvimento dos seus managers.</p>
<p style="text-align: justify;">Programas como a Jornada do Manager, o Power Up, o Empower Your Leaders ou os percursos dedicados à Liderança Inclusiva e à Liderança Saudável integram a formação de todos os managers da Cofidis. O objectivo passa por fortalecer competências essenciais para uma gestão mais humana, próxima e preparada para responder à crescente complexidade das organizações. Além do reforço de competências de gestão, estes programas procuram capacitar os líderes a criarem ambientes de confiança, promoverem o bem-estar das equipas e impulsionarem o desenvolvimento das pessoas, contribuindo assim para o crescimento da organização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma cultura onde aprender faz parte do trabalho </strong></p>
<p style="text-align: justify;">À medida que as funções se tornam mais complexas e as necessidades das organizações evoluem, a capacidade de aprender continuamente assume um papel cada vez mais importante para profissionais e empresas. Neste contexto, o desenvolvimento deixa de ser uma responsabilidade exclusiva das organizações e passa também pela iniciativa de cada colaborador, que é chamado a adoptar um papel activo na construção do seu percurso profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Cofidis, promover uma cultura de aprendizagem vai além da disponibilização de soluções de formação. Passa por incentivar a curiosidade, estimular a procura de novos conhecimentos e criar condições para que cada pessoa possa continuar a crescer ao longo da sua carreira. Uma abordagem que contribui para reforçar a autonomia, a capacidade de adaptação e a preparação das equipas para responder aos desafios de um mundo em constante transformação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que acompanhar a mudança, aprender tornou-se uma vantagem competitiva para profissionais e organizações. É essa convicção que sustenta a aposta da Cofidis no desenvolvimento das suas pessoas: não apenas para responder aos desafios de hoje, mas para preparar os de amanhã.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este artigo faz parte do Caderno Especial “Formação&#8221;, publicado na edição de Junho (n.º 186) da Human Resources.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Disponível nas bancas e online, na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/assinatura-revista-human-resources-papel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão em papel</a> e na <a href="https://assinaturas.multipublicacoes.pt/loja/revista-human-resources/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão digital</a>.</em></p>
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