Só até final de Outubro deste ano, 208.999 currículos foram submetidos através da plataforma OLX. Saiba quais os empregos mais procurados em diferentes sectores.
De acordo com dados revelados pelo Eurostat, nos últimos 17 anos, a taxa de trabalho temporário na União Europeia variou entre 12,6% registados em 2003 e os 13,6% atingidos no segundo trimestre de 2019. Mas a taxa de trabalho temporário atingiu o seu pico no quarto trimestre de 2006, com um valor de…
As portuguesas estão no Top 10 mundial quanto à percentagem de mulheres donas de empresas entre todos os proprietários de negócios. 30,2% das mulheres portuguesas são proprietárias da sua empresa, de acordo com a 3ª edição do Índice Mastercard de Mulheres Empresárias.
O estudo «A Portrait of Portuguese Women in Tech», que está esta tarde a ser apresentado no Deloitte hub, confirma que continua a haver muito mais homens do que mulheres no sector Tecnológico. E procura perceber porquê.
No mundo do trabalho, fala-se cada vez mais em flexibilidade e autonomia. Diz-se que é por aí que passa o futuro. Mas dados divulgados hoje pelo INE revelam que, em Portugal, ainda se está longe dessa realidade.
Os líderes nacionais subestimam a existência de crises reputacionais. Esta é uma das conclusões do barómetro “O Presente e o Futuro da Reputação Corporativa em Portugal”.
A primeira edição do estudo "As empresas que vendem ao Estado", elaborado pela Informa D&B, revela que, em 2018, a totalidade dos contratos públicos publicitados realizados ascendeu a 6,8 mil milhões de euros. Quase metade deste valor diz respeito a bens e serviços nas áreas da Construção e aos…
É cada vez mais importante para os profissionais aprenderem linguagens de código, para assegurar as suas carreiras no futuro e desenvolver competências existentes. Quem o diz é a Hays.
O estudo “Mercado de trabalho actual: tendências, perfis e salários", da Michael Page, comprovou o boom que se regista nos sectores da Indústria, Construção e Energia, e revelou quais são os perfis profissionais que mais procuram.
De acordo com o estudo “When change is the new normal”, metade da jornada de trabalho dos portugueses é perdida em actividades desnecessárias, nomeadamente em reuniões, chamadas telefónicas, emails e outras distracções. Mas as organizações não estão isentas de culpas.