Os advogados do diabo (nas organizações) são uma benção?

Tem-se sugerido que, para identificar falhas nas premissas e nas escolhas para as quais uma equipa se inclina, deve incumbir-se alguém de assumir o papel de advogado do diabo. Mas será essa opção eficaz para minorar o risco de decisões enviesadas?

Voltar ou não voltar ao escritório? Eis a questão

Entre início de Junho e meados de Julho, a Egon Zehnder organizou seis webinars com um total de 52 Corporate Heads de Recursos Humanos em Portugal. O objectivo foi compreender o estado de espírito nas empresas, à medida que se começa a regressar aos escritórios. E também o que se segue.

A nova missão dos recursos humanos na era da re-humanização

Precisamos, mais do que nunca, de profissionais de Recursos Humanos que nos mantenham “humanos”; mas precisamos também que estes profissionais sejam empreendedores, gestores e mentores, capazes de traduzir o idioma “humano” para linguagem de gestão. Leia o artigo de Pedro Brito, Associate dean para…

Profissões do futuro: há 96 novos empregos que vão surgir até 2022

Um estudo publicado no início do ano pelo Fórum Económico Mundial, no âmbito da Plataforma para Moldar o Futuro da Nova Economia e Sociedade, revela quais serão as “profissões de amanhã”. Há 96 novos empregos que surgirão como reflexo das tendências de digitalização e humanização.

Há uma crise de confiança nas nossas lideranças. Porquê?

O mundo está a atravessar uma fase de disrupção acelerada. Se isto é uma verdade conhecida há algum tempo, os acontecimentos das passadas semanas tornaram esta realidade ainda mais clara. E os chief people officers têm de assumir um papel crítico na preparação das organizações para estes desafios.