A iniciativa surge no âmbito da evolução da plataforma, que já cumpre requisitos regulatórios europeus, incluindo o EU Accessibility Act e standards WCAG, garantindo experiências digitais inclusivas em diferentes canais e contextos de utilização.
Nos últimos meses, a Celfocus tem vindo a trabalhar directamente com utilizadores com diferentes tipos de deficiência. Entre os perfis já envolvidos estão pessoas cegas, pessoas com baixa visão, pessoas surdocegas, pessoas com paralisia cerebral e pessoas com daltonismo.
O objectivo passa por identificar barreiras concretas na utilização de soluções de assinatura digital e introduzir melhorias contínuas que tornem o processo mais simples, intuitivo e verdadeiramente acessível para todos.
«Na Celfocus, olhamos para a acessibilidade como parte integrante da forma como desenvolvemos tecnologia, não como um requisito adicional. Este trabalho com pessoas com deficiência reflecte um compromisso mais amplo com a diversidade, equidade e inclusão, que procuramos integrar de forma consistente nas soluções», afirma Miguel Mateus, Product manager na Celfocus.
Ao integrar todos os métodos de assinatura numa única plataforma, o Celfocus eSign pretende simplificar processos e reduzir fricção ao longo da jornada digital, mantendo elevados níveis de segurança e conformidade regulatória.














