Cerca de 70 mil trabalhadores das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) vão ver valorizadas as suas remunerações em 3,75%, adiantou o vice-secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE), José Ricardo Coelho.
O anúncio foi feito pela FNE, no âmbito de uma Frente Sindical da UGT (FSUGT), que assinou um acordo com a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS).
«Tem a ver com a revisão do contrato colectivo de trabalho para as IPSS. Este sector da economia social envolve cerca de quatro mil empregadores e cerca de 70 mil trabalhadores docentes e não docentes», disse à Lusa José Ricardo Coelho.
O acordo, segundo um comunicado, deverá assegurar «ganhos positivos para a generalidade de todos aqueles que se entregam à causa do sector social e solidário».
«Foi um acordo que também valoriza o trabalho dos trabalhadores docentes e não docentes. Podemos adiantar que esta valorização das remunerações para os trabalhadores não docentes tem aqui uma valorização de 5,71% sobre as remunerações de 2023», salientou José Ricardo Coelho.
No comunicado da FNE, em conjunto com a FSUGT, é referido que as remunerações e as restantes matérias pecuniárias têm efeitos retroactivos a 1 de Janeiro deste ano.
«Este é um acordo em que as remunerações dos trabalhadores têm uma valorização em termos globais de cerca de 3,75%. E se salientarmos os trabalhadores das carreiras gerais da Tabela A do Contrato Colectivo de Trabalho, a valorização é de 5,71%», lê-se.














