O escritor e filósofo irlandês especializado em comportamento e gestão organizacional, Charles Handy definiu quatro:
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Cultura de papéis – cada colaborador tem seu papel bem delimitado dentro da organização
Cultura das pessoas – estimula a criatividade, o trabalho em equipa, a evolução e o crescimento dentro da organização
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Cultura do poder – aqui a gestão é bastante centralizada e o ambiente de trabalho bastante competitivo
Cultura de tarefas – assenta na realização de actividades, apresentando-se flexível e valorizando a criatividade na resolução dos problemas














