CGTP-IN reivindica aumento salarial de 15% e salário mínimo de 1050 euros já em Janeiro

Human Resources com Lusa
12 de Setembro 2025 | 13:20
CGTP-IN reivindica aumento salarial de 15% e salário mínimo de 1050 euros já em Janeiro

A CGTP-IN apresentou as suas prioridades reivindicativas para 2026, com destaque para um aumento geral dos salários de, pelo menos, 15% e nunca inferior a 150 euros, e a fixação do salário mínimo nacional em 1050 euros já em Janeiro.

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De acordo com o documento aprovado, a central sindical considera que os baixos salários continuam a ser “um entrave ao desenvolvimento do país” e denuncia que metade dos trabalhadores ganha 880 euros ou menos.

A CGTP-IN sublinha que 57% dos assalariados recebem menos de mil euros brutos e que 18,3% vivem apenas com o salário mínimo.

A central critica ainda o pacote laboral do Governo PSD/CDS, que acusa de “fragilizar ainda mais os direitos”, facilitando despedimentos e alargando a precariedade.

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Em contrapartida, reivindica a reposição do princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador, a revogação da caducidade da contratação coletiva, a redução do horário semanal para 35 horas sem perda de salário e a reposição dos 25 dias úteis de férias.

Para a CGTP-IN, o aumento dos salários é “urgente, possível e necessário”, estimando que a medida custaria menos de 10 mil milhões de euros, valor que compara “com os 33,4 mil milhões de euros apropriados por 1615 grandes empresas na economia nacional”, apontam.

A central sindical defende também o reforço dos serviços públicos de saúde, educação, segurança social e habitação, bem como medidas de combate à precariedade e de valorização das carreiras e profissões.

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