A Nova School of Business and Economics (Nova SBE) ocupou o segundo lugar no ranking Financial Times Masters in Management 2026, subindo duas posições face à edição anterior. A Nova SBE volta não só a ser a instituição portuguesa mais bem classificada neste ranking global, mas agora também no pódio das melhores business schools, à frente de escolas como INSEAD, HEC Paris ou London Business School.
Um dos indicadores que mais se destaca neste resultado é a satisfação global dos alumni (antigos alunos), que atribuem ao programa uma classificação de 9,53 em 10, correspondente ao terceiro lugar mundial no indicador Overall Satisfaction. Este indicador avalia o grau de satisfação global dos alumni com o programa de mestrado.
Entre os resultados em destaque está também a métrica Aims Achieved, que avalia em que medida os alumni consideram ter alcançado os objetivos que tinham quando decidiram realizar um mestrado. Neste indicador, a Nova SBE regista 92%, a segunda melhor posição do ranking, acima da média de 88% das escolas que integram o Tier 1, reforçando a perceção dos alumni sobre o impacto e o valor da experiência proporcionada pelo programa.
A avaliação dos alumni do Programa reflete-se, assim, nos resultados alcançados pela Escola noutros indicadores complementares, como o 7.º lugar mundial no indicador Career Service Rank, que avalia a eficácia do serviço de carreiras da escola no apoio à empregabilidade dos alunos. Este foi um dos critérios onde a Nova SBE registou melhores melhorias, com um aumento de 15 lugares face a 2025.
O mestrado em Gestão (Master In Management) da Católica Lisbon School of Business & Economics ascendeu ao Top 25 mundial de acordo com a edição de 2026 do Ranking Global do Financial Times que avalia, anualmente, os 100 melhores mestrados em gestão de todo o mundo.
Já a Católica Lisbon School of Business & Economics (Católica-Lisbon SBE) ocupa o 25.º lugar, uma subida de cinco posições no ranking liderado pela University of St Gallen.
Entre os vários critérios que contribuem para estes resultados, como a taxa de empregabilidade de 97% nos 3 meses após a conclusão do mestrado, é de destacar também a elevada proporção de Professores (41%) e alunos (95%) internacionais, bem como paridade de género nos alunos e professores. Esta notável diversidade cultural contribui para o enriquecimento da aprendizagem e experiência académica, integrando um vasto leque de perspetivas.
De destacar também que este mestrado é Top 5 mundial no que diz respeito à avaliação de satisfação pelos seus graduados, já que estes atribuíram uma satisfação média de 9,37 pontos (numa escala de 0 a 10) ao programa.
O ISEG Lisbon School of Economics and Management entra, pela primeira vez, no ranking Masters in Management do Financial Times, alcançando directamente o 59.º lugar mundial.
Um dos resultados mais expressivos do Masters in Management do ISEG é o oitavo lugar mundial no indicador de progressão de carreira. Este indicador avalia a evolução dos diplomados ao nível da responsabilidade profissional e da dimensão das organizações em que trabalham, comparando a sua situação atual com o percurso desenvolvido após a conclusão do mestrado.
O mestrado apresenta igualmente resultados relevantes em várias outras dimensões como a empregabilidade, com 100% dos diplomados encontravam-se empregados até três meses após a conclusão do curso, com uma taxa de resposta de 96%; ou a progressão salarial: aumento médio de 48% relativamente ao salário auferido no final do mestrado.
A Iscte Business School regista uma subida de 25 posições, passando do 87.º para o 62.º lugar mundial, uma das progressões mais expressivas de entre as instituições portuguesas.
Por fim, a Católica Porto School of Business and Economics (Católica Porto SBE) protagoniza igualmente uma forte progressão, subindo 29 posições, do 95.º para o 66.º lugar mundial.
O ranking Masters in Management do Financial Times avalia anualmente os 100 melhores mestrados de gestão do mundo, com base em 19 critérios que incluem, entre outros, a avaliação de progressão de carreira, internacionalização, diversidade e sustentabilidade.















