CIP deixa recado ao Governo: «As empresas portuguesas não podem ficar sozinhas»

A Confederação Empresarial de Portugal (CIP) considera que os apoios do Governo estão muito aquém do que o tecido empresarial necessita para fazer face à crise económica que se vai irá abater sobre Portugal. 

 

«As decisões da Comissão Europeia vão no bom sentido», apesar de «manifestamente curtas face à paralisação económica que enfrentamos», começou por dizer o representante dos patrões, António Saraiva, citado pelo “Dinheiro Vivo” (DV), referindo-se aos dois regimes de apoios estatais, no valor de 13 mil milhões de euros, aprovados por Bruxelas, que podem ser postos à disposição das empresas nacionais.

Já os apoios do Executivo português continuam aquém do esperado pela malha empresarial: «As empresas portuguesas estão a ser prejudicadas face aos seus concorrentes europeus, que estão a receber apoios públicos dos seus países mais substanciais e mais rápidos». Esta diferença, avisa António Saraiva, «terá consequências imediatas: mais desemprego e uma recuperação mais lenta em Portugal».

Para o presidente da CIP, «é fundamental aprovar um plano robusto e imediato». «O Governo tem de agir já. Não pode ser por episódios. As empresas portuguesas não podem ficar sozinhas», vinca.

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