Conheça os resultados, referentes ao primeiro trimestre do ano, do Randstad Workmonitor, estudo que analisa as tendências do mercado de trabalho em 34 países de todo o mundo.
De acordo com o último relatório, Portugal é um dos países onde mais desceram os valores do Mobility Index, o indicador que traça a confiança dos trabalhadores para mudar de emprego nos próximos 6 meses. Apesar de o indicador se manter estável desde 2012, a análise mostra que a mobilidade diminuiu em Portugal cinco pontos percentuais, bem como nos Estados Unidos da América e na Alemanha (ambos com menos 4 pp). Em sentido inverso, a mobilidade aumentou em alguns países, comparativamente ao último trimestre, como na Turquia (mais 5 pp), Canadá, Austrália e Grécia (os três com mais 4 pp).
O estudo mostra ainda que 23% dos colaboradores inquiridos mudaram de emprego nos últimos seis meses, um aumento de 1% face aos últimos três meses. A mudança de emprego aumentou em Portugal, de 8% para 10%, na Índia e na Hungria. Na Bélgica, Dinamarca, Japão, Nova Zelândia, Noruega, Singapura, Suíça e nos EUA, a mudança de emprego diminuiu. Já o Luxemburgo mantém a menor taxa entre os países analisados, nomeadamente de 3%.
Em relação ao trimestre anterior, o desejo de mudar de emprego aumentou na Malásia e na Nova Zelândia, enquanto a Índia mostrou as taxas mais altas. Portugal está no leque de países onde o desejo de mudar de emprego diminuiu (de 3% para 2%), juntamente com a Austrália, Dinamarca, Alemanha, Noruega, Polónia, Singapura, Suíça, Turquia e os EUA. Em conssonância, o número de portugueses que se dizem muito satisfeitos com o trabalho aumentou de 68% para 74%, e uma evolução inversa registou-se nos colaboradores que se dizem muito insatisfeitos – caiu de 11% para 7%.














