Popularmente, diz-se que, quando o carro vai em “ponto morto”, poupa-se no combustível. Mas, na verdade, não é uma boa prática e quem o diz é o próprio Automóvel Club Portugal (ACP).
De acordo com o ACP, “ao conduzir em ponto morto numa descida está a consumir mais combustível do que com uma mudança engatada”.
Hoje em dia, a maioria dos carros tem injecção electrónica, que permite um controlo eficiente da mistura ar/combustível que o motor usa. «Quando o carro está em movimento, com uma mudança engrenada e sem acelerar, o sistema de injeção corta a injecção do combustível»m explica a mesma fonte.
Ou seja, poupa mais combustível se conduzir com a mudança normal, mas sem carregar no pedal da velocidade. Ao conduzir em ponto morto, a tendência é ter de travar mais vezes, já que o veículo ganha mais velocidade com a inércia em ponto morto.
Com o motor na mudança certa, reduz-se a força de inércia, poupando combustível. Não só por isso, mas também porque tende a desgastar mais os travões, o melhor é evitar o ponto morto.
















