Confiança dos consumidores desce em Fevereiro e clima económico aumenta

Human Resources com Lusa
26 de Fevereiro 2026 | 18:00

O indicador de confiança dos consumidores inverteu a tendência e diminuiu em Fevereiro, enquanto o indicador de clima económico aumentou ligeiramente, após ter caído em Janeiro, segundo os inquéritos de conjuntura divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com o INE, o indicador de confiança dos consumidores «diminuiu em Fevereiro, após ter aumentado nos dois meses anteriores».

«A evolução observada no mês de referência resultou dos contributos negativos de todas as componentes: perspectivas sobre a evolução futura da realização de compras importantes por parte das famílias, da situação económica do país e, menos significativamente, das opiniões sobre a evolução passada e expectativas sobre a evolução futura da situação financeira do agregado familiar», detalha.

O saldo das opiniões dos consumidores sobre a evolução passada dos preços aumentou em Janeiro e Fevereiro, após ter diminuído nos dois meses anteriores, e o saldo das expectativas sobre a evolução futura dos preços “aumentou consideravelmente” entre Dezembro e Fevereiro, depois das diminuições registadas nos três meses precedentes.

Já o indicador de clima económico, baseado em inquéritos às empresas, “aumentou tenuemente” em Fevereiro, após ter diminuído no mês anterior, com a confiança a aumentar nos serviços e na indústria transformadora e a diminuir no comércio e na construção e obras públicas.

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Nos serviços, o indicador de confiança dos serviços aumentou no mês em análise, com “contributos positivos expressivos” das perspectivas relativas à evolução da procura e das opiniões sobre a carteira de encomendas. O indicador da indústria transformadora também subiu, reflectindo o “expressivo contributo positivo” das perspectivas de produção.

Em sentido contrário, o indicador de confiança no comércio diminuiu em Fevereiro, reflectindo os contributos negativos das opiniões sobre o volume de vendas e das perspectivas sobre a actividade nos próximos três meses. Por sua vez, na construção e obras públicas o indicador diminuiu no último mês, reflectindo o contributo negativo das perspectivas de emprego.

O INE precisa ainda que os saldos de respostas das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda aumentaram nos serviços e diminuíram na indústria, no comércio e na construção.

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