O termo “burnout funcional” refere-se a um estado de exaustão e esgotamento, onde a pessoa ainda consegue desempenhar as suas funções no trabalho, mas com grande dificuldade e sofrimento.
É um estágio inicial ou menos grave da síndrome de burnout, onde a pessoas pode parecer funcional aos olhos dos outros, mas está internamente a enfrentar um grande desgaste emocional e físico.
De acordo com a médica Tállytta Miranda, este tipo de burnout não se trata de preguiça, drama ou falta de força de vontade, trata-se de um organismo que entrou em falência invisível.
E por isso, a pessoa que sofre de burnout funcional tem :
- Cansaço excessivo e exaustão, tanto físico quanto mental.
- Dificuldade de concentração e memória.
- Sentimentos de desmotivação, falta de propósito e insatisfação com o trabalho.
- Irritabilidade, ansiedade e alterações de humor.
- Dores de cabeça, musculares e problemas de sono.
- Dificuldade em desligar-se do trabalho e relaxar.
A mente funciona e disfarça um corpo em colapso e o risco disso é alto, porque ninguém percebe nem a própria pessoa. A médica diz que é importante estar atento aos sinais e sintomas do burnout, pois o diagnóstico precoce pode prevenir o agravamento da situação. Além disso é importante reverter este ciclo com ajuda clínica, suporte nutricional, regulação dos eixos bioquímicos e, principalmente, com a «permissão da própria pessoa para parar de sobreviver e começar a viver de verdade».














