Os custos horários da mão-de-obra aumentaram, no terceiro trimestre, 5,3% na zona euro e 5,7% na União Europeia (UE), face ao período homólogo de 2022, segundo dados divulgados pelo Eurostat.
Considerando os dois componentes do indicador, a parte de salários e vencimentos aumentou 5,3% na área do euro e 5,8% no conjunto dos 27 Estados-membros, enquanto os custos não salariais subiram 5,1% e 5,4%, respectivamente.
Entre Julho e Setembro, as maiores subidas nos custos horários da mão-de-obra foram registadas na Croácia (16,2%), na Bulgária (15,8%), na Hungria (15,4%) e na Roménia (15,1%).
Quatro outros Estados-membros apresentaram subidas acima de 10%: a Letónia (12,4%), a Polónia (12,2%), Lituânia (11,2%) e a Estónia (11,0%).
Em Portugal, o indicador subiu 4,9% no terceiro trimestre face ao homólogo, com o peso dos salários e vencimentos a crescer 4,6% e o dos não salariais 6,2%.














