A Leroy Merlin em Portugal tem uma nova farda para os colaboradores, marcando um novo ciclo na história da marca, cada vez mais focada na sustentabilidade e no reforço da convergência das insígnias Leroy Merlin e AKI numa única marca e empresa.
O processo de substituição das fardas «cria uma identidade única para as roupas das marcas Leroy Merlin e AKI, dando mais um passo no processo de convergência das duas insígnias pertencentes ao grupo ADEO», destaca-se em comunicado.
Depois de ouvir os colaboradores para perceber como criar uma roupa de trabalho mais adaptada às suas necessidades, a Leroy Merlin desenvolveu uma nova farda «mais confortável, fácil de manter e de utilizar para os colaboradores».
A nova farda foi criada por uma equipa de designers portugueses com mais de 30 anos de experiência no sector, orientados para o bem-estar, ergonomia e qualidade dos materiais e das peças. No processo de criação e confecção foram envolvidas 10 PME nacionais que contribuíram com o seu conhecimento e experiência para o resultado final.
Estas fardas Made in Portugal foram criadas de raiz e em dois conjuntos, o das equipas que têm relação directa com o cliente (comércio, relação cliente e serviços) e o das equipas que asseguram as actividades de logística. Cada conjunto inclui versões adaptadas para o verão e para o inverno e existe ainda uma versão criada especificamente para as colaboradoras grávidas.
Para reforçar a lógica de impacto positivo a nível humano, ambiental e económico, que é um dos pilares da actividade da Leroy Merlin em Portugal, as 40 mil peças serão reaproveitadas através de um projecto de economia circular que vai transformar os resíduos têxteis em produtos que possam reintegrar o universo da marca.
João Lavos, líder de Desafio Marca, Serviços e Relação Cliente da Leroy Merlin em Portugal, destaca: «Vamos conjugar a experiência da indústria têxtil na transformação dos tecidos com as ideias de jovens estudantes, num ecossistema que integrará também ONG e IPSS. Os produtos produzidos pelos projetos sociais e pela indústria de transformação farão parte da primeira linha de produtos de economia circular da Leroy Merlin e serão vendidos nas nossas lojas, sendo todo o lucro das vendas reinvestido na manutenção do projecto de economia circular e na capacitação dos parceiros sociais.»
A indústria têxtil transformará parte das peças de roupa em produtos de isolamento e, paralelamente, a empresavai desafiar os alunos do curso de Design de Moda da Escola de Tecnologias Inovação e Criação (ETIC) a desenharem novos produtos a partir das fardas, que posteriormente serão produzidos por projectos sociais que atuam na área da costura e produção.














