Trata-se do valor mais baixo desde 2023, quando tinham sido registados 71 despedimentos colectivos em dois meses, sendo que nos dois primeiros meses de 2025 tinham sido comunicados 108 despedimentos colectivos.
Dos 77 despedimentos colectivos comunicados pelas empresas até Fevereiro deste ano, 28 foram de microempresas, 37 de pequenas empresas, nove de médias empresas e três de grandes empresas.
Em termos regionais, a região de Lisboa e Vale do Tejo liderou com 49 despedimentos colectivos comunicados, seguida pelo Norte (com 15), pelo Centro (8) e pelo Algarve (3) e pelo Alentejo (2).
Também o número de trabalhadores abrangidos por despedimentos colectivos caiu 21,8% nos dois primeiros meses de 2026, face ao período homólogo.
Até Fevereiro, houve 950 trabalhadores abrangidos por despedimentos colectivos, dos quais 893 foram efectivamente despedidos (em igual período de 2025 tinham sido 1.215 trabalhadores abrangidos por despedimentos colectivos, dos quais 1204 efectivamente despedidos).
Deste modo, o número de trabalhadores efectivamente despedidos em processos de despedimentos coletivos caiu 25,8% até Fevereiro, face aos 1204 registados no período homólogo, de acordo com os dados disponíveis.
No que toca especificamente ao mês de Fevereiro, foram efectivamente despedidos 343, um valor inferior aos 803 registados no período homólogo, mas superior aos 550 em Janeiro.
Dos 343 trabalhadores efectivamente despedidos em Fevereiro deste ano, a região de Lisboa e Vale do Tejo liderava (com 72,3% do total), com 248 trabalhadores efectivamente despedidos.
As telecomunicações, programação informática, consultoria, infraestruturas de computação e outras actividades dos serviços de informação são as actividades com maior número de trabalhadores despedidos em Fevereiro, sendo que, de modo global, a redução do número de trabalhadores é a principal razão apontada (59%).














