É fã de sushi? Há um novo restaurante japonês em Lisboa. E segue a tradição omakase

Human Resources
21 de Março 2026 | 12:00
É fã de sushi? Há um novo restaurante japonês em Lisboa. E segue a tradição omakase

No Parque Mayer, em Lisboa, há um antigo armazém transformado numa experiência gastronómica singular. Chama-se Zō Japanese Cuisine e propõe uma viagem pela tradição japonesa omakase, que significa “deixar ao critério do chef”.

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O projecto nasceu de um desafio lançado por Rui Gonçalves, conhecido pelo seu restaurante A Gina, também este no Parque Mayer. Mentor da ideia, convidou o chef Thalles Boniatti, que passou por cozinhas como o Yakuza by Olivier e o Mimi, a juntar-se ao projecto e a criar um conceito dedicado à experiência omakase no centro da cidade.

«Quando decidi abrir o Zō Japanese Cuisine, sabia que estava a arrancar um novo capítulo na minha jornada gastronómica. A Gina é um projecto que me é muito querido, mas senti que havia espaço para algo mais, que me permitisse explorar a cozinha japonesa de uma forma diferente. Quis criar um espaço que fosse um reflexo da minha paixão pela comida japonesa, com uma abordagem moderna e especializada», explica Rui Gonçalves.

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O nome também conta parte da história. Quando o chef entrou no espaço pela primeira vez, encontrou um antigo armazém e viu aí o ponto de partida para a identidade do restaurante. Zō significa precisamente “armazém” em japonês, mas não um armazém comum. Como explica o chef, trata-se de “um armazém de tesouros, de saquê, de fermentações”. Um lugar guardado, quase secreto, que hoje esconde um omakase no centro de Lisboa.

À barra, que conta com 15 lugares, o menu segue uma linha maioritariamente tradicional japonesa, com espaço para pequenos apontamentos contemporâneos e influências de outras cozinhas, como a francesa ou a espanhola. A sazonalidade é determinante: no Inverno surgem pratos mais quentes e reconfortantes; com a chegada da Primavera e do Verão, a proposta torna-se mais leve e fresca.

O Zō trabalha com uma horta própria, onde crescem várias das folhas e ervas utilizadas nos pratos, como cebolete, coentros, shiso ou mizuna. Há também árvores usadas pontualmente nos empratamentos, como bambu ou momiji – a planta japonesa cujas folhas, quando atingem o auge, também encontram lugar à mesa.

A experiência tem o valor de 95 euros por pessoa, com bebidas servidas à parte, e acontece em dois turnos diários: às 19h e às 21h30.

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