É isto que a Geração Z (realmente) quer do seu empregador. Descubra o que é. E como concretizá-lo

Human Resources
17 de Julho 2024 | 10:10
É isto que a Geração Z (realmente) quer do seu empregador. Descubra o que é. E como concretizá-lo

A maioria dos recém-licenciados que estão agora a ingressar no mercado de trabalho não se sente minimamente preparada. A Entrepreneur partilha o que procura a Geração Z dos potenciais empregadores e como providenciá-lo vai beneficiar a sua empresa no longo prazo.

Escolha a Human Resources como fonte preferida no Google Escolher ›

 

De acordo com um inquérito recente realizado pela CYPHER Learning a mais de dois mil trabalhadores norte-americanos, quase dois terços dos profissionais da Geração Z com menos de 24 anos estão insatisfeitos com a forma como a sua entidade de ensino os preparou para o mercado de trabalho. Uma pesquisa realizada pela American Staffing Association descobriu que 70% dos trabalhadores da Geração Z vêem o desenvolvimento profissional e programas de formação como factores importantes ao ponderar um novo emprego. Também segundo a Harvard Business Review, 70% dos colaboradores afirmam não dominar as competências necessárias para realizar o seu trabalho – enfatizando a necessidade crítica de as organizações implementarem um programa formativo mais eficaz.

Como podem as organizações intensificar a sua estratégia de formação e desenvolvimento para ajudar a integração dos recém-formados da Geração Z? Eis cinco ideias a considerar.

Continue a ler após a publicidade

Estabeleça um programa de aprendizagem e desenvolvimento

Começar uma carreira é um passo importante, independentemente do grau de ensino. Os recém-graduados têm estado em modo de aprendizagem a desenvolver competências desde a infância. O ideal é continuar esse ritmo no local de trabalho. Os empregadores podem aproveitar esse “hábito” com programas para ajudar os recém-formados a terem sucesso no trabalho. As organizações devem incluir não apenas competências básicas, mas também skills sociais.

Sempre que possível, as organizações devem tornar realidade a aprendizagem escalável e personalizada – dando aos gestores a capacidade de criar e implementar, de forma rápida e fácil, cursos de aprendizagem de formato curto e apelativos, adaptados às necessidades individuais, ao mesmo tempo que constroem uma pool de potenciais futuros líderes. Esta formação será valiosa para manter os profissionais satisfeitos.

Atribua parceiros

Continue a ler após a publicidade

Designar um colega experiente pode tornar a integração de novos talentos mais bem-sucedida. Um parceiro pode responder a perguntas que o novo colaborador talvez não queira fazer a um gestor ou chefia directa, esclarecer a cultura corporativa e afastar novos colaboradores de erros críticos no trabalho. Este sistema também liberta os gestores mais ocupados. Disponibilizar um recurso de referência, mais próximo em experiência e idade, a um novo trabalhador que saiba assimilar rapidamente pode fazer toda a diferença. Também contribui para a construção de uma cultura acolhedora, atractiva para futuros graduados.

Designe um mentor sénior

Embora um parceiro possa ajudar um novo colaborador a responder algumas perguntas e orientá-lo na direcção certa, não substitui um mentor dedicado e de nível sénior para solucionar problemas e ajudar a traçar o caminho certo para o sucesso. Bons mentores procurarão novos colaboradores e mostrar-lhe-ão estratégias eficazes, as skills fulcrais para desempenhar melhor o seu trabalho e ajudar na progressão de carreira. Um mentor também fará check-ins periodicamente para garantir que o novo colega está a ter uma boa integração na empresa.

Estabeleça a primeira sessão de feedback de 90 dias

Continue a ler após a publicidade

Os recém-formados estão acostumados a receber feedback consistente de professores. A sua inexistência no local de trabalho pode fazer com que se sintam inseguros. Uma empresa não é uma instituição de ensino, mas isso não significa que não possa criar oportunidades para orientar e cuidar de novos colaboradores. O feedback deve ser sempre construtivo e ajudá-los a prepararem-se para reviews mais formais. Um primeiro feedback três meses após a data de admissão proporcionará aos recém-chegados a oportunidade de corrigir o rumo antes da primeira avaliação oficial de desempenho, em que os riscos já serão maiores.

Crie oportunidades para adaptação à cultura da empresa

Num mundo de trabalho híbrido ou remoto, existem menos oportunidades informais para a integração de novos colaboradores. Trabalhar a partir de casa significa menos pausas para conversas, ou seja, os novos elementos podem sentir-se mais isolados. No entanto, um empregador pode criar oportunidades de engagement, incluindo reuniões mensais presenciais, almoços virtuais, conversas individuais ou sessões estratégicas gerais para toda a empresa. Convidar trabalhadores híbridos e remotos para esses eventos contribuirá e muito para construir uma cultura coesa quando o tempo no escritório for escasso.

Com algum planeamento cuidado, as organizações podem ajudar os recém-formados a ingressarem eficazmente no mercado de trabalho e a prosperarem como novos profissionais confiantes e bem-sucedidos.

Continue a ler após a publicidade
Partilhar


Mais Notícias