É oficial: acabou a pandemia de COVID-19. Mas há uma que persiste no mundo. Sabe qual é?

Human Resources com Lusa
6 de Maio 2023 | 10:00

O director-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o fim da emergência global para a COVID-19 a nível global, aceitando a recomendação do comité de emergência.

 

«No último ano, o comité de emergência e a OMS têm estado a analisar dos dados com cuidado, considerando quando seria o tempo certo para baixar o nível de alarme. Ontem, o comité de emergência reuniu-se pela 15.ª vez e recomendou-me que declarasse o fim da emergência global. Eu aceitei esse conselho», afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus em conferência de imprensa.

Os primeiros casos de COVID-19 foram registados a 2 de Março de 2020. O vírus fez 26 mil vítimas em Portugal e infectou mais de metade da população, 5,5 milhões, dos portugueses.

Mas há uma pandemia que persiste no mundo desde 1981: a SIDA. Segundo a Euronews, para pôr termo à Síndrome da imunodeficiência Adquirida  como ameaça à saúde pública até 2030, as Nações Unidas estimam necessário investimentos superiores a 25 mil milhões de euros nos próximos anos, ou seja, mais de mil milhões de euros por ano.

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De acordo com dados de final de 2022, divulgados pelo Observador, no total, 38,4 milhões de pessoas têm VIH em todo o mundo (segundo as últimas estatísticas disponíveis), 1,5% a mais do que em 2020, quando a doença afectava cerca de 37,8 milhões de pessoas.

As novas infeções caíram 54% desde o pico da doença – em 1996 – e as mortes caíram 32% desde 2004, quando dois milhões de pessoas perderam a vida devido à SIDA. Em 2021 aumentou o número de pessoas com acesso à terapia antirretroviral, que subiu 5,22%, chegando a 28,7 milhões de pessoas tratadas.

Por região, a África Oriental e Austral é responsável por quase metade do total de casos de SIDA no mundo: 20,6 milhões.

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