As candidaturas estão abertas até 5 de Maio e abrangem projectos a desenvolver no Brasil, Moçambique, Quénia, Maláui e Nigéria.
O fundo pretende promover a inclusão energética e uma transição energética justa, apoiando iniciativas nas áreas da educação, saúde, água, comunidade e negócios. Cada projecto poderá receber entre 50 mil e 150 mil euros, com financiamento até 75% do custo total no caso de entidades sem fins lucrativos e até 50% para entidades com fins lucrativos, independentemente do país de origem, desde que actuem nas geografias elegíveis. Os projectos seleccionados serão anunciados no último trimestre do ano.
Desde a sua criação, em 2018, o Fundo A2E recebeu mais de 1100 candidaturas e apoiou 56 projectos, num investimento total de 5,5 milhões de euros. No conjunto, estas iniciativas beneficiaram directamente cerca de 855 mil pessoas e tiveram impacto indirecto em mais de nove milhões, em sete países africanos e um da América Latina.
Na edição anterior, o Brasil passou a integrar o leque de países abrangidos, com projectos como o do Instituto Puxirum, na região amazónica, focado na implementação de sistemas solares para garantir o acesso a água potável. Em Moçambique, foram apoiados centros de saúde rurais com sistemas fotovoltaicos e de purificação de água, enquanto no Quénia soluções solares descentralizadas levaram electricidade e acesso à água a comunidades vulneráveis, incluindo campos de refugiados.
O Fundo A2E integra o Programa A2E – Acesso à Energia. A iniciativa visa garantir energia limpa, segura e acessível a populações em situação de maior exclusão, contribuindo para a melhoria das condições de vida e para a criação de oportunidades económicas locais.












































































































































































































