De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no período em análise, as empresas com 250 ou mais trabalhadores foram as que apresentaram a maior taxa de inovação, com 78,7%.
Por sectores de actividade, destacaram-se a “informação e comunicação”, com 68,9% das empresas a desenvolver atividades de inovação, e as “atividades financeiras e de seguros”, com 59,7%.
Em termos regionais, a Grande Lisboa (47,3%) e a Península de Setúbal (47,1%) registaram as maiores proporções de empresas inovadoras.
No período 2022-2024, 24,3% das empresas introduziram inovações de produto, o que representa um aumento de 1,7 pontos percentuais face 2020-2022.
Já a inovação de processo foi introduzida por 37,6% das empresas, menos 2,8 pontos percentuais do que no triénio anterior e menos 5,1 pontos face a 2018-2020.
Em 2024, 14,9% do volume de negócios das empresas teve origem em produtos novos ou melhorados, uma redução de 0,3 pontos percentuais em relação a 2022.
O sector da “informação e comunicação” destacou-se novamente, com 37,1% do volume de negócios proveniente deste tipo de produtos. A despesa em actividades de inovação totalizou 4.865,1 milhões de euros em 2024, concentrando-se sobretudo na Grande Lisboa (40,1%) e na região Norte (35,2%).
Os dados indicam ainda que, entre 2022 e 2024, 25,4% das empresas eram inovadoras e introduziram inovações com benefícios ambientais, independentemente do grau de contribuição para a proteção do ambiente.
Em 2024, as empresas inovadoras investiram 1.448,3 milhões de euros em inovação com proteção ambiental, valor que correspondeu a 29,8% da despesa total em actividades de inovação.














