Entradas irregulares na União Europeia cairam 37%

A Frontex revela que as entradas irregulares na União Europeia diminuíram 37% entre Janeiro e Julho de 2026 face ao mesmo período do ano anterior, excluindo os incidentes em Ceuta.

Human Resources com Lusa
17 de Agosto 2026 | 07:50
Entradas irregulares na União Europeia cairam 37%

A Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex) registou uma queda de 37% nas entradas irregulares na União Europeia entre Janeiro e Julho de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025, excluindo as travessias associadas à crise em Ceuta no final de Julho.

Escolha a Human Resources como fonte preferida no Google Escolher ›

Nos primeiros sete meses do ano, foram detectadas 61 mil entradas irregulares na UE, segundo o comunicado da Frontex. A agência destaca que estes números não incluem os eventos excepcionais nas fronteiras externas de Ceuta, em Espanha.

A Frontex atribui esta redução a vários factores, nomeadamente à cooperação contínua com vários países parceiros e às medidas preventivas adoptadas nos principais países de partida.

Continue a ler após a publicidade
Continue a ler após a publicidade

Rotas do Mediterrâneo

A rota do Mediterrâneo Oriental foi a mais utilizada, com 20.232 entradas detectadas, o que corresponde a uma diminuição de 28% face a 2025.

No Mediterrâneo Central, que abrange a costa italiana, registaram-se 16.545 detecções, uma queda de 55% relativamente ao ano anterior. A Líbia é apontada como o principal país de partida nesta rota.

Continue a ler após a publicidade

Estas duas rotas, Mediterrâneo Central e Oriental, representaram cerca de 60% do total das entradas irregulares detectadas pela Frontex.

O Mediterrâneo Ocidental, que inclui o sul de Espanha, foi a única região a registar um aumento, com 11.500 entradas, mais 37% do que em 2025.

Continue a ler após a publicidade

Outras rotas

Continue a ler após a publicidade

A rota da África Ocidental para as Canárias registou a maior diminuição, com 4.682 detecções, menos 60% em relação a 2025.

Quanto ao Canal da Mancha, entre França e o Reino Unido, foram registadas 22.469 detecções nos primeiros sete meses do ano, o que representa uma redução de 46% em comparação com o ano passado.

Partilhar


Mais Notícias