Já 31% das empresas já privilegiam competências face à formação académica ou ao percurso profissional, uma mudança que encontra correspondência do lado dos candidatos: 71% dos profissionais revelam maior disponibilidade para se candidatarem a oportunidades onde as competências são apresentadas como o principal factor de avaliação.
Num mercado em que a tecnologia torna as candidaturas cada vez mais homogéneas, destacam-se as competências menos passíveis de automatização. A capacidade de adaptação (57%), as competências interpessoais (48%) e a comunicação (30%) surgem como os atributos mais valorizados, por serem indicadores mais consistentes de desempenho e de potencial a médio e longo prazo.
O estudo conclui ainda que o recrutamento evolui hoje para um modelo mais exigente, onde tecnologia, competências e expectativas dos profissionais se influenciam mutuamente.
O Talent Trends 2026, estudo global sobre tendências de talento, da Michael Page, analisou a percepção de mais de 60 mil profissionais, em 36 mercados, incluindo Portugal.














