A escola para negócios e empreendedores de impacto portuguesa, IES-Social Business School uniu-se à MAVA Foundation, uma organização filantrópica suíça que trabalha para conservar a biodiversidade, num programa de capacitação de empreendedores rurais no Líbano. O objectivo é estimular ideias inovadoras para desenvolver o interior do país.
A MAVA Foundation, organização filantrópica presidida por André Hoffmann, que já estava presente no território para apoiar os empreendedores locais, através do ensinamento de práticas de sustentabilidade na exploração dos terrenos agrícolas, e para o crescimento e desenvolvimento dos negócios – aliou-se, agora, ao IES – Social Business School e juntos vão dinamizar um bootcamp para empreendedores de impacto como forma de alavancar o potencial empreendedor na região rural do Líbano.
O programa acontece em duas fases, a primeira, nos dias 14 e 15 de Setembro, em formato remoto, visa capacitar 17 formadores locais baseados em Shouf, na reserva nacional de cedros do país. A segunda fase, acontece entre os dias 28 de Setembro e 2 de Outubro, está desenhada para 15 projectos inovadores, em fase de ideia, com potencial de serem implementados na região. Estes projectos estão ligados a áreas como a agricultura sustentável, turismo sustentável, energia e inteligência artificial, entre outros.
O bootcamp consiste na capacitação de empreendedores com temáticas como o empreendedorismo de impacto e inovação social, análise de problemas, definição da proposta de valor, apresentação de soluções, sustentabilidade, medição de impacto, desenho de um projecto piloto, viabilização e comunicação. No final, os projectos serão submetidos a júri e terão a oportunidade de testar as suas soluções e ter acompanhamento pela Mowgli Foundation. Ainda investimento potencial por parte da MAVA Foundation.
«O Líbano é um país eminentemente rural e a missão do IES, neste momento, é, sobretudo, capacitar empreendedores rurais e com foco na sustentabilidade para que possam fazer prosperar e escalar os seus negócios, através de uma gestão sustentável dos recursos naturais e da conservação da biodiversidade. O objectivo é criar impactos positivos para a sociedade, ambiente, economia e mesmo para o património cultural», esclarece Carlos Azevedo, director executivo do IES – Social Business School.














