Esta consultora ouviu os colaboradores para mudar as instalações. E o resultado foi este

Margarida Lopes
31 de Janeiro 2022 | 15:00

A PwC – PricewaterhouseCoopers renovou os escritórios localizados no Palácio Sottomayor, em Lisboa. A consultora realizou um inquérito aos colaboradores para identificar os pontos de melhoria e muitos apontaram a desactualização do espaço. Assim, as novas soluções – garantem – surgem em resposta às necessidades identificadas.

 

Adicionalmente, questões como a elevada percentagem de espaços fechados e falta de luz natural, a ausência de espaços de trabalho colaborativo e a necessidade de actualização da sinalética e brand PwC foram factores apontados e tidos em conta na remodelação, que esteve a cargo da Openbook.

O edifício composto por sete pisos, com cerca de oito mil metros quadrados e pensado para um universo de 1200 colaboradores, contempla um novo layout, pensado para uma realidade que, cada vez mais, incorpora o conceito de trabalho colaborativo e ágil. O trabalho híbrido, a combinar tempo em casa, no escritório, nas instalações dos clientes, flexível em função das necessidades pessoais e projectos é a nova norma e os espaços estão agora em conformidade.

 

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Para Paulo Ribeiro, partner da PwC e responsável pelo acompanhamento dos trabalhos de remodelação, era importante dar resposta às várias necessidades de ocupação do espaço: «O projecto incorporou várias tipologias de espaços: postos de trabalho em open space, salas de reunião fechadas, salas para reuniões one-to-one, phone booths, zonas de trabalho colaborativo, áreas para reuniões informais, e zonas plug-and-work. A ideia chave é que cada uma das pessoas e das equipas tenham a flexibilidade de escolher qual o espaço que melhor se adequa ao trabalho que têm para realizar naquele determinado dia. Por outro lado, para facilitar esta flexibilidade e otimizar a ocupação do espaço, desenvolvemos uma tecnologia que permite efectuar a gestão da ocupação desses mesmos espaços.»

Mais. «O primeiro passo foi quebrar as barreiras presentes, nomeadamente os inúmeros gabinetes anteriormente existentes, melhorando assim o trabalho colaborativo e proporcionando o máximo conforto» explica a Openbook, que estabeleceu a personalização como palavra de ordem para este projecto. Carpintarias, têxteis do mobiliário e até revestimentos de painéis acústicos: todos estes elementos foram desenhados e produzidos em específico para a PwC. «Pensámos o design do espaço de modo a reflectir o ADN da PwC e a transmitir os seus valores. A marca foi, ainda, transposta para a arquitectura através de formas geométricas assentes numa estrutura a preto, que emoldura e inspira os espaços. São estes detalhes que conferem uma identidade única ao escritório.»

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