Esta empresa de segurança privada antecipou meta de descarbonização em dez anos. E a remuneração variável da direcção está dependente do cumprimento desses objectivos

Margarida Lopes
29 de Abril 2021 | 17:10

A Prosegur iniciou um projecto de compensação de emissões de CO2 com o objectivo de alcançar o seu compromisso de descarbonização até 2040, ou seja, dez anos antes do estabelecido pelo Acordo de Paris.

 

O plano arranca com a compensação de emissões de CO2 geradas pelas operações da empresa na Europa, através de um projecto de gestão de resíduos localizado no Rio de Janeiro, no Brasil, que, desde a sua implementação, já evitou a emissão para a atmosfera de mais de 2,5 milhões de toneladas de CO2 (Redução Certificada de Emissões).

De forma gradual, a Prosegur vai alargar este programa de compensação de emissões aos 26 países em que opera. A próxima região a entrar neste projecto será a Ásia-Pacífico, à qual se seguirá a América Latina.

Antonio Rubio, secretário-geral da Prosegur, salienta: «A escolha do Brasil para iniciar o projecto de compensação da pegada de carbono não é um acaso. Este é um dos mercados mais relevantes para a empresa e uma das áreas com maior biodiversidade no mundo. Na Prosegur, estamos profundamente orgulhosos da nossa contribuição para o cumprimento do Acordo de Paris. Estamos convencidos de que fazer do mundo um lugar mais seguro, passa também por fazer do mundo um lugar mais sustentável.»

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A par desta iniciativa, o Plano Director de Sustentabilidade da Prosegur envolve projectos em quatro áreas de acção, nomeadamente Ética, Transparência e Governance, Pessoas, Segurança no Trabalho e Ambiente. É com estes pilares em mente que a empresa já substituiu 10% da frota por veículos híbridos e/ou elétricos e que garantiu que a totalidade da energia consumida em Espanha chega de fontes renováveis, por exemplo.

A nível de liderança, a remuneração variável da direcção da empresa está directamente ligada ao cumprimento dos objectivos de sustentabilidade definidos.

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